Aurora Narrando O beijo dele foi urgente, possessivo, como se quisesse apagar qualquer memória de outro olhar sobre mim. Peter me prensou contra a porta, as mãos firmes na minha cintura, e eu senti o corpo inteiro responder na hora. O calor dele se misturando ao meu, a respiração ofegante, o desejo fervendo entre nós como se não tivesse mais como segurar. — Você é minha, Aurora — ele murmurou contra os meus lábios, a voz rouca, carregada de desejo e raiva contida. — Só minha. — Tô aqui, Peter, toda sua — respondi no mesmo tom, sem conseguir esconder o quanto aquilo me atiçava. As mãos dele subiram pelas minhas costas, puxando minha blusa com pressa. Eu levantei os braços e deixei ele tirar. Em segundos, meu sutiã caiu no chão também, e o olhar dele queimou no meu corpo. Ele me olhou c

