Vincent. Declan se solta do meu aperto, estreitando os olhos perigosamente. — Que diabos você está fazendo, Salvatore? Eu me mantenho firme, posicionando-me entre ele e o corpo inconsciente de Melissa. — Eu disse que acabou. Terminamos aqui. Os outros policiais se mexem, inquietos, levando as mãos às armas. A hostilidade em seus olhares aumenta quando percebem que não estou mais do lado deles. — Você está protegendo ela? — Declan rosna, incrédulo. — Depois de tudo que esses desgraçados fizeram? Eu não recuo. — Isso não é justiça, Declan. É assassinato. E eu não vou fazer parte disso. A atmosfera na sala fica ainda mais tensa. Minha mão paira perto do coldre, pronta para sacar se necessário, mesmo sabendo que isso significa a minha morte e a de Melissa. — Seu filho da p**a — Decla

