CAPÍTULO 157 RENATA NARRANDO: Quando a gente chegou na casa do Vulcão, o sol já batia forte, refletindo na piscina e deixando tudo com aquele brilho bonito de fim de tarde. Vulcão estacionou o carro e virou pra trás, onde Ana Clara ainda dormia no banco, toda torta, com o cabelo bagunçado e a boca meio aberta. Ele olhou pra mim e soltou uma risadinha. — Olha a preguiçosa aí. — Nem fala alto, senão acorda assustada — respondi, abrindo o cinto dela com cuidado. Ele pegou a pequena no colo como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. E era. Ana Clara se encolheu no peito dele, ainda sonolenta, e murmurou baixinho: — Chegamo, tio Vulcão? — Chegamo sim, princesa — ele disse, beijando a testa dela. — Agora vamo curtir. Entramos, e ela abriu os olhos devagar, espiando a piscina lá fora

