• Afastem-se. – Disse o de trás. Eu conhecia aquela voz, mas que diabos… conhecia bem. • Zion? – Balbuciei, incrédula. Ele ergueu o queixo, os olhos semicerrados brilhando com aquela malícia que eu já havia presenciado em outras vidas. • Vão todos. Deixem que eu lido com essa. – Disse, estendendo a mão para que eu descesse. Meu estômago revirou. Eu hesitei, mas sem muitas opções, aceitei. Sua mão estava quente, firme, como uma corrente de ferro que não me permitia escapar. De pouco em pouco, os outros quatro salteadores se retiraram, visivelmente a contragosto, murmurando entre si. Senti os olhares deles queimarem minhas costas até que sumiram na escuridão. • Não devia estar no palácio tomando o Reino? – perguntei, tentando soar firme, mesmo que a garganta estivesse seca. • É bobage

