Após passar o dia com minha mãe, finalmente voltei para a casa e tentei parecer o melhor possível quando vesti outra vez o terno que Minjae me emprestou. Meus cabelos estavam uma bagunça, mas eu consegui organizá-los com bastante gel. Quando entrei no ônibus, passava das oito da noite. Tinha certeza que Minjae estava exausto, além do que no segundo dia, tudo era ainda mais intenso. A tradição dizia que o filho primogênito, que no caso era minha sogra, precisava limpar o corpo do próprio pai e organizá-lo para o adeus final. Tive medo de que a mulher também pedisse isso para ele fazer, e mesmo conhecendo tão pouco do meu namorado, eu tenho certeza que ele também não negaria. Desci num ponto próximo e organizei minha aparência antes de adentrar o salão. Fiz todo o ritual quando entrei

