Nicolas Narrando Mano, o baile começou pesado, tipo, a galera chegou chegando. Aquele clima de festa que só o morro sabe fazer, sabe? Música pulsando no peito, luzes piscando, risada solta no ar. Tava tudo nos conformes, cada um no seu lugar, respeitando a visão. Fiquei na contenção, firme no posto com o Joca do meu lado, a gente trocando ideia, monitorando cada movimento. O clima era de alegria, mas a gente sabe que num lugar como esse, a atenção tem que ser dobrada. Nunca se sabe quando pode rolar algum barato. No meio da festa, vi a Maya chegando com a Aline. Ela tava linda, toda sorridente, como se o peso do mundo tivesse ficado lá fora por umas horas. Meu peito até apertou de orgulho e alívio. Saber que ela tava segura, curtindo um momento de paz, fez tudo valer a pena. A noite foi

