No quarto, Alexander derrubou Quintina na cama. O corpo dele pairou sobre o dela, e, por um instante, o tempo pareceu parar. A respiração de ambos se misturou, o ar ficou morno, e o coração dele batia forte demais, tão perto que ela podia ouvir. Quintina colocou a mão na barriga dele, estabelecendo limites,podia ver a marcação na calça dele, estava excit@do e muito duro — Não sente atração por mim, Quintina? — ele perguntou. — Sinto… muito, muito mesmo. — Ela respirou fundo. — E isso até me assusta, Alexander. Ele deu um sorriso, encostando o rosto no dela. O cheiro do perfume e e o calor da pele dele a envolveram como um cobertor. — Mas isso é bom. Vamos colocar fogo nesse quarto… Quintina sorriu de leve, mas logo ficou séria. — Eu não estou em controle de natalidade, Alexander

