Capítulo 18

2013 Palavras
Marcelo Os raios foram ficando cada vez mais constantes, e resolvemos sair da piscina para minha mãe não acabar tendo um ataque cardíaco. Vou para o meu quarto tomar um banho, ainda sem conseguir tirar aquela garota da cabeça. Ela mexe tanto comigo, que desde que a conheci eu vivo com o p*u* em pé. Tenho que tomar muito banho gelado para não acabar explodindo em algum momento. Enquanto ainda estou no banheiro, começo a me lembrar do jeito dela de me olhar, daquele corpo que ela tem, a boca carnuda avermelhada. Seus lábios parecem ser tão macios, que fico pensando qual seria o gosto de beija-los, e já estou feito rocha novamente. Agarro meu p*u* com uma mão e com a outra me apoio no vidro do box. Deslizo meu punho para cima e para baixo no cumprimento do meu m****o*, tentando aliviar o t***o* que está me sufocando desde o primeiro dia em que bati meus olhos em Angelina. Quando finalmente explodo em minha mão, relaxo a tensão dos meus ombros. Não era bem assim que eu queria terminar a noite, mas eu não posso forçá-la a me querer da mesma maneira que eu a quero. Ela deixou bem claro desde o começo que tem alguém para respeitar, e eu preciso lembrar de quem eu também devo respeito. Por mais que não haja nenhum sentimento da minha parte, Mikaela tem de sobra, e mesmo sendo filha de quem é, não merece ser tratada como um ninguém em minha vida. Mas é quase impossível não me sentir completamente dominado por Angelina, ela é uma fada encantadora, linda e inteligente, e a cada minuto fica mais difícil de me controlar. Eu quero ela, quero muito! Termino meu banho, e saio do box já me secando, coloco um samba-calção e saio do banheiro. Vejo um facho de luz vindo da cozinha, e vou até lá para vê quem pode ser a essa hora. E para a minha surpresa, me deparo com Angelina, vestida em uma blusa grande que deve ter feito de camisola, caindo sobre suas belas curvas, me deixando completamente ligado novamente. Ela está bem em pé de frente pra janela, com um copo de água na mão. Talvez encontrá-la aqui seja o destino querendo me dizer algo… Vai devagar cara, está parecendo sua mãe! Fico reparando na silhueta de seu corpo maravilhoso, revelado pela luz da luminaria do quintal. Parece que cada célula do meu corpo deseja tocá-la, e minha boca enche de água. — Não consegue dormi?.- pergunto e ela dá um pulo de susto, deixando o copo quase cair da sua mão.- desculpa, não queria te assustar.- eu falo ao vê-la toda atrapalhada. — Não, que isso, a casa é sua, eu que estou passeando para lá e pra cá.- ela diz um pouco nervosa. — Alguma coisa errada?.- pergunto me aproximando dela. — Só estou sem sono, e também com um pouco de calor.- ela diz com a respiração ofegante, e eu não deixo de reparar os sinais que seu corpo me dá. Ela também me quer, posso sentir isso! Oh querida, deixe-me possuí-la... — Nossos ar foram para a manutenção, não tem ventilador no seu quarto?.- pergunto sabendo que tem, pois eu verifiquei assim que chegamos aqui. — Tem sim, mas essa chuva abafou muito.- ela fala bebendo o restante da água do seu copo, o colocando na bancada e depois me encarando com a respiração forte. — Quer tomar um banho de chuva?.- dou um meio sorriso pra ela, e ela enruga a testa.- pra refrescar.- completo dando de ombros. Ela pondera por um momento, me estudando dos pés a cabeça, e eu fico apenas a encarando. Sei bem no que está pensando, ela tem medo de cometer algum erro e acabar gostando disso. Ela sempre foi a garota certinha, acostumada a fazer as coisas pensando no que as pessoas vão dizer, porém, agora está dividida entre o desejo e a razão. — Não pensa muito, ninguém ta aqui pra julgar nos dois._ digo a ela, vendo sua cabeça quase sair fumaça de tanto processar a informação. — Vamos então.