POV Lauren
Uma da manhã e eu ainda estava olhando aquele pedaço de papel.
Depois de uma semana de trabalho intenso; na qual eu nem sequer tive tempo de lembrar do meu encontro com Karla; eu finalmente tive um dia livre. Dia que eu desperdicei fechada dentro de casa, olhando aquele maldito papel e pensando em se era ou não uma boa ideia ligar pra ela.
Haviam mais questões nesse dilema do que poderia parecer a primeira vista. Primeiro, eu não sabia como deveria falar com ela. Deveria perguntar se ela tinha uma noite livre para outro programa ou convidá-la pra sair como eu faria com qualquer outra mulher? Claro que ela me deu o número de telefone e; o que eu achava que era; seu nome verdadeiro mas até onde isso significava que ela queria voltar a me ver sem cobrar por isso?
Segundo, caso ela realmente tivesse gostado de mim e quisesse voltar a me ver sem cobrar; isso significava que ela queria algo mais que sexo? Porque se fosse assim, eu estava completamente fora. Ela era uma mulher bonita e tudo mais mas é óbvio que eu não queria nada além de sexo com ela.
E terceiro, se eu ligasse pra ela e a convidasse para "um encontro", não seria algo constrangedor para ambas? Talvez não para ela, talvez ela já tenha feito isso com outros. Mas para mim... Bom, eu acho que dependeria da situação. Se ela realmente queria apenas outra transa, não. Agora se ela estava esperando algo mais, sim. Com certeza.
Teve várias vezes durante o dia que eu peguei o celular e comecei a marcar os números, pensando em simplesmente perguntar se ela queria voltar a me ver, sem me preocupar com os "e se" mas desisti todas as vezes. Pensar demais era um dos meus defeitos. Ou qualidade dependendo do ponto de vista.
Talvez eu deveria jogar aquele papel fora e esquecer aquela ideia absurda de marcar um encontro com uma p**a. Talvez fosse melhor, e mais fácil, dar uma chance para aquela estágiaria gostosa que começou a trabalhar na minha empresa aquela semana e que ficava dando mole pra mim.
Mas a verdade era que mesmo que eu jogasse aquele papel fora, aquele número já tinha ficado gravado na minha memória de tantas vezes que eu marquei ele durante o dia. E já que eu tinha tido o trabalho de memorizá-lo, seria melhor tirar proveito disso. Certo?
Voltei a pegar o celular uma última vez e a marcar aquele número, sem nem precisar olhar no papel. Dessa vez, consegui apertar o botão de 'Ligar' depois de marcá-lo e escutei aquele barulho que indicava que estava chamando. Eu tentei relaxar enquanto ela não atendia, era uma idiotice; e nada tipico de mim; ficar nervosa por causa de mulher.
Camila atendeu no quinto toque. A voz dela parecia mais fina e infântil pelo telefone e eu não saberia dizer se achei aquilo doce ou irritante. Talvez uma mistura perfeita de ambas coisas. Eu podia vizualizar aquele rosto de menina dela perfeitamente na minha cabeça ao escutá-la perguntar quem era ao ver que eu demorava para responder.
"Camila?" Perguntei, não por não ter certeza se era ela ou não mas porque realmente não sabia o que dizer.
"Sim. Quem é?" Ela foi bastante direta, tal como da outra vez.
"Lauren Jauregui. Não sei se você lembra de mim, você me deu seu número faz uma semana depois de um programa."
Será que tinha problema falar sobre o trabalho dela naquela conversa, por um número de telefone que com certeza era o particular dela? Talvez não tivesse sido muito delicado da minha parte mas eu precisava explicar quem era para que ela lembrasse já que com certeza ela tinha vários clientes. Ela não pareceu se incomodar, pela forma como me respondeu.
"Ah, claro que eu lembro. Demorou pra me ligar, hein? Pensei que não tivesse gostado da nossa noite."
"Gostei bastante. Era por isso mesmo que eu estava te ligando, talvez a gente pudesse repetir essa semana?" Perguntei, aproveitando aquela a******a.
"Não." Ela respondeu, sem nem hesitar.
Eu franzi o cenho ao escutar aquilo. Mas como assim não? Se ela não queria repetir, por quê diabos me deu o número de telefone?
"E por quê não?" Perguntei, agora mais séria.
"Porque eu não repito clientes." Ela explicou.
