CAPÍTULO 5

2252 Palavras
ELLEN Senti o chão de madeira abaixo dos meus joelhos e senti o quente subir e tive vontade de gritar alto e deixar todo o t***o acumulado extravasar. Meu plano havia ido para o buraco e naquele momento eu só queria ser a Ellen que eu era, esquecer tudo e aproveitar o parceiro na minha frente. William podia ter suas regras e lei, como eu tinha as minhas, mas a lei universal estava comigo. A lei era clara. Você dá prazer e receber prazer. - Pronto? - Vai engolir direitinho? - Ele sorri. - Vai se f***r - Eu desafio. - E tudo que você sonha. Eu coloquei a mão no cós da bermuda dele e ele me olhou com os olhos negros brilhantes e em expectativa. William tinha coxas grossas e torneadas, puxei a única peça para baixo eu vi ele em toda plenitude, completamente e******o e pronto, dava de comprimento duas mãos minhas fechadas e mais um pouco, eu tinha certeza disso, uma encima da outra, deixando a glande grande, com o caminho de pelos que levava para o p*u dele, pelos baixos que entravam e marcavam a p***s e o resto livre , aquilo era... grande e bonito demais para o meu pobre coração aguentar. Mas ele iria aguentar,porque não havia coração na jogada. Eu me inclinei e o peguei entre a minha mão. - Fui só eu que fantasiei esse momento, William? - A pergunta saiu clara de mim. Dou um sorriso de agradecimento aos meus santos, pela sorte concebida a mim diante o motor v8, diante o cavalo de tróia com vida própria. - Não, não foi só você – Eu desci e subi minha mão, coloquei a outra mão. As veias estavam saltadas e dava para ver elas pulsarem lentamente aumentando o fluxo de sangue. - Ele pulsa também – Falo, me aproximando. - Não sabe o quanto imaginei eu dentro da sua boca, Ellen. Ao invés de responder eu passei a língua pela cabeça e senti o gosto dele, acariciando o rosto com as minhas mãos lentamente. Eu não estava com pressa. Eu nem devia ter! O enfiei na boca e o seu abdômen contraiu totalmente, indicando um ponto sensível do corpo dele, mas rígido. - Ellen, c*****o – Ele jogou a cabeça para trás e notei que a cada vez que eu o acariciava com as mãos e chupava com a boca ele ficava mais duro e ereto. Poderia comparar ele com uma pedra de gelo, mas ele era quente demais para isso. Eu sabia que eu estava fazendo da forma que eu sabia fazer e sabia que eu estava gostando, além da expectativa o meio das minhas pernas se contraindo sem parar, desci minha mão e segurei as bolas dele, eu deslizei a ponta dos dedos e senti a pele lisinha e a forma que ele contaria sobre a minha mão. Poderia m***r William agora e ele nem se daria conta, pela forma que ele joga a cabeça para trás e fecha os olhos, como seu pescoço fica exposto e revela o pomo de adão. Mas ver ele tão exposto, de certa forma me fazia ver que ele falava sério quando dizia que gostava de s**o. O engoli até o fundo da minha garganta e o tirei,fazendo a mesma sequência e escutando o barulho da sucção e dele me tocando no fundo da garganta, me fazendo respirar de forma lenta para não engasgar com ele dentro na minha boca, sinto o gosto do pré g**o e paro de o enfiar dentro da boca e passo a deslizar a língua, devagar, da base até a ponta, da ponta até as bolas dele, enfiando uma na boca e depois outra. - Ellen – Ele clama e depois eu afasto as mãos, segurando as coxas dele como apoio e afundando minhas unhas para que ele sinta as sensações e que ele goze agora, prolongando assim a sensação. - O que está fazendo? Eu vou gozar com você chupando meu p*u dessa forma – Eu sorrio, deslizando a ponta da língua por uma única veia saltada dele, eu noto eu estou com glande dele entre os lábios e apertou devagar e deslizo para os dentes. - Não pode morder, tá bom? Não faz isso? Ele achava que eu iria morder. Mas quando eu deslizei ele para dentro e o segurei, fixando meu olhar nele, bem, não