POV Normani
Não sei porque deixei Dinah me convencer a vir nesse lugar. Eu estava tão tranquila na minha casa, com minha taça de vinho e meu filme. Mas ai Dinah me ligou com a brilhante idéia de me trazer num clube de dança exótica. Aquilo mais parecia um clube de strip tease isso sim mas ela insistia que ali as meninas só dançavam, não tiravam a roupa. Bom, também pra quantidade de roupa que tinham pra tirar não fazia muita diferença!
Eu ia entrando no lugar e cada vez via mais mulheres quase nuas, dançando de maneira sensual em cima das plataformas nos lados do clube. Aquela fila de plataformas nos levavam até o final do local, onde havia um palco e na frente várias mesas. No meio do palco havia uma barra de metal que até o mais ingênuo sabia que servia pra strips. Olhei feio pra Dinah que riu e balançou a cabeça.
"É pra pole dance, Mani. Não tem strip aqui, já falei." Ela disse rindo e sentou numa das mesas perto do palco.
Eu suspirei, sentando do lado dela "Dinah, eu não me sinto cômoda aqui."
Ela revirou os olhos, chamando a garçonete pra pedir nossas bebidas. "Deixa de ser careta, Mani. Desde que a Ally foi embora você só fica trancada naquela casa, se enchendo de vinho que nem uma dona de casa amargurada. Vive um pouco!"
Eu fiquei pensando nas palavras de Dinah enquanto ela pedia nossas cervejas e paquerava a garçonete. Ela tinha razão, desde que Ally me deixou eu m*l saía de casa. Escrevia minha redação semanal em casa e mandava pro jornal por e-mail, comprava comida pela internet. Saía apenas de noite pra comprar mais vinho. Eu realmente não estava bem e a forma de Dinah de me ajudar a sair do fundo do poço era me trazendo pra ver mulheres quase peladas. Eu até agradecia a preocupação dela mas não achava o lugar indicado.
"Se o que você queria era me tirar de casa podia ter escolhido um lugar mais apropriado pra me levar, Dinah."
"Ah e queria que eu te levasse onde? Na praia pra você ficar falando de como a Ally amava ir na praia ao atardecer? No cinema pra você ficar lembrando que o primeiro encontro com ela foi em um? Em um restaurante pra falar de como vocês sempre comiam fora?" Ela disse imitando minha voz e zombando de mim. "Você tem que ver bundas e p****s pra esquecer daquela mulher, isso sim. No final da noite não vai nem lembrar o nome dela."
Se fosse fácil assim!
Me dei por vencida e decidi tentar me divertir já que já estava ali. A primeira mulher em dançar no palco foi uma mulher bem branca e com uns olhos verdes lindos, que foi apresentada como Michelle. Era engraçado como a mulher estava quase pelada e eu reparava nos olhos dela em vez de secar o corpo dela como todos os outros ali. Dinah principalmente, ela olhava a menina com cara de pervertida e gritava coisas como "gostosa" e "oh lá em casa". Eu estava com vergonha alheia, Dinah não tinha filtro e muito menos vergonha.
"c*****o, essa Lauren é gostosa pra c****e! Ainda levo ela pra cama." Ela dizia, olhando todo o corpo mulher.
Eu balançava a cabeça e bebia minha cerveja devagar. Dinah devia andar stalkeando a mulher pra saber até o nome dela. "Tá pior que homem, Dinah."
"f**a-se! Aquela mulher me deixa louca." Ela deu uma risada e aplaudiu alto quando Lauren terminou sua apresentação.
Quando Lauren saiu do palco, uma mulher bem mais velha entrou pra apresentar a seguinte dançarina. A mulher falou as tipicas coisas que falam pra todas as dançarinas e todo mundo aplaudiu, esperando a tal Karla aparecer.
"Você vai gostar dessa, Mani. Latina, do jeito que você gosta." Dinah piscou pra mim.
Então a mulher entrou no palco. Ela era morena, com traços latinos, tinha um corpão e estava vestida com uma lingerie vermelha super sexy. Dinah tinha razão, ela fazia o meu tipo. Eu não conseguia tirar os olhos daquela mulher, ao contrário da anterior, eu olhava pro corpo dela enquando ela rebolava e se esfregava na barra. Meu p*u logo começou a ficar duro enquanto eu olhava ela jogar seu corpo pro chão e esfregar a b***a na barra de metal.
Tal como na dança de Lauren, os homens gritavam e aplaudiam enlouquecidos mas eu estava tão concentrada na dança dela que m*l escutava nada. Ela passava as mãos pelo corpo e rebolava até o chão, subindo de volta se esfregando a barra. Eu nunca senti tanto ciúmes de uma barra de metal na minha vida! Meu p*u ficava cada vez mais duro, eu imaginava aquela mulher rebolando em cima dele e quase gemi só de pensar. Sem nem perceber, levei minha mão até ele e dei uma apertada pra aliviar um pouco.
