FABRÍCIO. Amarro ela como se amarra porco pronto pra degola. Corda grossa, nó cego, bem dado. Arrasto o seu corpo até a moto e passo a corda por baixo da axila e nas pernas. Enrosco no chassi e puxo firme. Tá presa. Ela se mexe um pouco. Tá molenga já. O corpo todo fudido, sangue escorrendo das costas, das pernas, deixando um rastro de sangue no chão. Os braços e as pernas tá um bagulho sinistro. Fico de pé, olho aquela cena sem um pingo de emoção. Farinha: Fica tranquila, princesa... a parte boa nem começou ainda. Rayssa: Seu merda! — cospe sangue no canto da boca, com ódio no olhar. Farinha: Isso eu já sei, conta uma novidade, c*****o — respondo rindo com desprezo. Ela tosse, se engasga no próprio sangue, mas continua. A voz falhada, mas cheia de veneno. Rayssa: Sabe quando

