capitulo 21

1189 Palavras

O Augusto deu uma gargalhada alta, uma explosão de arrogância, batendo no meu ombro com aquela palma pesada que ele achava que selava amizade e confiança, mas que pra mim era só o peso de um rei que tá prestes a cair. — Tu é f**a, Caçador! Por isso que tu é o meu número um, c*****o! Tu é um robô, uma máquina de matar sem sentimento! — Ele virou o resto do copo num gole só e me deu as costas, voltando pra poltrona como se tivesse tirado um peso das costas. — Mas ó, fica esperto. O Douglas fica plantando essas sementes de dúvida, dizendo que mulher bonita atrai interessado, que o perigo tá do lado... m*l sabe ele que o meu melhor cão de guarda não come a carne do dono nem que esteja morrendo de fome. Eu continuei parado ali, no centro da sala, vendo ele se afundar no próprio ego e na garra

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