Karla (Camren)

2580 Palavras
POV Lauren Aquilo não era algo que eu fazia normalmente. Na verdade eu nunca tinha feito aquilo. Nunca fui das que tomam o caminho fácil. Gostava de seduzir uma mulher, de fazer ela ficar louca pra dar pra mim nem que isso demorasse dias. Mas depois que terminei com minha ex; ou melhor dito, depois que ela sumiu deixando apenas um bilhete, eu fiquei sem paciência pra sair por ai e conhecer mulheres. O que me levou a contratar os serviços de uma prostituta. Aquilo era algo que eu nunca pensei que faria mas depois de dois meses sem sexo e sem a mínima paciência de sair pra buscar mulher, me pareceu uma opção aceitável. Busquei entre as acompanhantes; um nome fino pra p**a de luxo; e escolhi a mais cara. Se eu ia f********o com uma p**a, seria com uma de nível, não ia pegar uma p**a de esquina e me arriscar a pegar alguma DST. Liguei pra tal mulher, que se fazia chamar Karla, enquanto analizava suas fotos no site. Ela tinha uma estatura média, tinha um corpo bem feito e firme, um cabelo bonito e cuidado, bons p****s, ótima b***a e uma cara bastante bonita. Eu com certeza me divertiria com ela. Ela atendeu e foi bem direta, dizendo os dias e horas que tinha livre e o orçamento. Ao que respondi que queria uma noite inteira e que tinha que ser aquela mesma noite ou todo o dinheiro; que não era pouco nem de longe; iria pra outra. Ela demorou pra responder, como se estivesse avaliando se valia a pena e logo disse que faria. Combinamos a hora e o preço, eu dei o endereço de um dos meus apartamentos pra ela posto que não ia fazer aquilo na minha casa e a ligação terminou. Depois disso eu tomei um bom e longo banho e me preparei pra ir pro apartamento. Cheguei lá uma hora antes da hora combinada com Karla e abri as persianas e cortinas, olhando a vista privilegiada da cidade desde lá em cima. Aquele lugar era ótimo pra um encontro com uma p**a. Eu nunca levei minha ex lá, ou minha familia, ou meus amigos. Era um apartamento sem lembranças, sem passado, sem história. Me servi uma taça de vinho e fiquei bebendo, sentada na sacada enquanto via o atardecer se fazendo cada vez mais notável. Eu estava perdida em meus pensamentos quando escutei a porta. Eu já havia dado a ordem pro porteiro de deixar ela subir, então ela já estava na porta do apartamento. Deixei a taça de vinho em cima da mesa de vidro e entrei na sala, caminhando até a porta. Ao contrário do que eu imaginei, eu não estava nem um pouco nervosa. Estava apenas ansiosa por passar a noite inteira transando, pois fazia tanto tempo que eu não fazia sexo que minhas bolas doiam. Abri a porta e ali estava ela. Sua roupa era discreta, um vestido n***o que chegava até o meio da coxa e não tinha muito decote. Sapatos de salto alto e fino, uma bolsa combinando com o vestido e sua maquiagem era leve. Seu cabelo caia como uma cascada em seus ombros. Eu tenho que admitir que ela estava linda. "Entra." Eu sai da frente da porta pra que ela pudesse entrar e sem nenhuma palavra, ela entrou. Eu fechei a porta e acompanhei ela até a sala, onde mandei-a sentar em um dos sofás enquanto eu sentava no outro. "Quer beber alguma coisa?" Perguntei pela força do hábito. Ela balançou a cabeça, me olhando nos olhos o tempo todo. Eu gostava disso, demonstrava confiança. "Estou bem, obrigada." "Qual o seu nome?" "Karla." Eu dei uma risada baixa. "Qual o seu verdadeiro nome?" "Karla." Em nenhum momento ela baixou ou desviou o olhar e eu gostava cada vez mais daquilo. Eu não gostava de mulheres que eram; ou pior, fingiam ser; timidas. Que toda hora ficavam vermelhas por nada ou que olhavam pro chão, aquilo atacava