Visão da ALICE 23h. Vesti o vestido colado que ele me deu. Vermelho. Curto. Sem calcinha. Meu corpo tremia. A respiração falhava. Mas eu fui. Eu queria ir. Eu já era dele desde o primeiro dia. Eu sabia. Caminhei até o quarto dele no silêncio. A casa dormia. Mas meu corpo… queimava. Entrei. A porta estava entreaberta. A luz do abajur acesa. Ele sentado na beira da cama, camisa aberta, boné pra trás, cigarro de maconha na mão. Me olhou de cima a baixo. O olhar dele… cravou em mim. — Fecha a porta. Fechei. Travei. Virei devagar. Ele não disse mais nada. Só apontou com o queixo. — Vem — Sem calcinha? Assenti. Ele passou as mãos pela minha coxa. Subiu devagar. Encostou o rosto no meu abdômen. Cheirou minha pele. — Tu veio do jeitinho que eu gosto. Deita na cama e abre as

