Kauan acordou com o eco metálico das portas se fechando atrás dele. A prisão era fria, escura e opressiva, mas ele não deixou que isso o quebrasse. Cada passo que dava pelos corredores gelados era calculado, cada olhar dos guardas estudado. Ele sabia que Davi tinha armado tudo para destruí-lo, mas não subestimava sua própria habilidade de sobreviver e virar o jogo. Sentado em sua cela, Kauan fechou os olhos por alguns instantes. Lembrou-se de Isadora: o calor do corpo dela junto ao seu, os toques que despertavam desejo e proteção, os beijos carregados de erotismo e intensidade. Um arrepio percorreu seu corpo só de imaginar como ela estaria agora, sozinha com a filha, enfrentando o medo e a ausência dele. — Isa… eu vou sair disso — murmurou para si mesmo, fechando os punhos — e nada vai n

