Barden estava na beira da piscina. Era noite, e as crianças ainda estavam agitadas, rindo e correndo, assim foi para água com elas. Ele pegou Citlali no colo e a jogou na piscina, fazendo-a gritar de alegria. Depois fez o mesmo com Heráclito, que mergulhou de ponta e voltou à tona rindo alto. Barden os deixou nadar por um tempo, observando atento. Um sentinela se aproximou, parando a certa distância. Era um homem que não morava no condomínio; sua família ainda vivia no rancho, e ele só vinha quando estava de serviço. — O senhor vai autorizar as crianças irem na festa do meu filho, chefe? — perguntou . — Vai ser um momento de criança, tranquilo. Os pais das outras crianças da escola vão deixar e buscar no fim do dia. Barden virou o rosto devagar, o olhar sério. — Meus filhos não saem s