meus nervos! Gostava de mulheres decididas, desafiantes, com atitude. Como aquela mulher sentada na minha frente. "Tanto faz. Te pago agora ou depois?" "Agora seria perfeito." Levantei, pegando minha carteira dentro da bolsa e tirei o dinheiro. Cheguei perto dela, ficando de pé na sua frente, e dei o dinheiro pra ela. Ela guardou o dinheiro dentro da bolsa e tirou a mesma dos ombros, deixando ao seu lado no sofá. "Não vai contar?" Eu perguntei ainda parada na frente dela, meu p*u estava na altura da sua cara. "Confio em você." Eu disse sem nenhuma expressividade, olhando pra cima e me encarando. "Você faz de tudo não é mesmo... Karla?" Disse aquele nome num tom meio sarcástico. "Tudo menos bondage e essas merdas." Aquilo também não fazia o meu estilo mas escutar ela falando aquela palavra me fez imaginar ela com as mãos atadas atrás das costas, entregue a mim. "Isso não será um problema." Coloquei minhas mãos no cabelo macio dela já sentindo meu p*u endurecer. Comecei a entrelaçar meus dedos em seu cabelo e ela continuava me olhando, esperando eu dizer o que queria. "Quero que comece me chupando." Sem dizer nada, ela começou a alisar e massagear meu p*u por cima da calça. Encostou o rosto no meio das minhas pernas e deu algumas mordidinhas no meu m****o coberto e eu mordi meu lábio, olhando ela. Depois de algum tempo nisso, ela abriu minhas calças e baixou-as até meus calcanhares, me deixando só com a cueca boxer.  Meu p*u já estava totalmente duro e ela fechou a boca em volta da cabeça que saia da barra da cueca. Ela passava a pontinha da lingua pela pequena a******a da cabeça do meu p*u e logo chupava. Eu tinha vontade de gemer mas me controlava pra não parecer uma virgem ou uma desesperada. Karla continuava chupando só a cabeça e massageava minhas bolas por cima da cueca. Eu estava amando aquilo mas não estava com paciência pra provocações, eu queria meu p*u inteiro dentro daquela boca. "Tira a minha cueca e me chupa logo." Eu ordenei. Ela seguiu minha ordem e baixou minha cueca. Segurou meu p*u pela base e colocou metade na boca, chupando com vontade. Dessa vez eu arfei, sentindo aquele calor úmedo no meu p*u. Karla baixava cada vez mais a boca, tirando a mão da base e engolindo todo meu p*u. Aquilo me fez ver estrelas e apertar o cabelo dela, segurando a cabeça dela pra ela não sair dali durante um instante. Ela realmente era uma profissional, contraía os músculos da garganta em volta da cabeça do meu p*u e respirava sem problemas. Quando eu parei de apertar, ela subiu de volta até a cabeça e voltou a baixar. Ai ela não parou mais, subia e baixava a cabeça, chupando meu p*u com força e arrancando suspiros e pequenos gemidos de mim. Nas minhas bolas havia g**o acumulado de dois meses e eu não aguentei muito e avisei ela de que ia gozar. Ela parou de me chupar e ficou me punhetando rápido até que gozei, jorrando toda minha p***a; que não era pouca; na cara dela. Depois dos segundos de puro prazer em que eu estava perdida em meu próprio mundo, abri os olhos e vi ela olhando pra mim com a cara coberta da minha p***a. Aquilo me fez endurecer de novo quase instântaneamente. Mandei que ela não limpasse a cara e depois de tirar de vez os sapatos, calça, cueca e camisa, levei ela pro quarto. Tirei seu vestido preto e a lingerie mas deixei o sapato de salto alto, eu queria f***r ela com eles. Depois de tirar meu sutiã e estarmos as duas completamente nuas, eu peguei uma camisinha que já estava preparada em cima da mesa de cabeçeira e coloquei. Abri as pernas de Karla, deitando no meio delas e encostei o rosto no pescoço dela. Ela tinha um cheiro gostoso, beijei seu pescoço e chupei de leve.  