Ah ela podia se dar a esse luxo? Então ela devia ter muitos mais clientes do que eu pensava. De repente comecei a achar que ligar pra aquela mulher tinha sido uma péssima decisão.
"Então me explica por quê me deu o seu número?"
Eu escutei um leve suspiro do outro lado, quase inaudível. "Porque eu gostei de você, Lauren. Se o que eu queria fosse outro pragama contigo, não teria te dado o meu número particular, nem te dito o meu nome."
Foi ai que entendi o que estava acontecendo. Camila estava achando que eu tinha ligado pra pedir um outro programa com ela.
"Camila, não foi isso que eu quis dizer quando perguntei se você queria repetir."
Ela deu uma pequena risada do outro lado. "Ah então você não estava me perguntando se eu queria repetir aquela noite de sexo quente?"
"Não. Quer dizer, sim. Eu quero voltar a t*****r com você mas não como uma cliente. Não foi pra isso que você me deu o seu número?"
Aquela mulher estava me confundindo.
"Na verdade eu esperava que talvez você tivesse ficado interessada em me conhecer, como eu fiquei em relação a você." A voz dela parecia mais fraca ao dizer aquilo e eu fiquei meio sem ação mas, por sorte, ela continuou. "Se bem que você é muito boa de cama e eu não me importaria de voltar a t*****r contigo."
"Isso significa que podemos nos ver então?"
"Amanhã às nove no seu apartamento. Ah e Lauren... me prepara um jantar pelo menos, pra eu não sentir que estou trabalhando."
Ela desligou logo após dizer isso e eu fiquei ainda alguns segundos segurando o celular na orelha como uma i****a. Eu acho que ela realmente esperava que eu convidasse ela pra um encontro e não apenas pra uma transa.
Eu deixei o celular em cima do criado mudo e deitei na cama, olhando o teto e pensando. Será que Camila tinha gostado de mim e não só do sexo? Mas isso não fazia sentido, nós nem sequer conversamos, apenas transamos sem trocar quase nenhuma palavra. Se bem que, não seria a primeira vez. Aquilo já havia acontecido antes com outras mulheres, eu transava com elas e elas ficavam esperando algo mais que uma simples transa. Eu acho que pensei que por Camila ser prostituta isso não aconteceria com ela.
Sem dúvida foi uma suposição infeliz. Só por ela ser p**a não significava que não tivesse sentimentos e que não poderia ter realmente se interessado por mim. E se fosse assim, eu estava ferrada e talvez precisasse cancelar aquele... digamos encontro. Eu não queria lhe dar falsas esperanças, eu queria apenas voltar a comer ela e ponto final. E era exatamente isso que eu diria pra ela, para deixar as coisas claras.
No dia seguinte, eu voltei ao apartamento depois do trabalho. Camila tinha me pedido um jantar e era o mínimo que eu podia fazer pra que ela não se sentisse incômoda com aquela situação. E como eu não sabia cozinhar, liguei para um dos meus restaurantes preferidos e encomendei a comida. Depois disso, tomei um banho e me arrumei antes de montar a mesa e deixar tudo preparado.
A comida chegou bem a tempo, cinco minutos antes das nove e só me deu tempo a colocar a mesma nos pratos antes de que Camila chegasse. Pontual novamente.
Eu respirei fundo antes de ir abrir a porta, estranhando o meu súbito nervosismo. O que era aquilo? Porque toda aquela ansiedade? Por quê eu não estava calma como da outra vez? Eu mesma respondi aquelas perguntas mentalmente, sabendo que o motivo era simples: Da outra vez eu estava pagando, o que significava que eu estava ao mando e que controlava a situação. Já dessa vez, nós estariamos ali como iguais. Ela podia até mesmo me rejeitar.
Deixei de lado essas preocupações bobas. Afinal, eu queria apenas uma transa, não deveria estar me preocupando com nada disso. Se ela não quisesse t*****r comigo, eu arrumaria outra e pronto.
Abri a porta, com a mesma confiança da outra vez, embora eu não estivesse me sentindo assim. Eu era ótima disfarçando meus sentimentos e atuando com normalidade em qualquer momento e/ou ocasião.
Ao contrário da última vez; onde ela foi bastante profissional; Camila sorriu assim que me viu e eu senti o meu coração acelerar um pouco nessa hora. O sorriso dela era lindo, tal como ela. E sem eu sequer perceber, eu estava sorrindo de volta.
