WILLIAM
Minha mão desliza pela pele quente, até encontrar o pescoço dela.
- Vai - Sussurro, inclinando ela para trás do sofá e a faço deitar,minha boca se move sobre o pescoço dela e eu encaro os olhos, dessa vez sim eu vejo ela sentir de verdade e não fingir p***a nenhuma, eu mordo a pele quente e alivio a pressão dos meus dedos, deslizando eles para baixo até fazer ela afastar as pernas e me ter entre elas.
Era olha de brincar no parquinho.
E a regra e clara, se não aguenta, não desce para o parquinho.
- Viu Ellen, é assim que começa uma noite – Sussurro de novo e a beijo, encontrando as língua e sugando. - Você tentou, agora é minha vez – Eu me empolgo.
- William...
- Eu quero muito saber como é isso – Minhas mãos pairam sobre os seio dela, apertando e deslizando o polegar por cima do tecido. - Como e seus p****s Ellen, gosta quando eu toco?
- Eu não sou sua bola de pelo.
- Me chamou de gato? Uau, que evolução – Eu ergo minha mão e deslizo as alças do vestido, vendo os dois.
Fico parado na dela, sem me mover um centímetro.
- William?
- São tão lindos.
- Eu sei – Quando eu penso que não pode melhorar ela ergue as duas mãos e coloca sobre os dois. - Eles são bons o suficiente para você, William? - Ela me afronta com o movimento das mãos dela. - Olha como são redondinhos e mocinhos – Eu mordo a ponta da língua e ergo o meu olhar para ela.
Aquela era a Ellen que eu esperava, com aquele jeito, nenhum jeito diferente.
Ela não se rebaixava, mas era manipulável, embora tinha um domínio de si só para cumprir com ela mesma, o autoritarismo iria aparecer e ela iria querer participar comigo daquilo, junto de mim, comigo, por mim.
- Vai ser assim, Ellen?
- Assim?
- Uma vez você me perguntou que tipo de homem eu era na cama – Dou um sorriso. - Agora me diga você, que tipo de mulher você no s**o?
- Não quer descobrir por si só? - Eu não preciso responder, porque eu deslizo minha cabeça e agarro com a boca o primeiro seio e chupo com força, passo a língua pelo bico rosado e aredondado, olhando para ela e deslizando minha língua por toda ponta.
Eu sou muito atencioso, por isso divido a atenção com o outro e sinto as mãos dela entre o meu cabelo, que puxa com força e arqueia um pouco o corpo para ficar mais perto.
A sensação que eu tenho e de puro contentamento e uma empolgação que me faz sentir o cara mais satisfeito da terra e eu ainda estava chupando os s***s dela, cada vez que eu colocava a minha boca nela eu procurava a sensibilidade e a zona crua, a zona crua era onde eu poderia morder e sugar com força, da minha maneira.
Quando eu achei a zona crua dela eu mordi com força a parte superior dos dois s***s, um de cada vez, afundando meu dente na carne e vendo ela fazer o que eu mais gostava: Gemendo e tentando sair de mim.
Era como uma luta e fuga do c*****o que ela fazia, mas, como um bom pastor pastoreando sua ovelha perdida, eu continuava, Ellen tinha uma zona sensível, essa ficava entre os s***s, que eu pude deslizar a ponta da minha língua, mas ela tinha outra zona sensível, era na parte de baixo do seio, próximo ao bico do seio dela, o bico corado e durinho, esse ponto eu fiz a mágica, não dava para morder, mas dava para c****r devagarinho, quanto mais devagar, mas ela puxava meu cabelo.
Era como um livro, cada pedaço tinha quer ser lido, eu subi minha boca para o pescoço dela e deslizei minha mão, apertando e soltando, vendo ela me olhar e tentar me entender, sorrindo bem na minha cara.
- Está rindo? - Ela não para, a fileira completa de dentes e visível para mim indicando que ela nem imagina o quanto ainda posso fazer. - O que você vai deixar fazer com você?
- Como assim? - Ela parece confusa.
- Tem alguma regra? - Ela parece entender.
- Bem – Ela abre e fecha a boca. - Sem anal – Solto uma gargalhada.
- Por que?
- Nem ferrando que vai colocar seu p*u em mim, depois eu não vou sentir e nada.
- Não é assim.
- Querido você tem um taco no meio das pernas, eu nunca dei as portas do fundo e não é você que vai conseguir isso – Eu suspiro. - Depois eu não vou sentir mais nada saído dele.
- Tá certo, não vamos tentar isso hoje – Dou um sorriso.
- Tira esse sorriso da cara. Nem hoje e nem depois.
- Eu estou rindo do seu comentário, acha que eu tenho um taco entre as pernas?
- Sim, com duas bolas ainda – Ela acaricia o cabelo da minha nuca e eu fecho os olhos com a sensação. - Gosta disso, William?
- Não acho r**m – Falo e abro os olhos. - Tem mais algumas coisa além de lá atras?
- Nada – Eu fico aliviado com aquilo. - É um fetiche apertar o pescoço?
- É interessante, a forma que ele pulsa – Ergo a mão e puxo a dela, colocando sobre o meu pescoço, na altura certa. - Sinta – Ela fica em silêncio e abre um sorriso. - Viu?
- E sempre forte assim?
- O sangue está rápido dentro de mim – Ela puxar a mão. - Você tem vários pontos assim, e só encostar e sentir eles, você tem pontos crus e sensíveis, nos pontos crus e onde eu consigo morder e os sensíveis c****r.
