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ENTREGUE AO DONO DA ROCINHA - "Ela chegou como dívida. Ele a fez Rainha"

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Sinopse

Sinopse: Alice é entregue ao chefe do tráfico como pagamento de dívida. PH a acolhe sob sua proteção, deixando claro que ela não é propriedade de ninguém — mas também não está livre. À medida que o convívio entre os dois se intensifica, o desejo explode, o sentimento nasce e os perigos se multiplicam. Entre lealdades, guerras de morro e ciúmes explosivos, Alice vai descobrir que amar o dono da Rocinha pode ser tão perigoso quanto desafiador.

PH (Paulo Henrique):

Loirão de olhos frios, corpo tatuado e alma marcada pela perda. Dono da Rocinha, PH comanda com mão de ferro, mas esconde um coração que ele finge não existir. Possessivo, protetor e letal.

Alice:

Jovem moradora da comunidade, entregue como pagamento de dívida pelo próprio pai. Inocente, mas forte. Tem um passado doloroso e um futuro incerto, até cruzar com PH. Ela é a faísca que acende a guerra interna do patrão.

"Entregue ao Dono da Rocinha" é uma história de amor, poder e sobrevivência nas vielas da maior favela da América Latina. Quando Alice é entregue como pagamento de dívida, ela não esperava encontrar proteção… nem paixão. Mas PH, o patrão do morro, não é homem de dar o coração fácil. Uma história quente, perigosa e viciante que vai te deixar sem fôlego.

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PH - O dono da Rocinha
PH narrando Sou eu. PH. Patrão da Rocinha. Dono dessa pörra toda aqui. Loirão do olho azul como oceano, 25 anos, tatuagem descendo pelo peito até o meu päu, abdome trincado, cheiro que bagunça a mente das novinha e presença que cala qualquer um quando eu chego e faz as calcinhas caírem só com meu bom dia. Ninguém manda em mim. Desde os 18, quando os böta preta mataram meus pais em uma invasão, casinha armada pra eles, e ali eu jurei que nunca mais ia baixar a cabeça pra ninguém. Juntei minha tropa, assumi a liderança do morro que era meu por direito e fiz meu nome no Comando. Hoje sou respeitado na facção e os inimigos tremem só de ouvir meu vulgo. Sou um Hacker bolado e domino tudo de tecnologia. Hoje a boca gira no digital, a grana corre solta e o sistema é monitorado por mim, que hackeio até câmera da UPP e celular de delegado, sem limite. Minha goma é no alto, no topo do morro, área de lazer com churrasqueira e piscina pra gente meter aquelas resenhas de respeito, toda equipada com luxo e tecnologia do jeito que o pai gosta, só o melhor pra mim e pra minha pequena, minha irmãzinha Luna, vulgo Penélope, que vai se apresentar pra vocês depois e tropa armada na contenção. Só entra na minha goma quem tem moral. Família, meu Sub, meu Gerente. O resto... não passa da área da piscina em dia de resenha. Todo sábado tem baile, DJ grita meu nome, tropa abre o cordão, märmita se joga, as patys vem do asfalto só pra sentar pra mim. Mas eu não me apego. Fiel? Nunca tive e nem pretendo. Só pütaria. Vou me apegar pra quê se tem püta à vontade jogando a büceta na minha cara. Deu mole eu passo o säco mesmo, sem dó e sem chöro. Só pente e rala. Mas vamos trabalhar porque o movimento não para. Hoje o dia começou estranho. Tava sentado na minha mesa na boca. O Imperador encostou do meu lado, bolando um fininho, Sombra já tava sentado, de fuzil no colo. — Ela tá chegando. — ele soltou, seco. Assenti, esperando ela chegar. Radinho tocou. — Patrão na escuta? — Fantasma chamou — Solta a voz, Fantasma — Tem uma mina aqui, Alice, dizendo que tu tá esperando ela, posso liberar? Fantasma perguntou. Era a tal da Alice. Filha do noia que me pagou a dívida na boca com a própria filha. Noia dësgraçado. Só aceitei porque já soube que ele tentou vender a menina pra outro dono de morro. Peguei ela. Não por pena. Nem por t***o. Mas porque dívida é dívida. E deixar a menina cair na mão de qualquer um seria assinar meu nome num erro. Ela não tem ideia de onde tá entrando. Não é märmita, não é mulher de aliado. Não é püta. É só uma menina. Mas a partir de hoje... vou botar ela na minha goma. E aí, ninguém encosta sem minha ordem. Tá na minha proteção até eu decidir o que vou fazer com ela.

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