Capítulo 59

1059 Palavras

Bianca Narrando A sexta-feira terminou devagar na escola. A mente ainda martelava com o dia intenso, aulas, reuniões e a preocupação com a tropa de estudantes que eu tinha que supervisionar. Quando ouvi o ronco da moto na frente da escola, senti meu corpo se arrepiar. Ele desceu, com aquele jeito, o olhar firme que só ele tinha, sem perder a postura de sempre. Aquele homem era um perigo ambulante, mas era o meu perigo. — Bora, gostosa. — disse, estendendo a mão. — Bora. — disse subindo atrás dele, segurando firme na cintura, sentindo cada músculo do corpo dele tenso, pronto pra qualquer coisa. O caminho até a casa dele foi intenso. Ele não falava muito, mas cada gesto, cada encosto da mão, cada roçar de quadril no meu, dizia mais do que palavras. Eu sentia o cheiro dele, o calor dele,

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