Melissa. Os dias passaram devagar demais. Cada um deles pareceu mais pesado que o anterior, como se o tempo estivesse se arrastando de propósito para me torturar. Eu m*l saí do quarto. A cortina permanece fechada quase o tempo todo, deixando o ambiente mergulhado em uma penumbra constante. A pouca luz que atravessa o tecido fino pinta o chão de cinza. O ar está pesado, impregnado com o cheiro amargo de remédio, chá de ervas e… vômito. Meu estômago se revira novamente. Levo a mão à boca e me levanto rápido demais da cama. O mundo gira. — Merda… Mal consigo chegar ao banheiro antes de me ajoelhar diante da privada e vomitar outra vez. Ácido queima minha garganta. Meus dedos se agarram à borda fria da porcelana enquanto meu corpo inteiro se contrai. Outra onda. E outra. Quando f

