bc

JHONNY

book_age18+
19
SEGUIR
1K
LER
Sombrio
poderoso
vizinho
máfia
herdeiro/herdeira
bxg
atrevido
like
intro-logo
Sinopse

Algumas pessoas me conhecem. Outras apenas pensam que me conhecem.Meu corpo é tomado por tatuagens, e cada uma delas carrega um único significado. A cada vida ceifada, eu marcava a pele com um novo desenho — um troféu silencioso, uma lembrança permanente de tudo o que deixei para trás.Agora, já não há mais espaço no meu corpo.O que me resta é escrever.Neste diário secreto, registrarei quem eu matei e tudo o que acontece nos meus dias.Tenho dois amigos que são como irmãos para mim: Gabriel e Nicolás. Nossa ligação é inquebrável. Somos sócios de algumas das máfias mais poderosas.E é aqui que contarei a verdadeira versão da minha história.Gravem o nome do meu livro. "JHONNY"

chap-preview
Pré-visualização gratuita
Primeira página
NARRAÇÃO DE JHONNY... Hoje é domingo, dia 1º de setembro de 2024, às 22h14. Abri meu diário, aquele que estava fechado há tanto tempo. Até senti cheiro de mofo. Ninguém conhece este diário, nem mesmo minha mulher. Não me recordo da última vez em que escrevi nesta p***a; acho que foi aos 24 anos. Parei quando Gabriel, o Dom da Máfia Brasileira, chegou com apenas 18 anos a esta fazenda e deixou todos de cabelos em pé. Acho que esse foi o motivo da pausa. Mas cá estou novamente, segurando este diário de capa de couro preta. As páginas estão mais amareladas, afinal, faz quase vinte anos que parei de escrever. E não que eu necessariamente vá voltar a escrever agora. A curiosidade apenas bateu, porque já não me recordo de tudo o que escrevi. Hoje sou até avô de um bebê lindo. Aproveitei o silêncio da casa, enquanto Jade, minha esposa, ainda dormia. Peguei este diário no galpão onde guardamos coisas que não usamos. E agora estou na sala, segurando-o. Por que estou com ele nas mãos? Simples. Alexander encontrou o esconderijo. Peguei-o no flagra no momento em que quase lia meu diário. Confesso que senti vontade de avançar nele. Alexander não aprende. Mas ele disse algo que me fez pensar profundamente se poderia estar certo... Sinto que preciso voltar ao passado, lendo cada folha que escrevi. Abri na primeira página e ri ao ver o desenho no canto do papel: uma flor com um sorriso. Lembrei que existia uma pessoa que sabia deste diário: Amanda, minha irmã. E aquela flor, sei muito bem, foi ela quem desenhou. Era sua marca registrada na adolescência: flores com sorrisos. Mas Amanda parou de desenhá-las depois que foi sequestrada e abusada. Olhei a data em que comecei a escrever: 17 de janeiro de 2001. Sorri ao reconhecer minha letra, que nunca foi das melhores. (...) 17 de janeiro de 2001. Meu nome é Jhonny. Não sei por que estou escrevendo isto. Acho que será minha cápsula do tempo! Tenho certeza de que o meu eu do futuro irá ler o que vou escrever! Como me conheço bem, não deixarei ninguém ler meu diário. Sendo assim, o único leitor serei eu mesmo. Então, olá, Jhonny do futuro. Sente-se e tome um café para ler, pois há algumas coisas que pretendo escrever, só para não me esquecer. E, por favor, Jhonny do futuro... esteja vivo. Tenho medo de morrer, e você sabe disso. Tenho 18 anos e fui escolhido para ser segurança — uma espécie de protetor — da neta do Chefe Maurício. Não a conheço, e sinto um frio imenso na barriga. Esta é minha primeira missão. Estou escrevendo dentro do carro, junto com Geovana, filha de um mafioso amigo do Chefe Maurício. Minha missão é proteger a tal Alice de longe. Como Geovana é mulher, sua