Kauan caminhava pelas ruas desertas da cidade, o coração batendo rápido, a mente alerta. Cada sombra parecia um inimigo, cada ruído um possível alerta de perigo. Mas ele não podia falhar. Isadora e a filha estavam em segurança dentro da casa, confiando nele — e ele não podia quebrar essa confiança. O primeiro alvo era um dos homens que o ameaçar na semana anterior. Ele havia deixado pistas, e Kauan sabia que precisava agir rápido. Não com violência gratuita, mas com estratégia. Ao se aproximar de um armazém abandonado, ouviu vozes graves discutindo negócios do submundo. Kauan se escondeu nas sombras, respirando fundo, observando cada movimento. A adrenalina corria pelo corpo, mas desta vez, a motivação era diferente: não era poder ou dinheiro, era proteção. — Você não devia ter saído da

