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DESTINADOS, Um Feitiço de Amor - CEO

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Sinopse

Gael assumiu a responsabilidade da poderosa família Espínola, muito cedo. Seu pai, Alberto Espínola, faleceu quando ele tinha apenas 18 anos, deixando o império da família a cargo do seu único filho. Essa atitude causou inveja no enteado do seu pai. Sérgio, foi criado por Alberto como filho e assim como sua irmã Sara, foram contemplados no testamento do patriarca falecido. Mas nada disso sanou a inveja que Sérgio supria de Gael, o CEO da Construtora Espínola.Destinados, conta a história de enganos e traições, onde o ódio que Sérgio sente por seu irmão de criação Gael, o leva a planejar sua morte só para se tornar herdeiro de sua fortuna.Para isso, ele irá utilizar a doce e batalhadora Sandra, uma jovem simples cheia de sonhos que teve de deixar de lado, para cuidar dar irmã mais nova e do pai. Sérgio engana Sandra com um casamento falso, para que ela herde a fortuna de Gael.O plano falho de Sérgio dar errado e Gael sobrevive ao atentado. Agora Sandra tentará provar sua inocência e resistir aos encantos de Gael.Já ele, ficará dividido entre amar Sandra ou confiar nela

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Prólogo
POV, Gael Espínola Eu já conhecia aquela expressão sisuda na face de Mirela. Meu pai sempre dizia: onde se ganha o pão, não se come a carne. Esse foi um dos muitos ensinamentos que o senhor Alberto me deu e no qual não ouvi. Mirella estava dentro de um vestido, que apesar de ir até os joelhos, era extremamente provocante. Modelava suas curvas quase como uma segunda pele, o tom bege da peça única, caia muito bem com seus cabelos pintados em um tom cobreado. A minha bela secretária, põe sobre a minha mesa, alguns ofícios nos quais preciso assinar, antes da minha curta viagem ao interior. "O senhor Lúcio, deixou esses papéis para o senhor assinar de manhã." Sua voz era seca, demonstrando que algo a incomodava. "E aonde está o Lúcio?" Pergunto, tentando entender porque ele não se encontrava na empresa aquela manhã. Sempre eficiente em bem informada, enquanto esbanja sua beleza, Mirella responde. "Ele foi até Miracema, parece que uma construção de um condomínio está dando problema, ele foi averiguar." "Em Miracema?! Pensei que o Lúcio havia negado esse projeto." "Não sabia lhe afirmar senhor. Mas se quiser, posso falar com a Renata secretária dele." Responde de maneira solícita, apesar de nitidamente aborrecida. Minha linda secretária ainda me deu mais alguns atributos e com sua última frase entendi o que lhe afligia. "A modelete ligou, disse que chega hoje. Reclamou que o senhor não a atende no celular e pediu para que a pegue, oito da noite no aeroporto Santos Dumont." As palavras foram vomitadas por Mirella. "Senhorita Mirella, o nome dela não é modelete. É Senhorita Sarah." Sendo chamada atenção ela joga o cabelo para trás, engole em seco e respira fundo. "Perdão, senhor!" Visivelmente incomodada, ela se desculpa. "Avisou a ela do meu compromisso e que não poderei ir buscá-la?" "Avisei senhor. No entanto, sabe como é a..." Mirella pondera o modo de falar. "... a Senhorita Sarah, disse para o senhor mandar outra pessoa fazer o seu serviço e que o senhor vá buscá-la." Após ouvir tamanha desfaçatez, apenas ri. Somente Sarah poderia imaginar que largaria meu trabalho para ir buscá-la no aeroporto. "Mirella, ligue para minha casa e veja com a Arlete qual dos motoristas poderão buscar a Sarah." "Sim, senhor! Sobre a sua viagem, ligaram do hangar dizendo que