precisou mais falar o que eu estava fazendo, ainda mais quando eu parei e o tirei e o coloquei de novo, vendo ele se contrair como um menino, gozando na minha boca e eu sentindo o gosto salgado e alcalino dele, engolindo e ficando calada diante dele, limpando ele. Eu tenho comigo a percepção que quanto mais molhado, mais fácil entrar e eu não ligo de ter que fazer isso com minha própria saliva e minha boca, chupo uma ultima vez e paro. Motor V8 lubrificado com sucesso. - Pronto – Eu me levanto e fico de pé novamente, ele esta respirando fundo, sinto o gelado em mim pelo clima do quarto e aquilo me arrepia. - Vai me dar um beijo agora ou não? - Brinco e quando ele ergue a mão eu me surpreendo, pega a minha mão e puxa, me fazendo me inclinar e o beijar. - c****r meu p*u e incrível, não? - Sussurra contra minha boca. Eu gemi em sua boca e apoiei as mão em seu peitoral e ele ergue a mão, segurando meu rosto, puxando minha língua com a dela e a chupando de leve. - Você é maluco. - Eu ainda perguntei o que você não gostava, agora e tarde – Falou e riu. - Eu quero estar dentro da sua b****a, agora. - Eu também – Me mexo e faço as minhas pernas ficaram uma de cada lado dele na poltrona, fico de joelhos dessa forma e evito o contato lá em baixo, seguro o rosto dele e dou um sorriso sincero, encarando os olhos dele. - Você parece saber como c****r uma mulher, eu queria ter aproveitado aquilo no sofá. - Se pedi com jeitinho eu chupo sua b****a – Ele fica parado me encarando. - Eu vou pedir, princeso. - Você é completamente diferente – E a minha vez de ficar parada. - De tudo que já esteve ao meu lado, completamente. - Fica fofo assim no s**o, William? - Brinco. - Eu falo muito, você sabe disso – Ele não deixa de abrir o sorriso e eu vejo morder o lábio inferior. - Para falar a verdade eu estou indo devagar, bem devagar, e nossa primeira vez, eu não esperava esse rumo. - O que você esperava? - p***a, você cuidado de tudo, mas você ferrou um pouco com isso. - Faria diferente se fosse você, William? - Sim – Eu me abaixo e sinto ele entre as minhas pernas, ele abre e fecha a boca e eu desço minha mão para seu peitoral, me apoiando. - O que você faria se a noite fosse sua desde o começo? - pergunta e cintos os pelos do peitoral dele fazer cócegas na palma da minha mão. - Teria te levado a um lugar bom ou feito algo para você aqui mesmo, iria te abrir ainda mais para mim, iria plantar a expectativa em você, e isso que deve acontecer antes do s**o – Faz uma pausa. - Meu pai fala que se você levar uma mulher para jantar ou para fazer algo antes do s**o ela vai confiar mais em você e se permitir mais. - 39 anos depois olha você aqui – William solta uma risada e o som me agrada. - Eu vi com a ideia de ter s**o r**m, tão r**m que você nunca mais iria me procurar. - Só você chupando meu p*u desse jeito já me faz querer ela de novo lá até eu gozar nela. - O que você não gosta no s**o? - O que eu não gosto, Ellen – Ele parece pensar. - O mesmo que você eu acho – Eu solto uma risada. - Você já tentou? Como assim?! – Eu começo a rir disso. - Foi uma espanhola ruiva, tinha chegado de viagem e estava sedento, quando ela tentou com – Ele ergueu o dedo. - Foi como fazer cocegas em mim, eu perdi o clima na hora. Ela saiu rindo de mim e falando que eu era um fraco, que era um preconceituoso e blá, blá! - Por que preconceituoso? - Hoje em dias os homens relacionam a b***a com coisa de gay, tem mulheres que tem tara na minha b***a, mordem que e como se quisessem tirar um pedaço dela - Eu sorri, porque eu me identificava com elas em relação a b***a redondinha dele. - Eu sou livre, se eu gosto eu faço, independente, se eu gostar de comer mulher no deserto quente eu vou fazer isso. - Você não tem preconceito, eu vi a forma natural que você trata o Rick – Falou e ele ergue a mão soltando