Baixei minha boca até chegar nos s***s dela e passei a lingua pelo bico duro de ambos p****s. Chupei um deles, segurando-o entre meus dentes enquanto chupava e olhei pra cima enquanto isso. Ela olhava de volta pra mim e mordia o lábio, com cara de quem estava gostando. Eu não sabia se aquilo era de verdade ou se ela estava fingindo pra me agradar mas poco me importava, eu fazia aquilo pro meu próprio prazer, não pelo dela. Depois de chupar também seu outro seio, eu passei a mão pela b****a dela e dei um sorriso de lado ao ver que estava molhada. Na verdade estava pingando, aquilo não dava pra fingir. Ela estava gostando. Eu bulinei o c******s duro dela com o polegar e ela gemeu, fechando os olhos. "Você costuma gostar de t*****r com seus clientes?" Perguntei ao ver que ela estava gostando daquilo tanto quanto eu. Ela abriu os olhos com dificuldade enquanto eu continuava tocando ela e disse simplesmente: "Não." Mais uma vez sem saber se era verdade ou não e mais uma vez sem me importar, posicionei meu p*u na entrada dela e fui entrando aos poucos. Ah, aquilo era o paraíso! Eu ia sentindo como aos poucos meu p*u era envolvido por um calor maravilhoso, a b****a dela engolia meu p*u, puxando ele mais pra dentro à medida que eu avançava. Karla gemia baixo enquanto isso, sempre olhando nos meus olhos e eu mordia meu lábio e continuava metendo até meu p*u estar completamente dentro dela. Fiquei um tempo parada ali, saboreando aquele calor e modo como ela me apertava e massageava meu p*u com seus músculos vaginais. Me sentei nos meus joelhos, levei minhas mãos até sua cintura fina e segurei com força, puxando ela pra mais perto e fazendo meu p*u ir mais profundo. Ela gemeu mais alto e eu comecei minhas estocadas. Não fui gentil. Estocava rápido e com força, fazendo que sua b****a se alargasse cada vez mais. Mas não era daquele jeito que eu queria gozar. Saí de dentro dela pouco depois e deitei de barriga pra cima na cama, mandando ela sentar no meu p*u. Ela veio pra cima de mim e sentou, engolindo todo o meu p*u novamente. Gememos juntas e eu segurei na cintura dela novamente, controlando os movimentos dela. Ela parecia uma boneca, deixava eu subir e descer ela no meu p*u e apenas dava impulsos pra me ajudar. Eu arfava com a sensação, olhando hora a cara de Karla, hora meu p*u desaparecendo dentro da b****a dela. Vi seu c******s duro e molhado e sem pensar duas vezes, levei meu polegar até ele e mais uma vez comecei a fazer pequenos circulos nele. Ela gemeu e jogou a cabeça e o corpo pra trás, se apoiando nas mãos enquanto eu continuava metendo nela. Pouco depois senti a b****a dela sufocar meu p*u, prensando até o ponto de quase doer e soube que ela estava gozando. Sorri ao perceber que tinha feito ela gozar e voltei a ficar por cima, estocando mais rápido e com mais força. Ela gemia igual uma p**a; se bem que isso não podia se aplicar a ela já que ela era uma de verdade; e segurava nos meus ombros. Eu apertei aquelas coxas morenas e gostosas e com uma última estocada funda e forte, fiquei parada com o p*u atolado dentro dela e gozei, enchendo a camisinha de p***a. Karla ainda gemia baixinho e eu suspirava e respirava ofegante em cima dela. Assim que consegui controlar minha respiração, tirei meu p*u de dentro dela devagar e tirei a camisinha usada. Dei um nó na camisinha e levantei, indo até o banheiro e jogando no lixo. Chamei ela pra tomar um banho comigo e ela veio na mesma hora. Peguei outra camisinha na gaveta do banheiro e deixei em cima da pia preparada e logo liguei o chuveiro. Entrei no box junto com ela e ficamos ali