Trinta e seis

1049 Palavras

Sombra Narrando Saí do bar meio zonzo, com a cabeça girando, mas ainda consciente, não curto perder o controle, por isso não sou muito de encher a cara ou ficar doidão demais, fui direto pra minha goma, tomei um banho gelado pra dar uma despertada e desci pra cozinha pra fazer um café forte. Tava botando a água no fogo quando um dos meus vapores entrou em casa sem nem bater. Vapor: Chefe, Dona Luzia tá aí na frente, quer trocar uma ideia contigo. Minha mão parou no ar, ainda segurando a panela com água. Sombra: Que foi? - perguntei, sem acreditar. Vapor: A vó da Luana, mano. Tá lá fora te esperando. Suei frio na hora, qual foi dessa tia aparecer do nada na minha porta? Respirei fundo, desliguei o fogo. Passei a mão no rosto e fui até a porta, assim que saí, vi Dona Luzia parada,

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