CAPÍTULO 158 RENATA NARRANDO: Peguei a Ana Clara no colo do Vulcão, ela ainda meio sonolenta, o rostinho encostado no meu ombro, aquele cheirinho de sol e cloro misturado que só ela tem. Subi as escadas devagar, tentando não acordar de vez, e fui direto pro quarto de hóspedes. Dei um banho rápido nela, só pra tirar o resto da piscina, e a pequena m*l abriu os olhos. Ficava murmurando baixinho: — Mamãe, quero o tio Vulcão… Sorri sozinha. — Depois, meu amor. Agora é hora de dormir, tá? Ela só fez um som de “uhum” e logo apagou, do jeitinho dela, de bruços, agarrada no travesseiro. Fiquei um tempo ali, olhando pra ela, com o coração apertado de tanto amor. Tão pequena, tão esperta… e agora com alguém que parecia amar ela tanto quanto eu. Saí do quarto na ponta dos pés, fechando a port

