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Linstead - É pra isso que servem os parceiros

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Sinopse

Eles se tornaram parceiros, amigos e eventualmente algo mais, mas será que o pai de Erin Lindsay deixará esse romance acontecer em casa? E como eles vão lidar com os obstáculos em seu caminho? Eles vão aceitar o passado um do outro? Proteger as costas um do outro? Eles podem ser melhores para si mesmo e tentar manter uma relação boa na vida pessoal e na profissional?

Uma história desde o início, Linstead...

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Um novo parceiro
Situado um mês antes de Chicago PD começar. Erin Lindsay chega ao distrito e se direciona para a inteligência. Era uma unidade nova e ela estava muito feliz por fazer parte. Ela ouviu comentários vindos de outros policiais dizendo que ela dormiu com o chefe, que deve aceitar toda a corrupção dele e para os poucos que sabem que Hank Voight é como um pai para ela, mesmo sem saber a história completa dizem que foi por ter privilégio. É um inferno ouvir essas coisas, mas ela fica calada, mesmo que não seja muito bem a maneira como ela prefere reagir sobre certas situações. Eram apenas 7:45 da manhã quando Erin cumprimenta Platt e sobe as escadas até o Bullpen. Ela ter sua mão sendo escaneada, era como um poder e ela amava isso, apenas os autorizados podiam entrar, antigamente se ela subisse para essa sala seria pelos fundos, algemada e para ser interrogada, mas seu chefe não era apenas seu chefe, ele mudou sua vida. Quando ela alcança o topo da escada percebe que apenas Antônio está lá, mas como todos tem que estar no trabalho as 8:00 ela imagina que o resto da equipe chegará em breve. Não são muitas pessoas, a inteligência tem apenas 5 membros, ela que faz parceria com o detetive Alvin Olinsky e a detetive Julie Willhite, parceira de Antônio. Assim, Voight fica sozinho, mas eles estão em busca de mais membros. "Hey!" ela diz quando vê Antônio e vai em direção a mesa percebendo que a porta de Voight está fechada. "Quem está lá?" Ela pergunta pra Antônio apontando com a cabeça para o escritório de Voight "Ei..." responde Antônio quando ela se aproxima da mesa dela que é do lado da dele. "Um novo integrante da inteligência." ele responde olhando para a papelada em sua mesa. Quando Erin ia perguntar sobre esse novo m****o da equipe Julie sobe as escadas e cumprimenta os dois. "Bom dia!" diz ela tirando sua jaqueta azul marinho e indo para sua mesa, que por sua vez fica na frente da de Antônio. Antônio diz bom dia e continua mexendo na papelada, Diego estava gripado, então ele saiu mais cedo no dia anterior para cuidar do filho e deixou a papelada para hoje. "Bom dia..." responde Erin, que estava apoiada em sua mesa e olhando para Dawson. "Sabia que vamos ter um novo parceiro?" Ela pergunta a Julie, direcionando seu olhar para a mulher. "Sério? Quem?" Ela pergunta com curiosidade se sentando em sua cadeira, mas não mexe em nada, apenas presta atenção na conversa com Lindsay. "Tony ia me responder antes de você chegar." Erin sorri e olha para ele esperando uma resposta. "Não ia não." Antônio olha pra ela sorrindo de volta. "Ah, qual é Antônio, conta. Você conhece ele?" Erin pergunta insistindo, desta vez se levantando e se aproximando. "Conheço e ele..." Antônio é convencido a falar, mas é interrompido por Voight que abriu a porta de seu escritório e sai com o homem misterioso. "Bom dia" O sargento da inteligência Hank Voight diz. "Bom, quero que vocês conheçam Jay Halstead, ele está se juntando a nossa unidade..." Ele diz e Jay da um sorriso rápido a todos. "Bem, vamos reorganizar as parcerias a partir de agora, mas vou esperar que Olinsky chegue para que possamos..." "Já estou aqui." Al responde saindo de trás de sua mesa, deslizando em sua cadeira. O novo m****o da equipe da um sorrisinho disfarçado quando Al responde, Lindsay faz o mesmo. Isso é tão típico de Alvin. "Ótimo, como estão todos aqui, vamos as parcerias. Dawson e Willhite, ainda quero vocês juntos. Lindsay, quero você trabalhando e mostrando ao garoto Halstead como as coisas funcionam nessa unidade." Ele diz e recebe um aceno de Lindsay. "Halstead, você pode ficar com a mesa de frente a Alvin ou essa aqui." Ele aponta para a mesa vaga em sua frente. Jay era muito profissional no seu trabalho mas não podia deixar de notar o quão linda sua nova parceira era. Então, entre encarar todos os