"Nossa, você sabe sorrir. Por essa eu não esperava." Ela disse em um tom de voz divertido enquanto passava por mim e piscava o olho, entrando no apartamento.
Eu fiquei atônita com aquela atitude de Camila. Ela m*l havia chegado e já tinha conseguido me deixar sem palavras, coisas que mulher nenhuma nunca conseguiu. Nem mesmo a vagabunda da minha ex quando me deixou com um bilhete de quatro palavras.
Eu fechei a porta e me virei para olhá-la. Ela estava vestida mais simples que da outra vez mas igualmente atrativa, estava com uma saia preta rodada e uma blusa fina de manga larga. Meus olhos foram parar nas pernas nuas dela, era inevitável, mas logo subi o olhar pra aquele rosto de menina inocente que ela tinha e olhei nos olhos dela.
"Te surpreendeu tanto assim me ver sorrir?" Perguntei, chegando mais perto dela.
"Bastante. Você parecia tão séria." Eu acho que ela tentou imitar a minha cara séria ao dizer isso, o que me fez rir.
"Primeiro: Eu nunca fiz essa cara na minha vida. E segundo: Era uma ocasião diferente. Você também não me mostrou esse sorriso lindo da outra vez."
Eu fiquei um pouco sem jeito ao perceber que tinha acabado de elogiar o sorriso dela mas relaxei um pouco ao ver que isso fez ela sorrir novamente.
"Tem razão." Ela se virou na direção da sala e viu a mesa, indo até lá. "E o que temos no menú dessa noite?" Ela perguntou, se sentando.
Eu segui ela até a mesa, adorando aquele jeito extrovertido e divertido dela. Eu estava com um certo receio de que aquela noite fosse ser tensa e constrangedora mas já estava vendo que não havia motivo pra isso.
O nosso jantar foi bastante descontraído. Nós conversamos e rimos bastante e eu esqueci completamente todas aquelas preocupações bobas que eu estava sentindo antes de que Camila chegasse. Ela parecia ser uma pessoa maravilhosa e quanto mais ela me falava sobre ela, mais eu gostava.
Ela me contou que começou a fazer programas pra pagar a faculdade e ao contrário do que eu pensei, ela não trabalhava nisso a muito tempo. Ela me disse que tinha começado a uns meses atrás e que já tinha conseguido dinheiro suficiente pra financiar os dois anos de faculdade que ela ainda tinha pela frente e que eu tinha sido a última cliente dela.
Eu senti um certo alivio ao escutar aquilo, sem saber bem porque. Talvez porque quanto mais Camila falava, mais eu me encantava com ela e talvez eu estivesse começando a considerar a possibilidade de voltar a me encontrar com ela e de que aquilo não ficasse só no sexo.
Eu contei pra ela sobre o meu trabalho e um pouco sobre mim. Nada intimo demais até porque estávamos apenas nos conhecendo mas o suficiente pra ela me conhecer um pouco melhor. Camila tirou sarro de mim várias vezes durante o jantar, dizendo que eu tinha jeito de ser super controladora. E ela tinha razão, eu era mesmo.
Depois do jantar, nós fomos pra sacada com as taças de vinho e continuamos conversando ali. Um pouco depois, eu dei uma risada sozinha do nada e Camila me olhou com curiosidade, perguntando do que eu estava rindo.
"Nada, é que eu não imaginei que a nossa noite fosse ser assim."
Ela assentiu, sorrindo. "Você imaginou que eu chegaria aqui, nós jantariamos num ambiente tenso e depois acabariamos transando ou que eu simplesmente iria embora e nunca mais nos veriamos, certo?"
"Exatamente. Você também pensou isso?" Perguntei, bebendo um gole do vinho.
"Pra ser sincera, eu pensei sim. Mas quando eu vi que você estava receptiva, eu relaxei." Ela deu de ombros ao dizer isso, bebendo da taça.
Aos poucos, enquanto a conversa fluía, nos fomos nos aproximando e terminamos praticamente coladas do sofá. Camila deixou a taça dela, que agora estava vazia, em cima da pequena mesa de vidro e colocou as pernas dela por cima das minhas. Eu fiz o mesmo com a minha taça e coloquei a mão no joelho dela, subindo a mesma pela coxa dela aos poucos. Eu fui devagar, dando a oportunidade dela me parar mas ela apenas sorriu e deixou eu continuar alisando a coxa dela.