debaixo da água, apenas nos olhando. "Você beija seus clientes na boca?" Eu perguntei, querendo saber se o famoso mito era verdade. "Não. Na minha opinião beijo é uma demonstração de carinho ou de amor." Apenas assenti e virei ela de costas pra mim. Tirei o cabelo das suas costas, jogando ele pra frente pelo ombro dela e fiquei olhando aquela b***a enorme. Coloquei minhas mãos em cada uma das suas nádegas e apertei com vontade. Meu p*u ficava duro de novo só de imaginar eu comendo aquela b***a gostosa. Beijei as costas molhada dela e logo o pescoço, passei a lingua pelo mesmo e chupei. "Não me deixa marcas, por favor." "Não se preocupe, não gosto de deixar marcas em uma mulher." Encostei meu p*u que já estava a metade do caminho na meio da b***a dela e esfregei ele lá dentro. Quanto mais eu esfregava, mais duro ele ficava e mais pesada ficava a minha respiração. E a dela também. Depois de um tempo naquela brincadeira e com o p*u já completamente duro, peguei a camisinha de cima da pia e cobri meu p*u com ela. Fiz Karla apoiar as mãos na parede e fiquei novamente detrás dela. Abri aquela b***a macia e coloquei um dedo dentro do seu buraco apertado. Ela deu um suspiro e deixei ele ali um tempo, logo coloquei mais um dedo e comecei a f***r o cu dela com eles. Fiquei fazendo aquele vai e vem com os dedos durante algum tempo e quando percebi que ela estava preparada eu parei. Tirei os dedos e coloquei a cabeça do meu p*u naquela entrada quase fechada. Aos poucos fui entrando naquele cu e parecia que ele ia arrancar o meu p*u de tão apertado que era. Karla controlava a respiração, acho que pra doer menos, enquanto eu enfiava cada vez mais. Quando ele já estrava até o talo dentro dela, eu apertei sua b***a novamente e dei um tapa em um dos lados. Ela parecia gostar disso, pois senti seu cu se contrair na hora. Dei um outro tapa do outro lado da b***a dela e ela gemeu. Eu sorri e tirei meu p*u pra fora, deixando apenas a cabeça dentro, e logo estoquei dentro do cu dela. Comecei uma serie de estocadas, sentindo meu p*u entrar cada vez com mais facilidade dentro do cu apertado dela. Ambas gemiamos, arfavamos e suspiravamos. Eu jogava minhas cadeiras pra frente e ela empurrava a b***a pra trás, dando uma bem-vinda às minhas estocadas. Enquanto metia no cu dela, eu dava vários tapas em sua b***a, que já estava vermelha e ela gemia mais e mais. Foi quando eu levei minha mão até a b****a encharcada dela e meti dois dedos dentro; enquanto socava em seu cu; que ela gozou mais uma vez, encostando a testa na parede fria. O cu dela me apertou muito mais que a b****a e depois de umas quantas mais estocadas, eu gozei também, enchendo outra camisinha de p***a. Eu encostei a cabeça nas costas dela, pensando em como era possivel que ambas ainda estivessemos de pé depois daquilo. Quando me recuperei, tirei meu p*u de dentro do cu dela e fiquei maravilhada em ver como o buraco estava dilatado. Tirei a camisinha e dei um nó, jogando ela no lixo junto com a outra. Logo, eu e Karla tomamos um banho e nos secamos, voltando pra cama peladas mesmo. Transamos várias outras vezes durante a noite e em vários lugares do apartamento até cairmos rendidas na cama. Quando acordei de manhã, Karla não estava mais ali, o que era normal pois já haviam acabado nossas horas. Encontrei um bilhete na almofada ao meu lado que despertou a minha curiosidade. Sentei na cama, abri o bilhete e li. Dizia apenas:  Camila: xxx-xxx-xxx. Guardei o número de celular nos meus contatos e levantei da cama com um sorriso nos lábios. É, aquela não havia sido uma má idéia.
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