dias, o idoso a sua frente e a mulher mais linda que ele já virá, sem ofensa a Olinsky, ele ficaria com a mesa vaga em sua frente. "Dawson" Voight o chama e volta ao seu escritório. Ao ir em direção a sala de Voight, Antônio bate no ombro de Jay sorri e da as boas vindas, em seguida Julie aparece o cumprimentando. "Seja bem vindo, detetive" e voltou pra sua mesa, sem dizer muito. Ele olhou para Erin que também vinha dar as boas vindas. "Espero que esse rostinho bonito saiba trabalhar, não gosto de ensinar crianças como fazer trabalho de gente grande." Ele ficaria assustado com o que ela disse se não notasse o tom de brincadeira em sua voz. "Sou Erin Lindsay." Ele pega a mão dela. "Acho que você não terá problemas com isso." Ele aperta a mão dela. "Então, quer dizer que sou um rosto bonito? Sabe, eu não costumo ser atacado tão rápido assim e nem no primeiro dia." Ele provoca, suas mãos se soltando, algo que ambos perceberam que não queriam que acontecesse. "Você gostaria." Ela zomba tentando evitar que ele a note corar, mas não conseguiu, mas para a sua sorte ele não comentou. Erin é profissional, e nada contra Al, mas não era nada m*l um parceiro quente como esse. Esses músculos fortes, com certeza a teriam a salvo. Não vá por aí Lindsay. Ela diz a si mesma. Saindo dos seus pensamentos ela perguntou. "Então, detetive, o que te trouxe a inteligência?" "Antônio me deu uma carona." Ele provoca e ela revira os olhos sorrindo. ... "Ele parece um bom detetive Antônio, mas saiba que ainda estou de olho nele." diz Voight sentando em sua mesa e avisando a seu detetive o que disse ao homem mais jovem durante a contratação. "Ele é" disse Antônio, entre a porta e a mesa do sargento. "Não se preocupe, eu também estou de olho nele, eu..." Antes de Antônio continuar, o celular de Voight toca interrompendo a conversa deles. Dawson não ouve a conversa, mas sabe exatamente o que é quando Voight desliga e se levanta. "Temos um caso." Ele informa a unidade e todos saem. Descendo as escadas Erin entrou no carro ao lado do motorista. Sobre isso, Jay resolveria mais tarde. Ele gosta de dirigir e sabe que isso será bem resolvido, ele e seu antigo parceiro revezavam o volante. ... "Estive disfarçado em um bar, tinha um locador que estava ameaçando os donos do local. Precisávamos de alguém infiltrado para conseguirmos provas concretas e acabei sendo baleado. Antônio e eu nos conhecemos na narcóticos e me disse que o Sargento estava procurando novos membros." Ele diz olhando pela janela. Erin não entendeu no começo e depois lembrou que era a resposta da sua pergunta feita ainda na delegacia. "Um tiro, hein?" Erin olhou rapidamente para ele e depois de volta para a estrada. "Aonde? Foi seu primeiro?" Erin perguntou curiosa. "Espero que esses braços possam ser capaz de lutar ainda, não quero ser morta no primeiro dia por sua causa." Ela zomba. Jay riu de como ela era curiosa e descontraída, desde o momento em que conversou com ela soube que teriam uma boa parceria. "Bem, detetive..." Ele diz com ironia e sorri. "fui baleado no ombro. Não é minha primeira vez levo um tiro, mas eu realmente não tenho nenhum hobby em ser baleado, não sei se você sabe dói para c*****o, não pretendo receber muitos outros. Além disso, esses braços fortes e musculosos..." Ele faz um muque de brincadeira, isso leva arrepios a espinha de Erin, ele era forte. "Eles vão ser capazes de te defender. Não precisa ter medo." Ele sorri para ela. "Não sei de onde você se sente tão convencido." Ela provoca. "Onde você trabalhou antes, quer dizer... narcóticos certo?" Ela olha para ele e ele assente. "E então... narcóticos todos os anos depois da academia ou você se formou agora?" Ela olha a estrada sem perceber que o sorriso no rosto dele sumiu. "Hmm..." Ele hesitou antes de responder, ele não era muito fã de falar sobre seu passado, principalmente do exército, mas decidiu dizer assim mesmo. "Fui do Rangers, antes de entrar para a polícia." Ele conta. "Você serviu?" Erin olhou para ele mais curiosa ainda e foi então que ela percebeu que ele não estava muito a fim de falar sobre isso e ficou sem jeito por ser tão questionadora. Um silêncio desconfortável pairou no ar antes de Jay tentar quebrar o clima. "Eu acho que você faz perguntas demais e você não me respondeu nenhuma." Ele olhou sorrindo meio tímido para ela não sabendo como ela reagiria a ele não ter respondido. Bem, ela viu o rosto dele, isso era quase uma resposta, certo? "Bem você