tem um alerta para o horário, possível tempestade de verão. Mandaram avisar pois talvez não poderão decolar no horário.” A notícia não era boa, não poderia adiar o compromisso. “Mirella, retorne a ligação e avise para adiantar o vôo antes da tempestade.” “Farei agora mesmo.” Ela sai rebolativa, mas com elegância. A baixinha e falsa ruiva era muito bonita e por isso cai em tentação algumas vezes. [•••] Não demorou muito e Mirella retornou a minha sala. “Gael, eu liguei e informaram que a aeronave está fazendo a manutenção de rotina, só irá estar pronta no horário confirmado. Eles reiteraram sobre a tempestade e que terão qua adiar o horário do vôo.” Aquele era um mês corrido. Janeiro depois de período das festas de fim de ano. Eu tinha que assinar o contrato, junto a um grupo espanhol e os executivos, só tinham até o horário limite no qual marquei com eles. Se eu não estiver lá hoje no horário acertado, a empresa irá perder alguns milhares de dólares. “Cancela o vôo Mirella,” “Quer que eu ligue para empresa de táxi aéreo?” “Não, irei de carro. Vou em casa pegar umas coisas, tirar esse terno, trocar de carro e ir tranquilo, em quatro horas chego ao meu destino.” “Tudo bem, senhor!” Peguei minha bolsa pela alça e joguei sobre o ombro, já com as chaves do carro em mãos, fui para o estacionamento da empresa. [•••] No caminho, já chegando em casa, recebi uma mensagem de Lúcio, ele havia condenado um terreno em Miracema e cancelado o início da obra do condomínio. Ao chegar para embargar a obra antes que nos criasse problemas, descobriu que quem havia ordenado o início da empreitada, foi o vice-presidente. Não sei por que me surpreendida, o pior é que, meu “querido” irmão saiu de férias e nem poderia o mandar desfazer a grande merda absurda que cometeu. Entrei no condomínio onde resido, com mais um problema a resolver, se a ordem da obra em Miracema foi dada de maneira direta, dificilmente Lúcio conseguirá parar e hoje não terei como resolver isso. Assim que estacionei o carro na frente de casa, Samuel um dos meus motoristas veio ao meu encontro. “Senhor, bom dia! Estaciono o carro na garagem?” pergunta solícito. “Bom dia! Sim, Samuel. E ponha aqui na porta o SUV preto.” “Vou levar o senhor em algum lugar?” “Não, eu mesmo irei dirigindo.” Entrei em casa e Arlete logo veio me receber. Foi a ela que pediu que fizesse minha mala, com apenas duas mudas de roupa. Voltaria amanhã. Antes de subir para o meu quarto, perguntei pela minha mãe. “Está na horta na parte de trás da casa, Sérgio está com ela.” “Sérgio já voltou de férias?” Aquilo era estranho, só voltaria na próxima semana. “Sim, chegou na madrugada. Pensei que o senhor soubesse.” “Não, ninguém me disse nada. Vou tomar um banho, comer logo e sair em seguida. Mas antes irei falar com o Sérgio.” Arlete subiu para fazer minha mala e eu segui para a parte de trás da casa. Tinha algo para resolver com meu ‘irmãozinho”. Sérgio estava sentado à mesa tomando um drink colorido. E minha mãe de avental e luvas mexendo com a terra, plantar era um hobby para ela. “Com sua benção, mãe!” falei assim que cheguei, quebrando o silêncio do ambiente. “Deus te abençoe meu filho! Que surpresa boa. O que faz aqui essa hora da manhã?” Beijei sua testa, mas tinha pressa em falar com Sérgio, depois responderia a minha mãe. Me dirigi até ele, que agiu como se eu ali não estivesse. “Que história é essa de liberar a obra do condomínio em Miracema, mesmo quando Lúcio, falou que o adequado era parar a obra?” “O Lúcio é um i*****l, não tem ideia do quanto de lucro a empresa perderia por causa dessa palhaçada.” ele