O Que É Meu Ninguém Toca (Laurinah)

1661 Palavras
POV Lauren "Que merda foi aquilo, Dinah?!" Gritei, colocando as mãos na cintura e encarando minha namorada. Nós acabávamos de chegar em casa depois de uma festa. Eu passei o caminho todo me segurando pra não brigar no carro, pois sabia que se eu quisesse acabar com a briga não tinha pra onde fugir. Tínhamos ido a uma festa em uma boate e Dinah teve a indecência de ficar secando a ex na minha frente! "Eu não fiz nada, amor!" Ela respondeu, se fazendo de desentendida. Eu dei uma risada sarcástica. "Ah mas essa é muito boa mesmo! Não fez nada, né? Só ficou olhando pra b***a da Normani enquanto ela dançava!" Dinah revirou os olhos. "Não viaja, Lauren. Você vê coisa que não existe." Se tinha coisa que me dava raiva e me deixava estressada era quando ela se fazia de desentendida e ainda dizia que eu estava inventando coisas. "Eu vejo coisa que não existe? Todo mundo viu você babando por ela, Dinah! Você sabe a humilhação que eu passei? Dá pra escrever um livro com meu papel de otária!" Dei as costas pra ela, indo pra cozinha. Estava me dando raiva só de olhar pra cara dela. Ela não tinha nem a decência de admitir o que fez! Enquanto eu estava eu colocando água num copo pra beber, Dinah veio me abraçando por trás. Eu dei tirei os braços dela da minha cintura, empurrando ela. "Não encosta em mim, Dinah!" Ela tinha muita cara de p*u mesmo, vir me abraçar como se nada tivesse acontecido. "Lauren, pára de besteira. Eu não fiquei secando a Normani coisa nenhuma. Ela começou a dançar no meio do lugar, todo mundo olhou! Uma coisa é olhar, outra coisa é comer com os olhos como você tá insinuando que eu fiz!" Agora ela que gritava e parecia brava. Mas é muita audácia mesmo! Ela que faz a merda e ainda fica brava. "Ah tá, você só olhou. Só olhou por um bom tempo!" Ela suspirou cansada. "Tá, Lauren. Fica ai imaginando coisa que não existe que eu vou dormir que ganho mais." Ela deu as costas e saiu da cozinha. Aquilo me deixou mais brava ainda. Ela sabia muito bem que eu odiava quando ela fugia de uma briga. Fui atrás dela, que já estava subindo as escadas pro andar de cima e falei: "Dinah, volta aqui que a conversa ainda não acabou!" Ela fingiu que não escutou e continuou subindo as escadas até chegar no topo e foi em direção ao nosso quarto. Eu continuei indo atrás dela e ela entrou no quarto, me ignorando. "Dinah, não me deixa falando sozinha!" Gritei, entrando no quarto atrás dela. Dinah virou pra mim e veio na minha direção, me empurrando contra a porta e fechando a mesma com o meu corpo. "Você tem uma boca tão gostosa, deveria estar usando ela pra algo melhor do que pra falar merda." Ela disse, passando o polegar pelos meus lábios. "Vai se f***r, Dinah!" Tentei empurrar ela mas ela prensou mais meu corpo contra a porta com o corpo dela. "Não." Ela encostou a boca no meu ouvido e sussurrou: "Vou te foder." Aquilo me deixou arrepiada mas eu não queria dar o braço a torcer e esquecer tudo tão fácil assim. "Por quê não vai f***r a Normani?" Perguntei, saindo dali. "Talvez eu vá." Ela disse com um sorriso provocativo, abrindo a porta e saindo do quarto. Oh Dinah, você não fez isso! Fui atrás dela, parando ela já no meio das escadas e empurrando ela pra sentar em um dos degraus. Quando ela caiu de b***a do degrau, eu não perdi tempo e sentei no colo dela. Segurei na camisa dela, olhando bem pra ela. "Você não vai a lugar nenhum, Dinah Jane. Único lugar pra onde você vai é pro hospital se falar uma merda dessas de novo!" Puxei ela pra perto pela camisa, beijando ela com força. Eu sabia que ela só tinha dito aquilo pra me provocar, mas não sou do tipo de mulher que aceita provocação. Eu ia mostrar pra ela que eu era mais que capaz de satisfazer ela e ter certeza que ela nunca mais olhava pra onde não devia! Parei o beijo depois de alguns segundos, olhando diretamente pra ela. "Você é minha, Jane." Abri as calças dela enquanto falava e coloquei a mão dentro. "Não vai olhar e muito menos tocar ninguém que não seja eu!" Apertei as bolas dela, fazendo ela gemer de dor, pra deixar claro o que eu estava falando. "E se eu sonhar que você anda me traindo ou sequer pensando em me trair, eu arranco as suas bolas e dou pra aquele seu cachorro i****a comer." O cachorro dela não gostava de mim, nem eu dele. tínhamos ciúmes um do outro. Eu ainda apertava, agora com menos força, e Dinah tinha uma cara de dor que me deu dó. Mas ela merecia! "Ai... Prefiro que você coma minhas bolas." Ela não conseguia ficar sem fazer uma gracinha nem na hora da dor. Eu revirei o olhos e parei de apertar. Eu estava com raiva mas queria filhos no futuro. "Que seja a última vez