Capítulo 15 – Cicatrizes Invisíveis

909 Palavras

Aurora Mancini O calor do metal ainda ardia na minha pele, como se a marca que Salvatore me deixou tivesse queimado mais do que apenas carne. A dor latejava em meu braço, cada pulsação do meu coração enviando ondas de agonia que pareciam cortar minha alma. Eu estava deitada no chão do meu quarto, as lágrimas secando lentamente em meu rosto, minha respiração entrecortada e irregular, os soluços ecoando suavemente pelas paredes. Meus dedos trêmulos tocaram a marca recém-impressa em meu braço, o símbolo da família Vitale, e eu puxei a mão de volta rapidamente, como se o simples toque pudesse reacender o fogo que ainda queimava na minha pele. Ele me marcou. Como se eu fosse uma posse. Como se eu não fosse nada além de uma peça em seu jogo c***l. Meus olhos fixaram no teto, as sombras dança

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