discorre como se tivesse total razão. “i*****l o Lúcio! Palhaço seremos, se mantemos adiante uma construção em solo arenoso, sem fazer os devidos cuidados.” “Com uma boa quantidade de dinheiro, podemos construir o maior prédio do mundo, em cima de um pântano.” Sérgio retruca, como se tivesse dentro da razão “Não irei discutir com você. Sua tendência ao mau caratismo é escrachada.” “Vocês não vão começar a brigar feito dois meninos?” minha mãe intervém. “Não tem ninguém brigando aqui mãe. Apenas assunto de homens.” Sérgio discorre com cinismo, enquanto sorve uma golada do drink. “A maior questão aqui. É que o Gael, prefere dar atenção as besteiras do primeiro i*****l que quer mostrar serviço, do que ao vice-presidente da empresa.” “Cargo não é sinal de competência. Lúcio não é um i*****l, é um topógrafo muito qualificado e confio nele.” Falo entre dentes. “O que ele é, é um belo puxa-saco, se tirar uma foto das suas bolas, vai sair o retrato dele agarrado e mordendo.” “Sérgio!!!” minha mãe o repreende. Não queria que aquela conversa se transformasse em mais um embate entre nós dois, no entanto, Sérgio não era do tipo que colaborava para harmonia. “Tenho um compromisso e nenhuma vontade de discutir com a sua pessoa. Quero que vá até Miracema desfazer sua grande merda.” “Estou de férias.” Ele fala empafioso se movimentando a cadeira.”Vá você e seu grande crachá de presidente resolver o que entende como problema.” “Não estou para brincadeiras, Sérgio!” “Nem eu!” Ele levanta da cadeira se pondo a minha frente. “Se estou de férias não vou resolver problemas da sua empresa.” Antes que a situação ficasse mais feia, minha mãe entrou no meio de nós dois, de costas para mim e de frente para o Sérgio. “Meu filho, se você cometeu um erro assuma e o conserte.” Ela o aconselha. “Com licença mãe. Tenho que me adiantar, quem sabe a senhora consegue pôr alguma coisa na cabeça do seu filho.” Sai os deixando lá. Tinha que tomar uma bela ducha, almoçar e sair o mais rápido possível. [•••] “Meu filho, vai com calma! Desse jeito você vai passar mal.” Minha mãe tentava controlar minha pressa para comer. “Tenho compromisso inadiável, helicóptero iria me levar, mas virá uma tempestade, por isso preciso partir agora.” Sérgio estava mudo a mesa, com certeza com raiva, pois teria que resolver as besteiras que fazia, no meio de suas férias. De maneira repentina, achou de se intrometer na conversa entre minha mãe e eu. “Para onde você vai?” “Um compromisso na divisa entre São Paulo e Rio. Por isso, não posso ir a Miracema.” Falei me levantando e tomando suco rapidamente. Sérgio não conseguiu controlar a expressão de surpresa. Esse não foi o mais estranho naquela rápida conversa. O mais estranho foi sua ação a seguir. “Fica tranquilo irmãozinho, vou resolver a questão de Miracema.” Sérgio veio até mim e me abraçou. “Faça uma excelente viagem!” Retribui seu abraço com tapinhas nas costas. Estranhando totalmente a ação do meu “irmãozinho” beijei a testa da minha mãe e fui aí banheiro, antes de sair para o meu destino. [•••] POV, Narrador A tempestade era muita intensa. O veículo de Gael vinha pela estrada em alta velocidade, parecia está em fuga. O SUV potente, perdeu o controle e bateu no poste, se incendiando segundos depois, ceifando a vida do motorista. Não demorou muito e na mansão Espínola, a morte de Gael foi anunciada.Trazendo uma tristeza enorme para os seus familiares. Principalmente para sua mãe. Vera estava inconsolável, apesar de não ter seu sangue, Gael era seu filho mais próximo e carinhoso.

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