não me fez nenhuma" Ela respondeu sorrindo de volta para ele e foi então que ele ficou grato por ela. As pessoas sempre queriam insistir em assuntos que ele não queria compartilhar e na hora que ela o encarou com um sorriso, parecia até que ela sabia que era o que ele queria, o que ele precisava. "Ok, justo." Ele respondeu, mas antes que pudesse formular uma pergunta eles chegaram no local do crime. ... "Ok, quero Julie e Antônio nos fundos, eu, Olinsky, Lindsay e Halstead vamos entrar, não vamos deixar que eles escapem, quero todos sendo levados ao distrito e essa casa fechada sem que aja mais riscos as crianças." Voight disse enquanto eles se preparavam e batiam na porta. Eles receberam uma ligação em que uma casa estava sendo usada como ponto de drogas, eles traficavam para os jovens de uma escola próxima. Nenhuma resposta. Voight olhou para Olinsky que bateu com um bastão na porta e gritou "Chicago PD", enquanto entravam. Limpo, limpo, eles gritavam enquanto vasculhavam a casa. Erin e Jay estavam subindo os degraus, ela na frente e ele cobrindo suas costas. No segundo andar ela foi pega de surpresa por um cara apontando a arma em sua direção. Seu novo parceiro Halstead estava bem atrás dela e apontou a arma na direção do traficante. "Largue a arma ou eu juro que atiro!" Ele ameaça e isso faz o homem recuar, lentamente com uma das mãos levantadas ele põe a arma no chão e Erin aponta a sua para o homem enquanto se abaixa e pega a arma do suspeito. Ela estava apontando para o homem, mas ainda precisava da cobertura de Halstead caso ele inventasse alguma gracinha. Com rapidez o novo m****o da inteligência se aproxima do homem e o algema. Porra, ele é realmente um bom parceiro, pensou Erin quando o via descendo com o homem algemado e entregando aos patrulheiros. Tudo bem que o que ele fez não foi nada que um parceiro não deveria fazer, mas cadetes ou policiais recém formados não sabiam lidar com a emoção do primeiro dia, além disso, era o primeiro dia na inteligência, ele poderia ter ficado nervoso, mas ele nem mesmo hesitou, porém, ela se lembrou que ele era do exército, seu treinamento e sua defesa deveriam ser ainda mais intensos do que em território nacional. Ele tinha senso de humor, beleza e ela descobriu que ele não é qualquer um despreparado, então pode confiar sua vida nele. ... Sabe quando você gosta muito de algo ou anseia muito para que isso aconteça e se torne real? Bem... nesses momentos esses dias vêem e vão mais rápido do que você gostaria, passa muito rápido que você nem percebe o tempo passar. Quando voltaram ao distrito eles prenderam todos os meliantes. A droga foi coletada e enviada para a polícia e o primeiro dia de Jay Halstead foi assim, um dia com algumas prisões, tendo que mostrar que não está brincando no trabalho. Ele sabe o que faz e como fazer. Após a apreensão eles foram para os relatórios e mais cedo do que esperava eles foram liberados. "Molly's?" Perguntou Antônio enquanto arrumava suas coisas, ele estava feliz por um dia tranquilo e sair mais cedo era algo que ele agradeceria. Erin e Julie confirmaram com um aceno e olharam para Jay, o único que não respondeu. "Hoje não cara, talvez na próxima." Jay disse se levantando da mesa e pegando o seu casaco. "O que? No seu primeiro dia? Vamos... eu preciso pagar sua bebida por ter salvo minha vida." Erin sorri. "Sabe, acho que sei fazer o trabalho de gente grande." Ele diz relembrando as primeiras palavras dela mais cedo. "Isso é um sim?" Ela ignora o comentário com um sorriso. "É um bar que costumamos ir, chama Molly's." "Eu conheço..." Jay olhou para Erin. "Tenho um lugar para estar, mas eu vou cobrar essa cerveja." Ele bate seu ombro no dela. "Essa oferta só vale por uma noite e a noite é essa. Você perdeu." Ela diz brincando quando ele começa a andar para ir embora. Ela sabia que tinha mais sobre Jay Halstead, muito mais e ela queria saber, ela iria deixar o tempo dizer o que precisava ser dito, mas Antônio poderia agilizar pelo menos parte disso. Ela olha para ele com curiosidade. "Foi lá que ele trabalhou disfarçado" respondeu Antônio, era tudo que ele diria a ela, pois não era assunto dele. "Ok, mas tem algo a mais né?" Disse Erin sabendo que sim. "Com certeza." disse Julie enquanto eles desciam as escadas. "Tem..." Respondeu Antônio. "Mas isso é o suficiente que as duas vão saber." Ele disse entrando no carro. "Encontro vocês no Molly's."

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