que eu te pego olhando pra outra mulher, Dinah. Estou avisando." Ela colocou a mão dentro da calça, alisando suas bolas. "Branquela brava da porra." Ela ficou um tempo alisando e nisso seu p*u foi ficando duro. "Você esmagou minhas bolas, bem que podia dar um beijinho pra sarar." Ela pediu, fazendo bico. "Mas você tem muita cara de p*u mesmo viu, Hansen!" Ela continuou fazendo biquinho e eu revirei os olhos, baixando as calças delas. Ela logo abriu um sorriso e me ajudou na tarefa. Eu saí de cima dela e terminei de tirar as calças e a cueca dela, jogando elas pela escada. Seu p*u já estava duro, deixando suas bolas à mostra. Eu me ajoelhei dois degraus mais abaixo do que ela estava sentada e abri as pernas dela. Inclinei meu corpo pra frente e dei um beijinho em cada uma das suas bolas e logo passei a lingua por elas.  Dinah deu um suspiro de prazer e eu chupei uma delas devagar por um instante e logo a outra. Dinah gemeu com isso e colocou um mão no meu cabelo, me incentivando a continuar. Abri bem a boca e coloquei as duas bolas na boca, chupando com cuidado. Dinah gemeu alto, segurando meu cabelo e fechando os olhos. Continuei chupando suas bolas por algum tempo e logo parei, tirando-as da boca. Olhei pra minha namorada que tinha uma cara de puro prazer e sorri. "Melhorou?" Ela sorriu, assentindo. "Bastante. Mas tem como ficar melhor ainda." Pensei que ela queria que eu chupasse o p*u dela mas ela me puxou pra cima com cuidado, me sentando de volta no colo dela. Eu estava de mini saia, então ela apenas afastou minha calcinha e pediu pra eu sentar no p*u dela. Eu fiz o que ela queria e posicionei o p*u dela na minha entrada, sentando nele de uma vez. As duas gememos de prazer. Dinah tirou minha blusa e meu sutiã e passou a lingua pelo bico de um dos meus s***s antes de chupar com vontade o mesmo. Eu gemi mais alto e comecei a subir e baixar no p*u dela, que me abria até o meu limite.  Eu nunca iria me acostumar com o tamanho de Dinah, todas as vezes que transávamos era como a primeira vez. Eu cavalgava em seu p*u e ela chupava meus s***s e apertava minha cintura. Ela chupava os b***s dos meus s***s e em volta, deixando eles vermelhos e com vários chupões. Eu gemia cada vez mais, amando o jeito possessivo em que ela marcava meu corpo e deixava as marcas das suas mãos grandes na minha cintura. Qualquer chupada leve que ela me desse deixava marcas graças a eu ser tão branquinha, quando ela fazia de propósito então! Eu passava dias tendo que esconder os chupões. Eu cavalgava cada vez mais rápido no p*u gostoso de Dinah e ela, por sua vez, levantava o corpo me fodendo com força. "p***a, branquela. Você é gostosa demais. Não sei como pode pensar que eu ia querer mais alguém tendo você." Ela falava enquando gemia e com as mãos segurando forte na minha cintura, controlava meus movimentos me subindo e baixando em seu p*u. "A... Acho bom... Mesmo." Eu dizia enquanto sentia meu orgasmo se aproximando. Eu segurava forte nos ombros da minha namorada e sentia seu p*u tocando lugares dentro de mim onde só ela conseguiu chegar. Então Dinah deu um tapa na minha b***a e isso me fez gozar como nunca. Eu parei meus movimentos, apertando o p*u dela dentro de mim como se não quisesse deixá-la sair. Mas Dinah não parou de me f***r, ela arfou e nos virou nas escadas. Eu segurei no corrimão da escada enquanto ela estocava rápido e com força em mim. Com a outra mão eu levantava um pouco meu corpo pro movimento não machucar minhas costas e gemia, sentindo outro orgasmo se aproximando. Dinah encostou seu rosto em meu pescoço. Ela chupava e mordia com certa força até que parou suas estocadas, jorrando toda sua p***a dentro de mim e gemendo no meu pescoço. Eu gozei uma segunda vez ao sentir o calor do sua p***a me preenchendo e minha b****a apertou novamente seu p*u com força, tirando uns quantos jatos mais do p*u dela. Eu sentia a respiração quente e acelerada de Dinah no meu pescoço e seu p*u pulsante dentro de mim e sabia que eu não estivesse tão sensível depois dos dois orgamos, eu gozaria novamente com a sensação. Depois de alguns minutos de silêncio e trocas de caricias, Dinah disse: "p***a se isso é o que acontece quando você fica com ciúmes, acho que vou te fazer ciúmes mais vezes." Ela riu. Dei um tapa ardido no braço dela e olhei pra ela. "Faz pra você ver, Jane. Te garanto que da próxima vez não terá final feliz." Ela entendeu o duplo significado da frase e deu uma risada gostosa, me abraçando. "Te amo, minha branquela estressadinha." Eu revirei os olhos mas logo sorri de volta, dando um selinho nela. "Também te amo, sua sem vergonha."
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