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651 Palavras
Capítulo 67 Pesadelo narrando Marielle vai no banheiro se levar e eu tiro a camiseta lavando ela no tanque da lavanderia da casa de Martin, deixo ali para ser lavada na maquina e saio encontrando Marielle tomando água na cozinha. — Você está bem? – eu pergunto para ela e a mesma me encara. — Não. — O que está sentindo? – eu pergunto — Ódio de você – ela flaa nervosa. — Quase todo mundo sente isso. – ela me encara Ela se senta na mesa e me encara, ela parece está com os pensamentos longe. — m***a, m***a – ela começa a repetir. — O que foi? – eu pergunto para ela e ela me encara. — Eu estou passando m*l – ela fala — Eu disse , eu perguntei o que você tinha e você não me disse nada. — Não Pesadelo – ela fala me encarando – não é de hoje que ando passando m*l, com sono, com vontade de dormir, tonta, com muita fome, passando m*l. — E você precisa ver no médico o que é isso, pode ser extresse – eu falo — É extresse, é muito extresse. — Precisa relaxar – eu falo e ela me encara. — Eui nunca mais vou relaxar na minha vida se for tudo verdade. — Verdade o que? – eu pergunto e estreito os olhos para ela, estou achando que ela começou a ligar as coisas, os fatos, todo e pode estar descobrindo por conta própria toda a verdade. — Eu estou grávida – ela fala firme me encarando, eu puxo a cadeira e me sento olhando para ela. — E quem é o pai? – eu pergunto — Você seu retardado – ela grita e me joga um copo, eu me abaixo e ele passa por mim – como assim quem é o pai? Você está louco? — Espera, como você está grávida? – eu pergunto – você não pode estar gravida. — A gente usou alguma coisa alguma vez? Quando você me estuprou, antes disso você pensou, olha vamos usar c*******a depois eu te e*****o – ela fala – minha menstruação está atrasada a tempos, eu estou grávida, grávida – ela começa a ficar nervosa – isso só pode ser castigo, castigo, o que eu fiz para Deus me odiar tanto? Ela bate várias vezes na mesa e eu a encaro. — Você está supondo que está – eu falo – ainda não sabe se é verdade – ela me olha – precisa fazer o exame para você. — Pesadelo – Mosca fala aparecendo – Martin mandou te chamar, disse que você não responde o ráido. — Ficou na sala – eu falo – diz para ele que eu já vou. — Ele falou que é urgente. – ela me encara — Depois nos falamos. Eu saio de dentro da cozinha, pego meu rádio e vou em direção a boca, entro e Martin começa a me mostrar todos os nomes de todos os vapores e de todas as pessoas que foram registradas que subiram o morro, porém ele falava com as paredes a minha cabeça só conseguia pensar em Marielle e na possibilidade dela estar grávida, — Pesadelo – Martin chama – ei cara, to falando contigo c*****o. — O que foi? – eu pergunto — Olha ai a lista, está em que mundo? — Nada não – eu falo olhando a lista — Os vapores são os mesmos de sempre – ele fala – não teve nenhum diferente. — Então pode ser um deles, precisamos ficar de olho – eu falo me levantando – vamos relocar eles em outros locais do morro, longe da Marielle e de qualquer movimento dela, ainda mais agora – eu paro e penso. — Ainda mais agora o que? – Martin pergunta — Que tudo está ficando mais confuso do que era para estar – eu falo acendendo um baseado.
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