Episódios finais da segunda temporada
Gregory Yates estupra e pinta as unhas de verde de suas vítimas. Está vestido como médico, é alto, loiro e tem olhos claros. Esse é o assassino do caso de hoje, um estuprador, um serial killer. Ja atacou em vários locais em NY e seu destino agora era Chicago. Quem era sua próxima vítima? Ele sempre escolhia uma jovem, morena. Seria Erin o seu próximo alvo? Era o que todos pensavam. A Unidade de Vítimas Especiais foi para Chicago, esse era um caso que envolvia os bombeiros, os médicos e a polícia. Eles queriam parar Greg Yates, eles conseguiriam antes que ele atacasse sua próxima vítima? Infelizmente não. CPD , SVU, MED e FIRE estavam nessa juntos. O que ninguém sabia é que esse seria o pior aniversário da vida de Erin Lindsay, suas vidas estavam prestes a mudar e a de Erin desmoronar totalmente.
Mais um dia na vida dos detetives da inteligência. Mais um caso de estupro. Mais um caso de homicídio. E mais um caso que envolvia os detetives de New York. Ele era um serial killer e eles não deixariam que Greg Yates passasse por outros estados sem ser preso. Depois de desconfianças e suspeitos confundidos, Will irmão de Jay era um deles, eles chegaram até Gregory Yates. No entanto ele foi liberado, não tinham provas o suficiente. Então ele passa e olha pra Nadia que está bem a frente dele e é liberado. Erin recebe uma ligação dele é claro que ele faria, morena e jovem, o tipo de garota que ele costumava assassinar. Eles se preparam estavam a postos quando Erin se encontrou com ele. O que eles não sabiam era que aquilo era um plano pra ele cometer seus crimes.
Nadia Decotis, 18 anos, morena e linda. Ao ser encontrada pela Unidade de inteligência era so mais uma prostituta viciada. Não pra Erin, Erin viu algo nela, queria tirar ela daquela vida, queria ser pra Nadia o que Voight foi pra ela. Depois de clínicas de reabilitação, fugas, volta as drogas Nadia se estabeleceu, estava limpa a mais de um ano, ela era amiga de Erin, amiga de todos na inteligência na verdade. Ela começou a trabalhar com secretaria da Inteligência, mas logo queria ser como uma detetive e como uma sargento que ela conheceu. Eram Lindsay e Platt. No começo Platt não gostava muito dela, mas Nadia foi recebendo o carinho de todos aos poucos, até se tornar da família. Ela tinha uma vida, ela era uma nova garota, ela estava feliz, encontrou um novo sentido na vida, um novo caminho, graças a Erin ela poderia ter um futuro, era o que ela pensava. NÃO! Era o que TODOS pensavam. Mas ninguém tinha ideia do que estava por vir.
Amanhã seria aniversário de Erin, duas coisas diferentes em Erin e Nadia era que Nadia adorava festas e comemorações, Erin não, ela não gostava e odiava surpresas, mas isso não iria impedir Nadia de fazer uma festa surpresa pra Erin. Ela organizou tudo, pediu que os amigos dela assinarem os cartões, comprou o bolo, Erin era a família dela, ela queria retribuir da melhor maneira possível para Erin. Infelizmente nem todas as surpresas acabam bem e essa so fez Erin odiar ainda mais supresas e festas.
Assim que a unidade estava em um novo caso perceberam que a saída de Erin com Yates era um truque para que Yates fizesse sua próxima vítima. Eles pensaram que era apenas mais uma, mas na verdade era duas e infelizmente Nadia era a próxima.
Nadia pegou o carro de Erin para pegar o bolo, ela ia fazer a surpresa no Bullpen assim que eles voltassem do caso, mas antes que chegasse a entrada do distrito Yates a rendeu. A única pista era o bolo de aniversário. "Happy 30th birthday"
Nadia deixou um bilhete, não estava atendendo o celular e nem um sinal do carro de Erin. Eles começaram a ficar preocupados, não era mais um caso qualquer era a vida de Nadia. Erin começou a ficar nervosa, começou a se culpar.
A culpa é minha, ela saiu da delegacia pra pegar o meu bolo. Se acontecer alguma coisa com ela eu não vou me perdoar.
Jay tenta acalma-lá mas falha. Nada vai acalmar ela enquanto Nadia não for encontrada. Eles avisam todas as fronteiras até NY, todos os guardas, polícias estão avisados. Câmeras monitoradas, homem alto e loiro, menina jovem e morena era essa a descrição que estava se espelhando pelos Estados. Carros pratas, modelo do de Erin, as placas eram avaliadas em sinais, blitz, radares e até acharam um carro com a placa de Erin, mas falharam. Não era. Já passou de 00:00 noite, Erin passou a noite na estrada indo atrás de um assassino, esse era o aniversário que não iria ter um final feliz. Ela chega a Nova York está nervosa, segura o choro pois está com medo de como Nadia está.
Naquele dia ela encontra o seu carro, Nadia deixou uma pista, um gorro. Um presente de Erin.
A culpa é minha, eu falei que não queria uma festa e ela teve que fazer tudo escondido, se eu tivesse deixado? Se eu não tivesse a proibido ela buscaria o bolo mais cedo, ou eu iria com ela, mandaria alguém ir com ela. A culpa é minha. Se algo acontecer com ela eu não vou me perdoar.
Erin está com os nervos a flor da pele, ela não pode perder Nadia, não pode perder sua amiga, ela é como sua irmã mais nova, Erin sente que deveria protege-lá, ela é policial droga, Nadia trabalha no distrito isso não pode tá acontecendo isso é um pesadelo e Erin está acordada.
Gregory faz outras duas vítimas em NY e nada de Nadia, ele é pego, mas de novo sem provas é solto. O suficiente para o plano dele, está dando tudo certo pra ele e tudo errado pra polícia. Que dia difícil, será impossível de esquecer, mas eram o que todos desejavam. A mulher de Yates cita uma praia. O pior de tudo é que eles acham vários corpos, era o cemitério de Yates, onde ele desovava as suas vítimas e infelizmente onde ele desovou Nadia Decotis, Erin estava aflita e seu mundo caiu ao ver sua amiga daquela maneira, morta, sem vida, sem cor, torturada, abusada, estuprada e jogada ali como se fosse um lixo, como se não fosse ninguém, como se não tivesse ninguém.
Você a matou, a culpa é sua, você a levou pra isso, você a matou, porque você sempre estraga tudo, você sempre faz m*l para as pessoas, você é uma droga Erin, você so prejudica quem está ao seu lado, você é como a Bunny, você tem o sangue dela e isso não vai mudar, você não é boa, você so faz as pessoas se machucarem. A cabeça de Erin não parava.
Ela chorou nos braços de Jay, era dor demais para ela segurar, ela tentou, mas não conseguia, ela não queria está tão frágil, tão m*l, tão vulnerável na frente de todos, mas era impossível, Nadia tava morta e Erin não conseguiu salvá-la. No hotel Erin não conseguia dormir, não conseguia comer mesmo com Hank e Jay insistindo, Jay estava no quarto do lado mas nem chegou a ir lá, ele ficou do lado de Erin todos os dias, ficava com Erin nas poucas horas que dormia, ficava de olho para que ela não fizesse nada que se arrependesse depois, ele não se importava com que Voight iria dizer, afinal Voight não estava preocupado com isso e era bom saber que Jay estava lá para ela. Durante os dias do julgamento Erin ficava entre o tribunal, chorar, beber e dormir, na verdade ela não conseguia por muito tempo, a culpa, a dor, o medo, a raiva a consumiam todos os dias. Ela deixou Jay entrar, ele estava lá pra ela todos os dias, dormia com ela, fazia ela comer, tomar banho, mas ele não era o suficiente para tirar a dor e a culpa de dentro dela. Depois que Yates foi preso eles ficaram mais aliviados.