Então nossos olhares se cruzaram e ela deu um sorriso e piscou pra mim. Ela piscou pra mim! Aquele lugar estava cheio e ela olhou pra mim. Eu sorri de volta pra ela e ela continuou dançando, olhando pra mim enquanto isso.
Foi então que eu percebi que eu estava me tocando enquanto olhava ela. Tirei a mão do meio das minhas pernas, morta de vergonha e ela deu uma risada ao ver minha reação. Olhei pro meu lado e Dinah já nem estava mais ali, imaginei que ela devia ter ido atrás de Lauren e voltei a olhar pra Camila. Ela terminou a dança dela, mordendo o lábio e no final me mandando um beijo no ar. Ela abandonou o palco ao som de aplausos e gritos e eu fiquei ali, tentando baixar minha ereção. Fiquei vários minutos e nada do meu p*u amolecer. Droga!
Levei um susto quando senti uma mão tocando meu ombro e olhei pra cima vendo aquela mulher linda, sorrindo pra mim. Agora ela estava vestida, com uma saia curta e uma blusa fina.
"Oi. Você é a Normani, né?" Eu apenas assenti, me perguntando como ela sabia meu nome. "Meu nome é Camila. Sou amiga da Dinah, ela pediu pra mim te levar em casa. Ela está... Ocupada com a Lauren." Ela deu um risinho e amei o som da sua risada.
Aquela Dinah é uma viada mesmo, viu! A mulher era amiga dela e ela não falou nada. Tramou tudo isso desdo começo.
"Ah... Não precisa, eu pego um taxi." Eu não queria levantar, pois ainda estava de p*u duro.
Ela sorriu e alisou meu braço, enquanto dizia: "Mas eu adoraria te levar em casa, Mani."
Aquilo me fez arrepiar, seu carinho e o jeito carinhoso que ela me chamou como se me conhecesse a muito tempo. Aquilo só piorou minha situação. "É que..."
Eu ia inventar alguma desculpa mas ela nem esperou e disse: "Você está de p*u duro, eu sei." Ela sorriu de forma meiga. "Não tem porque ter vergonha. Vem comigo." Ela pegou na minha mão e me puxou pra eu levantar.
Levantei, morrendo de vergonha do volume nas minhas calças e ela beijou meu rosto dizendo que aquilo era normal e não tinha do que eu ter vergonha. Fui andando até a saída do local com ela na minha frente, me tapando e diminuindo minha vergonha. Saimos do clube e fomos até o carro dela que por sorte estava estacionado ali perto. Eu entrei no banco do passajeiro e Camila no do motorista. Ela colocou o cinto e logo ligou o carro, dando partida.
"Onde você mora?"
Eu dei o endereço pra ela e ela seguiu minhas instruções, me levando pra casa. Durante o caminho, eu não conseguia tirar os olhos das pernas nuas de Camila. Ela tinha umas pernas lindas, eu sentia vontade de alisar aquelas coxas morenas e apertar. Me sentia uma adolescente i****a que não conseguia se controlar mas por sorte minha ereção tinha baixado. Fomos conversando pelo caminho e a conversa fluía de forma natural. Camila me contou que trabalhava ali pra pagar a faculdade de medicina e fiquei admirada de saber que ela era uma garota super inteligente.
Quando chegamos na minha casa eu perguntei se ela queria entrar e tomar alguma coisa e ela mordeu o lábio, me olhando. "Você quer que eu entre?"
Pelo jeito inseguro que ela perguntou aquilo eu tive certeza que Dinah tinha contado pra ela da minha situação. "Sim, quero muito."
Ela sorriu abertamente e tirou o cinto. "Vamos então."
Entramos em casa e eu fui pegar uma garrafa de vinho e duas taças enquanto Camila me esperava na sala. Quando voltei com a bebida, vi ela olhando algumas fotos minhas e de Ally que eu ainda tinha nos porta-retratos.
Ela escutou eu entrando na sala e virou pra me olhar, sorrindo. "Linda a sua ex."
"É..." Deixei as taças em cima da mesa de centro e abri a garrafa de vinho.
"Você ainda ama ela, né?" Ela perguntou com voz suave, chegando perto de mim.
Eu suspirei, terminando de abrir a garrafa. Eu estava ali com ela pra esquecer a Ally e ela vinha me falar nela. Senti Camila pegar a garrafar e colocar a mesma em cima da mesa. Logo ela pegou minhas mãos, colocando-as na sua cintura fina e me olhando nos olhos.
"Vem." Ela sussurrou, encostando seu rosto no meu. "Deixa eu te ajudar a esquecer."
Eu segurei a cintura dela e ela segurou minha nuca, aproximamos nossos lábios devagar e começamos a nos beijar com calma. Os lábios dela eram suaves e tinham gosto de lipgloss de cereja. Ela subiu as mãos pro meu cabelo e começou a massagear a minha cabeça enquanto nos beijávamos como namoradas e não como duas quase-estranhas que queriam t*****r. Ela sabia do meu estado emocional e estava sendo paciente e doce e eu estava amando aquilo.