missão é se aproximar dela, tornar-se sua amiga e, obviamente, protegê-la de perto. Não sei o que me aguarda. Não conheço a Serra. E meu coração também sangra... Não sei quando voltarei a ver Jade na fazenda. De longe, ela estava linda, usando uma calça jeans e uma blusa xadrez de mangas compridas. Ela é linda. Por favor, espero que, no futuro, eu esteja casado com ela. — Ri ao ler aquele trecho. Naquele exato momento, Jade dormia nua em nossa cama, depois de fazermos amor até ela pegar no sono. Voltei a prestar atenção no diário. Espero que o Chefe Maurício não me deixe muito tempo aqui na Serra. Não gosto de ficar longe da minha irmã. Crescemos juntos... (...) PRIMEIRO DIA NA SERRA... Estou exausto. Acabei de tomar um banho e me deitei na cama para escrever. No primeiro dia de aula, observei Alice de longe. Ela é mimada e vive para cima e para baixo com Lucas. Uma garota pediu para ficar comigo. Disse que nunca tinha ficado com um rapaz com tantas tatuagens. Aceitei. Ela é bonita. Mas foi apenas um beijo rápido. Quando sentiu o piercing na minha língua, se assustou. Ela não faz ideia dos milagres que esse piercing pode fazer no sexo oral. Não gosto de patricinhas, mas sou homem e não sou de ferro. Se pedirem para ficar comigo, eu ficarei. Meu verdadeiro sonho seria que Jade pedisse para ficar comigo. Eu responderia que me casaria com ela sem que fosse necessário pedir. Mas, infelizmente, eu simplesmente travo. Jade é a paixão da minha vida. Passo os dias na fazenda admirando-a. Voltando à situação da escola... No pátio, estava acontecendo um campeonato de futebol. Passei pela arquibancada e ia me sentar, mas um babaca colocou sua mochila no lugar, impedindo que eu sentasse. — Tire essa p***a daí. — ordenei. Ele, com jeito de mauricinho, cabelos perfeitamente penteados e cercado por garotas, riu da situação. — E se eu não quiser? Procure outro lugar. Aqui só fica quem é do grupo. Em resposta, puxei-o pelo colarinho do uniforme e o empurrei escada abaixo. Ele rolou até parar no chão do pátio. Acho que fingiu desmaio. Todos se calaram. O jogo foi interrompido. O professor de educação física correu até ele em desespero. Deve ser filho de algum senador. — VÁ PARA A DIRETORIA IMEDIATAMENTE! — gritou o professor. Passei por ele encarando-o. Ele se sentiu acuado e amedrontado. Desviou o olhar. Cheguei à diretoria e, logo, fui liberado. Afinal, estou aqui para proteger a patricinha e também para me defender. Primeiro dia e já com fama de bad boy. Eu gosto disso... Boa noite, Jhonny. — Ri ao reler a primeira folha. Como não tinha lido isso antes? De fato, eu havia me esquecido até mesmo desse rapaz que empurrei escada abaixo. Será que ele desmaiou de verdade? Ouvi a porta do quarto se abrir. Em um movimento rápido, escondi o diário atrás das costas. Jade apareceu sonolenta, enrolada no lençol. — Não vem para a cama? — Já vou, meu amor. — Tá bom. Apague a luz da sala e venha dormir abraçado comigo. Ainda está cedo. Sorri, confirmando. Ela se afastou, e pude esconder o diário debaixo da almofada do sofá. Acho que sei de quem Árya puxou. Eu gostava mesmo de escrever...

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Unscentable

read
1.8M
bc

He's an Alpha: She doesn't Care

read
714.8K
bc

Claimed by the Biker Giant

read
1.5M
bc

Holiday Hockey Tale: The Icebreaker's Impasse

read
953.0K
bc

A Warrior's Second Chance

read
343.6K
bc

Not just, the Beta

read
340.3K
bc

The Broken Wolf

read
1.1M

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook