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1557 Palavras

Kayra Arslan A madrugada está fria e silenciosa, mas não há tempo para sentir o vento gelado. Eu coloco uma roupa justa, ajustada ao corpo, que me protege e me permite mover com liberdade. A calça e a blusa de mangas longas aquecem, e eu prendo o cabelo da melhor forma que consigo, usando grampos para que nada escape durante o trajeto ou no encontro. Luvas nas mãos completam o conjunto. No bolso da jaqueta, coloco munições. No coldre, a arma já preparada e tenho mais duas facas de brinde. Cada detalhe é pensado, cada movimento calculado. Sei que esse encontro não é apenas mais uma reunião. É o passo inicial para algo grande, decisivo, que poderá mudar tudo. Enquanto ajusto tudo, Faruk entra no quarto. Me vê pronta, me olha de cima a baixo e, por um instante, sinto aquele peso em sua e

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