Baixei minhas mãos pra b***a grande dela e apertei de leve, fazendo ela gemer na minha boca. Eu me afastei um pouco e perguntei se ela queria ir pro quarto, ao que ela respondeu que sim. Sorri e segurei a mão dela, guiando ela até o meu quarto. Assim que chegamos lá, ela voltou a me beijar e dessa vez o beijo foi mais intenso. Nossas linguas brincavam e nossas mãos passeavam livremente pelo corpo uma da outra.
Camila parou o beijo após algum tempo e me empurrou de leve para que eu sentasse na cama. Ela sorriu e piscou pra mim, começando a dançar na minha frente. Ela rebolava de forma sensual igual ela fez no clube e mesmo sem música, ela parecia seguir o ritmo de alguma melodia.
Camila encostou os lábios na minha orelha e sussurrou: "Espero que goste do seu show privado." Ela beijou o lóbulo da minha orelha depois de dizer isso e voltou a dançar.
Eu estava louca com aquilo. Ela virava de costas pra mim e rebolava, fazendo a saia subir e mostrando sua b***a perfeita coberta apenas por um fio dental. Logo ela virava pra mim e desabotoava os botões da sua blusa fina enquanto balançava as cadeiras. Ela tirou a bendita blusa, deixando à mostra a barriga lisa e sentou no meu colo; bem em cima do meu p*u que já estava novamente duro. Eu gemi com a sensação e segurei forte na cintura dela enquanto ela rebolava no meu p*u e gemia também.
"Eu quero você." Eu sussurrei, beijando o queixo dela.
Ela puxou meu cabelo com delicadeza e me deu um beijo de lingua bem demorado antes de sussurrar de volta: "Eu também quero você."
Sem perder mais tempo, nos virei na cama ficando por cima dela e logo fiquei de pé e tirei toda minha roupa. Ela me olhava com desejo, passando a lingua pelos lábios e tirou a saia e o sutiã, ficando nua também. Voltei a deitar por cima dela, deixando meu p*u duro tocar sua b****a e arrancando um gemido de Camila.
Ela abriu as pernas, me deixando espaço no meio de ambas e voltou a me beijar, pedindo que eu comesse ela logo. Perguntei se precisava de camisinha e ela disse que não porque tomava remédio. Eu coloquei meu p*u em posição enquanto beijava o pescoço fino dela. Quando senti sua b****a molhada na cabeça do meu p*u, não me controlei e entrei nela de uma vez mas com cuidado pra não machucá-la. Camila fez a cara de prazer mais linda que eu já vi e cravou suas unhas nas minhas costas.
"T...Tão grande, Mani." Ela gemeu perto do meu ouvido.
Eu beijei uma vez mais o pescoço dela e logo, beijei e chupei o lóbulo da sua orelha, fazendo ela se arrepiar. "Como você é gostosa." Eu sussurrei de volta.
Depois de um tempo eu comecei a me movimentar, entrando e saindo dela devagar, rebolando um pouco enquanto entrava e saía. Ela gemia, cada vez mais alto e jogava as cadeiras pra cima, indo ao encontro das minhas estocadas. A b****a dela era super apertada, quente, molhada e esponjosa e eu me sentia nas nuvens. Olhava o rosto de menina da Camila enquanto aumentava a velocidade das minhas estocadas e ela contorcia o rosto de prazer. Segurei suas pernas e coloquei elas nos meus ombros, indo o mais fundo possivel dentro dela e fodendo ela mais rápido.
"Ah, Mani! p**a que pariu!" Ela gritava, louca de t***o e segurava na cama, recebendo de bom grado minhas estocadas.
Eu alisava e apertava as pernas e coxas gostosas dela e arfava feito louca, já sentindo que ia gozar. Olhei pra baixo e fiquei vendo como meu p*u grande e grosso, entrava e saía da b****a apertada dela. Aquilo me levou ao auge. Fechei os olhos e estoquei fundo naquela b****a gostosa e fiquei parada ali dentro, jorrando jatos e mais jatos de p***a quente dentro de Camila.
Ela gemeu mais alto que nunca, arranhou minhas costas; com certeza deixando marcas de arranhões; e gozou também. Sua b****a apertou mais ainda meu p*u nessa hora e eu pensei que fosse gozar de novo na hora. Senti os músculos vaginais de Camila relaxarem depois de alguns segundos mas deixei meu p*u dentro dela, amando o calor daquele lugar. Ela pareceu não se importar e eu tirei as pernas dela dos meus ombros, deitando por cima dela. Ela me abraçou, sua respiração ofegante ao igual que a minha e ficamos ali por um bom tempo sem falar nada.
Depois de vários minutos, quando nossas respirações estabilizaram e paramos de suar, Camila disse: "Você sabe que nosso encontro não foi casualidade, né? Dinah me falou muito de você e disse que eu poderia te animar." Ela deu um risinho ao falar.
Eu dei uma risada também. "Imaginei quando me disse que era amiga dela."
Camila ficou fazendo carinho no meu cabelo. "Bom, eu adorei você. Posso te animar sempre que quiser."
E eu ia querer muitas vezes, com certeza.