Epílogo

1361 Palavras

O domingo amanheceu devagar, com o sol filtrando-se pelas cortinas claras do quarto e desenhando pequenos rastros dourados sobre o lençol amassado. O ar estava morno, sereno, e o som distante dos passarinhos era o único ruído que quebrava o silêncio doce da casa. Heitor despertou primeiro. Virou-se de lado, apoiando a cabeça no braço e ficou ali, observando Clara ainda adormecida. O tempo parecia não ter passado e, ao mesmo tempo, ele podia sentir em cada traço do rosto dela o reflexo de todos os anos vividos juntos. Os cabelos espalhados pelo travesseiro, o leve franzir das sobrancelhas, o jeito como ela buscava o calor dele mesmo dormindo… era tudo familiar, tudo dele. Três anos haviam se passado desde o casamento, e a vida havia se ajeitado num compasso calmo, quase poético. A ofic

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