Brahan Arslan Estamos deixando o esconderijo de Baruk quando o céu começa a clarear. O vento frio é cortante na pele, mas a minha mente ainda está presa ao que acabou de acontecer lá dentro. Vejo Kayra abraçar Baruk antes de sairmos. Eles parecem pai e filha. O abraço é longo, firme, cheio de algo que eu não consigo nomear, mas sinto o peso. Ela realmente confia nele. Faruk aperta a mão do homem logo em seguida, com a postura de quem mede cada detalhe. Eu também estendo a mão e Baruk a segura com força, o olhar dele cravado no meu. — Esse lugar continua sendo nosso ponto de encontro... — Ele avisa. — Mas só apareçam com o meu sinal. Fora disso, ninguém pisa aqui. — Entendido! — Respondo, curto, seco. Voltamos ao carro e eu assumo a direção. Dou a partida de forma brusca e o motor ronc

