Pré-visualização gratuita capítulo 1
Mabel
Hoje o dia amanheceu esplêndido abra os meus olhos sentindo os raios solares e sorriu instantaneamente me espreguiço e me levanto da cama em um pulo na mesma hora a porta do meu quarto se abre e vejo Phoebe entrando e fechando a mesma me olhando com um sorriso terno e vem em passos rápidos até a mim
— Feliz aniversário, minha menina – ela diz me acolhendo em seus braços ternamente
— Obrigada Hebe – sorrio – e os meus pais? – pergunto para ela mantendo um sorriso radiante em meu rosto
— Eles foram trabalhar, querida – ela murmura e gradativamente meu sorriso vai morrendo
— Eles não se lembraram – sussurro me virando para janela e encarando o Céu azul
— Eu sinto tanto, meu bem – ela diz tocando meus ombros
— Tudo bem – murmuro – eles nunca se importaram mesmo – digo respirando fundo tentando impedir as lágrimas
Caminho para o banheiro me livro de minhas roupas e cinco para o box entrando e fechando o mesmo ligo o chuveiro colocando minha cabeça em baixo da água morna só assim permito que as minhas lágrimas caiam lentamente por todo o desprezo que os meus pais sentem tem por mim. E eu ao menos sei o porquê de me detestarem tanto assim termina o meu banho e me enrolo na toalha saio do banheiro e vou para o closet e começo hidratando a minha pele coloco uma lingerie pego uma calça rasgada e uma regata preta calço o tênis termino de me arrumar saio do closet pego o meu celular em cima do criado-mudo verificando se tem alguma mensagem e vejo uma da minha melhor amiga, Taylor
Taylor: Estou te esperando na Leomonade
Respondo sua mensagem depois peço um carro pelo aplicativo guarda o celular em meu bolso saio do meu quarto caminhando pelo corredor à passos lentos chego perto da escada e a desço tomando cuidado para não cair assim que já estou no andar de baixo caminho lentamente até a saída caminho para fora de casa andando pelo vasto Jardim assim que chego perto dos portões vejo o carro que eu pedi parado me esperando abra o portão saindo da propriedade e entro no carro passo o endereço da Leomonade e o carro começa a se locomover eu fico perdido em meus pensamentos por algum tempo até que sinto o carro parar.
— Chegamos moça – o rapaz fala me tirando dos meus pensamentos
— Obrigada – digo entregando o dinheiro para o mesmo
Saio do carro e caminho para dentro do estabelecimento olho em volta procurando a Taylor até que encontro, pois, ela está balançando freneticamente nos braços com um sorriso enorme em seu rosto sorriu também e ando rapidamente ao seu encontro assim que chego perto ela se levanta e me dá um daqueles seus abraços sufocantes e começa a pular
— PARABÉNS BEBEL – ela grita pulando ainda agarrada em mim
Ela pula e grita no meio do restaurante me arrancando uma gargalhada Depois de toda euforia nós nos sentamos e um garçom veio pegar nossos pedidos nós e fizemos nossos pedidos e o garçom se vai
— E aí, vai ter festa? - ela pergunta totalmente animada
Mas seu sorriso vai morrendo aos poucos quando vê minha cara de tristeza
— Eles não se lembraram – digo para ela olhando para as minhas mãos tentando fazer uma força enorme para não chorar
Sinto ela se sentar perto de mim e me abraçar pelos ombros aí simplesmente não aguento e o choro vem com força
— Ei, não fica assim – ela fala afagando meus braços
— E triste sabe — falo para ela limpando as minhas lágrimas
— Nada de tristeza nesse dia tão especial para você – ela fala sorrindo novamente enquanto bate palmas
Conversamos alguns assuntos mais animados paramos quando o Garçom chega com nossos pedidos e continuamos conversando mais algumas coisas enquanto comemos
— Vamos sair sábado? – ela me pergunta de boca cheia
— Para onde? – devolvo a pergunta bebendo um pouco de suco
— Para a Pegasus – ela fala totalmente animada
— Nunca ouvi falar dessa boate – falo olhando para ela meio pensativa
— Ela e nova – ela fala com muita animação e me olhando com os olhos brilhando
— Tá bom – levanto as mãos em rendição – nós vamos – eu nem terminei de falar, pois ela começou a gritar animada
Continuamos conversando por mais um tempo até chegar uma mensagem em seu celular a mãe dela tinha enviado uma mensagem para a mesma tia Mary às vezes é meio paranóica achando que a filha queria ser sequestrada, mas eu acho tão bonito o jeito que a mãe dela a protege e o carinho que às duas tinham uma pela outra eu queria tanto que a minha mãe fosse assim comigo ao invés de não se importar se eu estou bem.
— Eu tenho que ir – Taylor fala chamando o garçom e pedindo a conta que rapidamente vem
— Eu entendo – digo para ela dando um sorriso totalmente sincero
Depois da conta paga nós nos levantamos pego o meu celular e peço um carro pelo aplicativo caminhamos lado a lado para fora do estabelecimento ainda conversando
— Nós vamos sair mesmo no sábado né? – ela me pergunta com a sobrancelha arqueada
Ela sabe o tanto que eu odeio lugares lotados
- Sim, nós vamos – digo para ela revirando os meus olhos e sorrindo em seguida
O manobrista trouxe o seu carro Ela perguntou se eu queria uma carona mas recusei, pois, eu precisava pensar um pouco na vida nos despedimos mais uma vez e ela entrou em seu carro e se foi e eu fiquei ali parada na calçada esperando quando de repente comecei a sentir um calafrio na nuca era como se estivesse sendo vigiada levantei levemente minha cabeça olhei para avenida movimentada, mas não vi ninguém ali, mas eu ainda sentia que estavam me vigiando ouvi um carro buzinando e vi que era o que eu tinha pedido entrei e dei o meu endereço e fiquei perdido em meus pensamentos por algumas horas
— Moça chegamos – o moço Fala me fazendo despertar
Pago a corrida e desço do carro caminho até o portão o abrindo e entrando na propriedade e caminho pelo jardim até chegar na entrada da casa assim que entro dentro de casa a encontro totalmente, silenciosa vejo Phoebe vir até mim com sorriso singelo.
— Na onde estão os meus pais Hebe? – pergunto para ela mesmo já sabendo a resposta
— Eles viajaram querida sinto muito – ela fala com uma tristeza em seu olhar
— Eu já estou acostumada com isso – digo para ela tentando ser forte
— Vai querer comer algo? – ela pergunta calmamente passando a mão em meu rosto
— Não eu já comi na rua – fala para ela beijando sua testa
Me despeço dela e subo as escadas correndo e atravesso o corredor rápido até chegar em meu quarto entro nele e fecho a porta caminho pelo quarto e vou direto para o banheiro assim que entro me livro de minhas roupas e caminho para o box entrando no mesmo e ligando o chuveiro e entro debaixo a água morna caindo me faz relaxar e me permito mais uma vez chorar pela dor que a rejeição dos meus pais me causa e algumas, hora depois termino o meu banho me enrolo em uma toalha e vou para o closet coloco uma calcinha e o meu pijama e volto para o quarto apagando as luzes e caminho em direção a cama puxa o edredom me aconchegando na cama fico por algumas horas olhando para o teto até que o sono vem.