"Sabe de uma coisa? Eu passei a semana inteira lembrando da nossa transa e molhando a calcinha por sua causa." Ela sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar.
Eu apertei a coxa dela ao escutar isso. "E agora? Você está molhada?"
Eu dei um risinho e chupou a ponta da minha orelha, segurando a minha mão. "Comprova você mesma." Ela disse, levando a minha mão até o meio das pernas dela.
Eu não perdi tempo e afastei a calcinha dela, passando o dedo pela b****a dela e sentindo a umidade que havia ali. Eu sorri ao sentir como ela estava molhada e o meu p*u começou a ficar duro na mesma hora, enquanto eu continuava passando o dedo pela b****a de Camila.
"Quer ir pro quarto?" Perguntei, virando a cabeça para olhar ela e ficando com o rosto praticamento grudado no dela.
Ela balançou a cabeça, ainda sorrindo. "Quero t*****r com você aqui."
"Aqui fora? E se tiver alguém olhando?"
Tudo bem que nós estávamos no último andar e o prédio era alto mas haviam outros muitos prédios igualmente altos por ali, e bastante gente que poderia nos ver transando ali fora. Mas Camila não parecia se importar com isso, muito contrário, parecia achar aquilo excitante.
"Então nós vamos dar um ótimo show pra eles." Ela disse, sentando em cima de mim.
Camila colocou as duas mãos no meu cabelo, segurando o mesmo, e encostou os lábios nos meus, me beijando pela primeira vez. Eu segurei a cintura dela e beijei de volta, matando a vontade que eu tinha ficado de provar aqueles lábios suaves da outra vez. Camila beijava muito bem, o beijo dela era tão bom que fazia minhas pernas ficarem fracas e o meu p*u cada vez mais duro.
Ela começou a rebolar em cima de mim, esfregando a b****a no meu p*u e fazendo com que nós duas gemessemos no beijo. Ela parou o beijo quando já estava difícil para respirar e olhou bem fundo nos meus olhos, com um sorriso meigo nos lábios.
"Seus olhos são fascinantes, Lauren."
Eu sorri de volta com aquele elogio e agradeci, antes de voltar a beijar ela. Todas as mulheres com quem eu já havia estado, falavam dos meus olhos, que eles eram lindos. Mas aquela era a primeira vez que descreviam eles como "fascinantes" e quem ficou mais fascinada com ela, fui eu.
Eu levei as mãos até a b***a de Camila, apertando a mesma e fazendo ela se esfregar mais ainda em mim. O meu p*u já estava doendo nessa hora, tanto por estar duro como por estar preso dentro daquela calça jeans. Camila percebeu o meu desespero pelo modo como eu apertava a b***a dela e me roçava nela e começou a abrir a minha calça.
Dessa vez, fui eu quem parou o beijo e ficou olhando ela abrir o ziper da minha calça. Eu me levantei junto com ela, e tirei os sapatos e a calça enquanto Camila tirava apenas a calcinha. Eu já tinha até esquecido que estávamos do lado de fora e que podia ter alguém olhando, minha única preocupação naquele momento era entrar dentro dela de novo.
Depois que eu tirei a cueca, Camila mordeu o lábio ao olhar o meu p*u e me deu um leve empurrão para que eu voltasse a me sentar. Ela sentou em cima de mim e a parte do meu cérebro que ainda raciocinava, agradeceu o fato dela não ter tirado a roupa, desse jeito mesmo que vissem que nós estávamos transando não veriam ela pelada. Camila voltou a me beijar e já estava quase sentando no meu p*u, quando eu parei ela.
"Espera, eu preciso pegar uma camisinha."
Eu já ia levantando ela pra ir pegar a bendita camisinha, coisa que eu deveria ter feito antes, quando ela tirou uma do bolso da blusa. Ela balançou a pequena embalagem, com um sorriso provocativo e me deu.
"Alguém veio preparada, hm?" Perguntei, dando uma risada enquanto abria a embalagem.
"Mas é claro. Você acha mesmo que eu não ia querer montar essa delicia de p*u que você tem?" Ela disse, dando uma mordida no meu lábio.
Eu gemi ao escutar ela dizer aquilo, colocando a camisinha. Ela ainda ia me fazer gozar só com aquelas coisas que ela dizia, aquela mulher era gostosa ao extremo. Eu enfiei o meu rosto no pescoço dela, fazendo algo que eu também tinha ficado na vontade da última vez: chupar e morder, já que agora não tinha problemas em deixar marcas nela.
Eu dava algumas sugadas e mordidas bem suaves e logo deixava beijos molhados por toda a extensão do pescoço fino de Camila e ela gemia e segurava o meu cabelo, para que eu continuasse o que estava fazendo. E foi isso que eu fiz, continuei 'namorando' o pescoço dela enquanto ela continuava rebolando em cima de mim. Não demorou muito até que ela perdeu a paciência e segurou o meu p*u, sentando nele de uma vez só.
Eu gemi quando senti a b****a quente dela engolir o meu p*u e voltei a levar as minhas mãos até a b***a dela, apertando com força. Camila também gemeu e segurou a parte de atrás do sofá para se apoiar e começou a montar o meu p*u. Eu parei de chupar o pescoço dela quando ela fez isso e me encostei no sofá, olhando como ela subia e descia e achando linda aquela cara de prazer que ela fazia.
"Camila, como você é gostosa." Eu disse, sem pensar.
Eu sorriu e me deu um beijo rápido, porém intenso. "Você também é." Ela disse baixinho, com a boca colada na minha.
Eu sentia ela apertar a b****a enquanto baixava no meu p*u e a sensação era tão sufocante que eu sentia que não ia aguentar muito mais. Se nós não estivessemos usando camisinha, eu provavelmente já teria gozado, o que era um pouco vergonhoso mas já tinha passado uma semana e Camila era realmente um t***o.
Eu voltei a beijar ela, tentando me concentrar no beijo para poder aguentar mais tempo enquanto ela se fazia, me cavalgando no ritmo que bem queria. Dava pra ver que Camila era uma experta em sexo pelo jeito que ela rebolava ao mesmo tempo que descia e descia, sem deixar que o meu p*u saísse de dentro da b****a dela nenhuma só vez.
Os gemidos dela iam aumentando e eu percebi que ela também não devia estar muito longe do orgasmo. Ao ver isso, eu coloquei as mãos por dentro da blusa e do sutiã dela, dando uns leves beliscos nos b***s dos s***s dela. Isso fez ela parar sentada em cima de mim, com o meu p*u completamente, dentro dela e ficar apenas rebolando e gemendo.
Eu segurei o pescoço dela, sem força alguma, apenas deixando a minha mão ali e olhando o rosto dela enquanto gozava, esvaziando toda a minha p***a dentro da camisinha. Eu fechei os olhos, não conseguindo mais mantê-los abertos e encostei a cabeça no sofá, gemendo o nome dela. Camila não parou de rebolar no meu p*u mesmo enquanto eu gozava e pouco depois, gozou também.
Eu abri os olhos a tempo de ver a cara dela ao gozar e fiquei maravilhada. Ela fechou os olhos, parando o movimento das cadeiras e mordendo o lábio, jogando a cabeça um pouco para atrás. A b****a dela apertou o meu p*u mais forte ainda, e fez que eu jorrasse mais um jato de p***a dentro da camisinha e suspirasse.
A única coisa que escutei depois disso, além da nossa respiração descompassada, foi aquela risadinha de Camila quando encostou o corpo no meu, deitando a cabeça no meu ombro.
"Do que você está rindo?" Agora foi a minha vez de perguntar.
"Na irônia da situação. É a primeira vez que eu transo no primeiro encontro e é com uma pessoa com quem eu já transei antes e mais que uma vez."
Eu sorri, negando com a cabeça e passando os dedos pelo cabelo dela. Eu fiquei pensando naquelas palavras: Primeiro encontro. Isso significava que ela queria continuar me vendo e isso me deixou feliz porque àquelas alturas, eu já tinha certeza de que também queria continuar vendo ela.
"Talvez da próxima vez nós podemos ir mais devagar?" Eu perguntei, ainda fazendo carinho nela.
Ela se afastou um pouco e sorriu ao me olhar. "Eu adoraria."
Eu apenas sorri de volta e assenti, antes de que ela voltasse a deitar a cabeça no meu ombro. Aquilo não era nem de longe o jeito que eu imaginei que aquela noite seria e o que eu estava sentindo, muito menos. Eu esperava apenas uma transa e tinha ganho muito mais que isso. Tinha ganho uma nova ilusão e uma chance de; talvez; dar uma segunda oportunidade ao amor.