CAPÍTULO 148 VULCAO NARRANDO: Mano… eu fiquei um tempo na boca trocando ideia com o Cafu, cara cabuloso do caralhø. Depois eu desci do carro com o sangue fervendo. A briga com a Renata ainda martelava na minha cabeça, cada palavra dela ecoava como se tivesse me dado um tapa na cara. Eu sei que errei em muita fita, mas c*****o… eu amo aquela mina. Só que parece que ela não enxerga, parece que não acredita. Cheguei na minha casa já com aquele peso no peito, batendo a porta com força, e fui direto pro barzinho que eu tenho na sala. Ali tava cheio de garrafa: whisky, vodka, cachaça, tudo misturado. Eu olhei pras garrafas como se fosse inimigo e aliado ao mesmo tempo. Peguei a primeira que vi, whisky, e virei no gargalo mesmo. O gosto queimou a garganta, mas eu queria era isso: queimar tudo