- Fez isso com os s***s? - Eu balanço a cabeça de leve.
- Seu corpo tem muitos, seja atrás como na frente, seja nos seus s***s ou na sua b****a, até a curvatura do seu pé pode ter um ponto bom para usar, vai de mulher para mulher, mas todas tem – Eu me movo. - E se tem Ellen, tem que ser usado.
- Então usa – Eu dou um sorriso e me levanto, erguendo a mão para que ela se levante, quando ela está de pé ela termina de deslizar o vestido pelo quadril até cair sobre os seus pés e fazer um bolo de tecido, vejo ela parada, com os cabelos bagunçados por ter se deitado, vejo o batom apagado e vejo os olhos.
Mas ela nua e de salto.
Era como cair de paraquedas, mas sem o paraquedas.
- Para essa imagem melhorar só falta o seu óculos – Eu ergo a mão novamente e ela ergue a dela, apertando a minha, vejo expectativa nela e aquilo me faz ficar aliviado.
Eu tinha ela toda para mim.
- Viu? Não precisa tentar me afastar, você esta querendo dar para mim - Faço uma pausa. - Vem, eu não quero comer você aqui – Dou um sorriso. - Nossa primeira vez tem que ser em um lugar que eu sei que você pode se desfazer com conforto, depois podemos f***r até em cima do fogão, mas agora vem, você não me mostrou seu quarto, mas eu mostro o meu quarto para você. Sou um bom rapaz.
Eu caminho com ela do meu lado, entro no corredor a meia luz eu só penso em chegar no quanto.
- O que tem atrás dessas portas?
- Escritório, quartos, banheiro e por último - Paro na porta e abro, escancarando a porta e revelando o meu cafofo. - Meu quarto, Ellen.
Ela caminha sozinha até estar dentro dele, fica parada e vejo quando ela tira os saltos e caminha.
Ellen não tem vergonha ou alguma inibição, ela para na ponta da cama, eu me aproximo, encarando o rosto e o corpo. Se antes ela me achava duro, agora vai me achar... Deixa pra lá.
- Você é espaçoso – Volta a caminhar e para na janela do quarto que vai do chão ao teto e que dá para sacada, ela desliza os dedos pelas cortina cinza e depois olha dentro das duas portas lado a lado, uma do armário e outra do banheiro, se virando sorrindo. - Você tem uma banheira? - Balanço a cabeça e ela caminha mais um pouco, olhando para a poltrona no canto do quarto, com a iluminação da luminária e a mesa de madeira ao lado, ela se abaixa e pega o caderno preto e folheia ele. - O que é isso?
- Trabalho – Ela solta o caderno e se vira para mim.
- Vai ser aqui, William – Ellen abre um sorriso. - Quero ficar com você aqui.
Ela se referia a poltrona, refletir o que ela queria ali, imaginei várias posições e ergui minha mão enfiando os dedos entre os cabelos e jogando-os para trás.
- Vejamos – Faço uma pausa e me aproximo dela. - Eu me sento e você subo em mim, tendo meu p*u até as bolas em você, quer que eu chupe seus s***s enquanto você sobe e desce? - Ela solta uma gargalhada e se aproxima, ficando na ponta dos pés e alcançando minha orelha, senti a língua dela na ponta da minha orelha e consigo escutar a respiração dela.
- Vou tirar essa bermuda sua – Ergo minha mão segurando a cintura dela,ela volta a passar a língua na ponta da minha orelha, mas dessa vez morde devagar. - Eu vou segurar você nas minhas mão e eu você vai se sentar, vou c****r você – Eu sinto o meu corpo se arrepiar e ficar tenso. - Eu vou c****r você – Ela ergue a mão e toca o meu rosto. - Eu vou enfiar você na minha boca.
- O que mais? - Eu incentivo. Embora se ela continuasse eu iria me desfazer no chão com um possível infarto ou um derrame da cabeça ou um ataque de asma e porra... Nem asma eu tinha c*****o!
- Vou molhar você, para que quando você for entrar em mim esteja já bem leve e deslizando para dentro de mim
- E se eu mandar você fazer outra coisa, Ellen?
- Eu fico calada e faço - Se meu p*u não estivesse preso em mim nesse momento ele estaria ao meu lado dançando como um lunático em expectativa e animação.
Eu coloco a mão no peito.
- O que foi?
- Vendo se o coração está bem – Ela se afasta e encara meu rosto, deslizando a mão do meu rosto para baixo até entrar dentro da bermuda e eu sinto os dedos dela e abro a boca com a sensação gostosa. - Você sabe o que faz?
- E como respirar – Fala e puxa meus braço e me faz ficar diante a poltrona, ela me empurra e eu caio sentado.
- Violenta você – Ironizo.
- Pronto?
- Você ainda pergunta isso? p***a, eu esperei semanas para isso e agora você me pergunta se eu estou pronto, a pergunta certa aqui e se você está pronta?
Ellen não fala nada e nem esboça um sorriso sacana.
Ela fica séria diante mim, a pele branca e as curvas... Tudo. Era como um pacote perfeito.
Até o caminho que levava para dentro dela.
Ela ergue a mão e prende o cabelo em um coque e se aproxima e fica de joelhos na minha frente, sem rodeio nenhum, eu entendo que as coisas iriam ficar fodidas para nós dois.
Eu disse, era como pular de paraquedas, mas sem paraquedas.