meu cabelo. - Eu já vi muita coisa, da mesma forma que eu não reprimo o que sou ninguém precisa fazer isso – Ele faz uma pausa. - Uma página da bíblia não vale uma vida. - Isso é bonito. - E real e não bonito, Ellen – Ele se aproxima e me beija, eu noto a mão dele no meu quadril. - Vamos? Temos o café da manhã para falar. - Não vou ficar para o café. - Você vai estar tão cansada de manhã – Ele suspira. - Eu estou entre as suas pernas e não vou aguentar muito tempo, Ellen – Eu me movo e me inclino, erguendo o quadril e sentindo ele deslizar a mão para a minha b***a. - Isso erga essa b***a para que eu possa entrar nessa b****a. Deslizo minha mão e o seguro pela base e o posiciono. - Deu medo agora. - Prometo ir devagar – Ele suspira. - No primeiro minuto, claro – Quando a cabeça dele se encaixa eu sinto a pressão inflar dentro de mim e no meio das minhas pernas. - p**a que pariu! - Xingo quando ele começa a entrar. Ellen se controla, você já teve um filho, relaxa e desce. Me apoio no ombro dele. - p***a! - Ele me encaixar totalmente e ele entra em mim, ficando parado. - E quentinho, parece uma almofada abraçando meu p*u. - Não se mexe – Falo. - Espere eu me acostumar com você, princeso do c*****o - Ralho e abro a boca para soltar o gemido preso dentro da minha garganta. - Sou demais para você, Ellen? - Você não é demais para mim, mas é grande demais, como esconde isso dentro das calças? - E o mistério da vida – A mão dele apertou minha mão livre e com o apoio das minha mão em seu ombro eu começo. As primeiras duas estocadas para dentro e para fora eu sinto ele dentro da minha alma, mas depois da terceira eu fecho os olhos e eu vou, com a mesma vontade que ele, indo e subindo, sentindo a respiração funda e o corpo quente colado com o dele. A boca dele se torna ainda mais presente quando ela alcança meus s***s e começa a c****r os dois alternadamente e aquilo parece me fazer gemer de uma forma que eu nunca havia feito em toda a minha vida com homem nenhum, minha boca está aberta e ela deixa escapar cada gemido e cada suspiro. E incontrolável e aquilo me deixa parada na sensação dele dentro de mim, sentindo ele em baixo e em cima, e segurando, me tendo e me chupando. - William – O nome dele é a única coisa que eu falo, contraindo e sentindo o o*****o e todo o t***o acumulado dentro de mim, e como o inferno! -Goza, Ellen, sei que está quase lá, vamos, sinta sua b****a virar fã do meu p*u, ele está entrando e saindo de dentro de você – A voz dele estava ofegante, mas não vacilante. - Estamos fodendo, Ellen, estamos em uma poltrona fodendo e você não para de gemer – Eu dou um gritinho quando eu sinto a estocada mais funda. - Seu corpo está começando a suar, vamos Ellen, faça essa b****a gozar – Eu abro os olhos e encaro o rosto dele, a boca aberta e a mandíbula coberta pela barba aparada. -Vai olhar para mim? Ótimo, olha para mim, dentro dos meus olhos . Eu grito alto e aperto seu rosto entre minhas mãos, sustentando o olhar dele com toda a força que eu tinha, sem piscar e vendo o brilho escuro. Quando eu tive meu o*****o foi como se eu tivesse me partido em duas, era como se cada parte de mim tivesse se desfeito em mil pedaços sobre ele, as coisas pareceu ainda mais fortes quando ele apertou meu quadril e deu um gemido alto gozando, com os olhos abertos eu pude encarar o rosto e todo e o corpo com uma camada de suor, a boca entreaberta e a forma que ele se jogava naquilo da mesma forma que eu. Ele estava dentro de mim. William ficou parado, se aproximou e enfiou as mãos entre meus cabelos e me puxou para próximo dele, encostando sua testa na minha, eu sentia o peito dele subir e descer e as narinas puxando o ar com força. - Fodemos, William – Sussurrei, com a garganta seca. - Não, ainda nem começamos.
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