- ela diz depois de pensar muito, me surpreendendo completamente. Poderia jurar que diria não! Eu fico encarando ela por um momento, achando que escutei errado, mas quando vejo os lábios dela se entortar em um sorriso, meu corpo volta a se concentrar. Ela disse sim. p***a*! Obrigada Deus! — Então vamos.- seguro no braço dela sem pensar duas vezes, e vou nos guiando para os fundos da casa, onde só dá para vê a janela do quarto da minha mãe.- aqui ninguém vai ver a gente.-sussurro conspiratório, e ela me dá um sorriso animado, como de uma adolescente que está prestes a cometer sua primeira loucura escondida com o namorado. — Tem certeza?- ela pergunta segurando no meu braço, e olhando para o quintal gramado com certa dúvida. — Tenho, você pode até ficar pelada se quiser.- dou uma ideia, e ela me encara de boca aberta, sem acreditar no que eu acabei de dizer.- é só um exemplo, vem.- saio entre a porta, e a puxo para fora comigo. As primeiras gotas de chuva batem em meu braço, e é como se evaporasse com a temperatura do corpo, com o calor e desejo que tenho por essa mulher. Angelina se encolhe um pouco ao sentir a água molhar seu corpo, porém logo abre os braços, dando as boas vindas a chuva que nós molha sem dificuldade, com a força de suas gotículas. Sem raios e trovões, é o momento perfeito! Angelina sorri se divertindo com o momento, e eu não consigo deixar de perceber sua blusa ficando totalmente transparente, fazendo seus lindos s***s* arrepiandos surgirem a minha frente. Não consigo disfarçar minha cara embasbacado, minha boca cai aberta com o desejo que parece querer explodir meu samba-calção. Com o pano é fino do short, minha ereção parece uma madeira para cima, e ela também deixa seus olhos e boca caírem em minha direção. — Seria mais fácil se tirasse.- eu digo rouco, maluco de desejo por ela. Angelina fica pensativa, mas o t***o* fala bem mais alto, e a maneira como ela tira aquela blusa, quase faz meu corpo convulsionar. A mulher mais linda desse mundo está agora bem na minha frente, somente de calcinha. Sinto latejar entre as pernas. — Você é linda Angel.- sussurro completamente entregue aos seus encantos. Eu poderia simplesmente cair ao seus pé agora mesmo. Essa mulher tomou todos os meus pensamentos, e o meu desejo para si. Seus olhos penetram minha alma, me atraindo como o canto de uma sereia. Eu me aproximo pouco a pouco do seu corpo, vendo ela estremecer com a respiração ofegante. — Marcelo...- ela sussurra prestes a protestar, mesmo seu corpo estando totalmente entregue assim como o meu. Coloco meu dedo indicador em seus lábios, calando seu protesto, os acariciando. Sim, macios… — Não diga nada, apenas sinta.- falo á abraçando, com medo de que ela fuja, ou me dê um tapa. Droga, é como se me suga-se para ela, me possuindo. Sinto a temperatura do corpo dela se espalhando pelo meu. Mesmo com a chuva a molhando por completo, ela ainda está quente. Seus m*****s* completamente rígidos sobre a minha pele, disparando sensações para todos os lugares do meu corpo. Todos-os-lugares. Deus! Ela se afasta um pouco para me observar, enquanto a chuva ainda cai sobre nós. Tiro uma mecha de cabelo do seu rosto molhado e a beijo de um lado, ao outro do rosto, poupando sua boca. Ainda agarrado a ela, encharcados e nus da cintura para cima, eu beijo seu ombro, a envolvendo ainda mais em meus braços. Angelina encosta a cabeça no meu peito, e involuntariamente começamos a nós balançar, como se tivéssemos dançando uma música lenta e sedutora. Posso sentir como o desejo se alastra pelo lugar, como brasas de fogo consumindo nós dois. É como a chuva que cai do céu, ainda mais forte agora. — Não consigo dizer o quando você me enlouquece.- sussurro no ouvido dela, e vejo seu corpo se arrepiar. Ela me olha desejosa, com seus lábios entreaberto, e sei exatamente o que quer.- quer que eu beije você ?- perguntou rouco para a ela. Angelina engole, me vendo lamber os lábios morrendo de desejo, tentando respirar com dificuldade. Eu beijo o canto de sua boca, e depois mordo sua bochecha de leve. Escuto o gemido que sai de sua garganta, indo direto para o meu p*u* feito rocha, agora a ponto de bater pregos. Angelina passa a mão no meu rosto, me invadindo com seus olhos, onde parece conseguir ver toda a minha alma. — Peça.- sussurro quase inaudível, sufocando a vontade enlouquecedora de senti-la. — Me beije Marcelo.- ela sussurra, e é como se eu acabasse de ouvir a melodia dos anjos. Agarrando sua nuca, eu a puxo de leve para mim, com gentileza e firmeza, levando sua boca à minha. Ela envolve minha língua em sua boca, e eu a empurro mais a dentro, querendo tudo que tem a me oferecer. Nossas línguas parecem dançar em um ritimo sicronizado, uma dança perfeita. Eu imaginei como seria seu gosto esse tempo inteiro, e agora que provei, nada se compara a isso. Parece o paraíso, da onde eu pretendo nunca mais sair. — Angel.- sussurro uma ladainha em seus lábios macios. Porra*! Não consigo parar de beija-la, o gosto que ela tem é maravilhoso, quero provar o máximo que posso. Minha língua a invade, explorando cada parte. Seus dentes me prende e eu solto um gemido abafado. Angelina também solta um gemido quando sugo seu lábio inferior, quase me fazendo gozar*. Nós paramos o beijo com vários selinhos, e nossos olhos se encontram. O brilho que há nos olhos dessa mulher, faz meu peito arder em chamas. Eu a abraço forte, e ela encosta o rosto no meu peito novamente, provavelmente podendo ouvir meu coração bater como uma escola de samba. Minha ereção* pressiona sua barriga, ansiando por libertação. Ela levanta a cabeça pra me encarar e eu abaixo meu rosto pra encara-lá, que contém um sorriso ingênuo nos lábios. Sim querida, é assim que eu fico depois de beijar você, me sinta! Tesão* é uma coisa normal de sentir entre um homem e uma mulher bonita, mas sedução? Sedução é o que essa mulher me faz sentir quando me olha desse jeito. — Você veio acabar comigo, não foi?.- pergunto olhando para os olhos dela, enquanto ela continua sorrindo. — Eu só vim conhecer Arraial do Cabo.- diz brincalhona, e nós dois sorrimos. Eu agarro ela mais uma vez, afundo meu rosto em seu pescoço, o beijando e ela arfa, também me apertando como consegue. E então ficamos assim, entre beijos e carícias por um bom tempo. Eu não consigo manter minhas mãos longe dela, e ela parece também não querer que eu fizesse. Quando a chuva finalmente para, nós ainda não estamos prontos para desgrudar um do outro. Meu corpo clama por mais, mas não quero que nossa noite seja resumida a sexo. — Você pode dormir lá no meu quarto hoje, lá é mais fresco.- a convido. Mas vejo seu rosto se encher de dúvidas novamente. — Acho melhor não Marcelo.- Angelina parece lutar contra sua própria vontade. — Não precisamos fazer nada, só ficarmos juntos.- proponho, sussurrando no ouvido dela, alisando seu rosto, e distribuindo beijos por detrás de sua orelha, até seus lábios carnudos. — Você não está me deixando pensar direito fazendo isso.- ela fala de olhos fechados, entre os selinhos que a dou, e eu sorrio. — Essa é a intenção.- roço meu rosto no dela, e nos dois ficamos de olhos fechados com o rosto colado no outro. Sinto que não consigo deixá-la ir. — Só dormir?.- ela pergunta ainda de olhos fechados. — Só dormir!- eu afirmo com fervor. — Tudo bem, vamos dormir então.- diz ela me encarando logo depois, e eu sorrio como uma criança. Isso, ponto para mim!
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