CAP. 21

1732 Palavras

1 semana depois ... Não havia sequer a possibilidade de dizer que éramos tratadas como seres humanos, a comida era posta em uma espécie de balde sujo, não nos davam nem mesmo talheres. A água era trazida em uma lata igualmente suja e vez ou outra alguém vinha ver se ainda estávamos no mesmo lugar, como se houvesse alguma maneira de fugir. — Precisamos ir embora daqui. - Falei. — Acha que nunca tentei? .- Minha mãe indagou sem esperanças. Eu corri os olhos pela pequena sala. — Não pode usar seus feitiços? Ela balançou a cabeça decepcionada. — Já tentei, por alguma razão eles não funcionam aqui dentro. — Maldição. - Sussurrei chutando o balde vazio de água. — A quantos anos não se vê sem essas correntes? Senti lágrimas se formarem nos meus olhos, e se as algemas fossem o que prendia

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