Não adianta Erin, o Jay não é o culpado por ter deixado ela ir buscar o bolo. Yates sendo preso não trará ela de volta. VOCÊ a matou, a culpa é sua, por que você é r**m para todos a sua volta, você so faz m*l, você tirou o sorriso e a felicidade do rosto de Nadia, ela estaria muito melhor sem você, você prejudica a todos você não presta Erin. Você a matou, você, você...
Desde o sequestro de Nadia, Erin se culpava e essa culpa piorava cada dia mais. Assim que voltaram pra Chicago Jay queria estar lá pela Erin, mas ela o afastou, afastou a todos pois percebeu que aos poucos eles estavam vivendo a vida. Ela não queria que Jay carregasse o fardo que ela era, não queria que ninguém carregasse, ela não era digna. Ela estava cansada de todos perguntando como ela estava. Ninguém a entendia, ninguém sabia o que ela estava sentindo. Ela não estava bem, nunca mais ia ficar bem, ela era uma assassina, se dizia policial e matou Nadia, quanta hipocrisia.
Sua equipe tentou ajudá-la, mas ela sempre recusava, eles decidiram deixar ela em paz, lidar com sua dor sozinha, eles se afastaram ou melhor ela os afastou. Talvez dando espaço ela voltaria ao normal, mas Erin tava tão destruída, o que a fazia esquecer era a bebida. No começo era a bebida, depois Bunny, depois as drogas.
Erin Lindsay, 30 anos, filha "adotiva" de Hank e Camille Voight, eles a salvaram. Ela tinha apenas 15 anos, mas já estava envolvida com drogas e álcool, pessoas que viviam entrando e saindo da cadeia, ela mesma já foi presa duas vezes, pega roubando e usando drogas ilícitas. Era so uma garota que sofreu sua infância e adolescência toda, abusos, um namorado de Bunny apontou uma escopeta na cara dela, estaria morta agora se não fosse Voight, ela tinha que escolher salvar a mãe dela de uma overdose ou ir pra escola. Comer ou comprar drogas para o vício de sua mãe. Mães eram assim? Erin não sabia, Bunny era tudo o que Erin tinha. Ir toda fedida pra escola porque Bunny vomitou nela e eles não tinham água. Morar na rua porque foram despejados. Tudo que ela passou por que Bunny não pagava as contas, gastava o dinheiro com as drogas. Morar com Charlie foi uma saída, Erin não sabia o que era amor, achava que o que ela vivia era amor, ter que ajudar sua amiga a se livrar de um corpo por causa de Charlie. Essa era a vida de alguém que não tinha nem atingido a maior idade. Uma garotinha que poderia ter morrido se não fosse um policial que a salvou. Hank Voight, seu pai, não seu pai de sangue esse ela não não sabia em que cadeia ele estava dessa vez, nem sabia quem era, mas Voight era seu pai, e Camille sua mãe e Justin seu irmão, sua família postiça, a que a ensinou o que era amor, respeito, sem precisar dar algo em troca, sem mentiras, sem abuso, apenas pessoas que estavam ali pra amar ela. Ela queria ser que nem Voight, ela o admirava e se fosse pra ser mãe que fosse como Camille, mas ela não queria ter filhos ela seria uma Bunny na vida com certeza. A vida dessa menina mudou, aos 16 anos quando ela foi morar definitivamente com Voight. Ela achou que estava tudo bem, mas não, 14 anos se passaram e aqui estava a fracassada e assassina Erin. Ela não era digna de amor pois seu passado a assombrava. Voight até disse que estava preocupado com Jay namorando ela e não com ela namorando ele, pois ela estraga a vida das pessoas. Então ir ao bar de sua mãe, se afastar de sua equipe, sua família, pessoas que ela amava era o melhor. Ela so estragava a vida das pessoas.
A vida de Erin passou pela cabeça dela, fazendo a pensar que era melhor se afastar.