Olívia. No silêncio da noite, me vejo perdida em um labirinto de sombras, mergulhada em um pesadelo que se repete. Estou na Penha, onde cada beco ecoa lembranças sombrias. Meu coração acelera enquanto sinto a presença opressora de Marcos. Seus passos ressoam como um eco sinistro, cada movimento me aproximando do abismo do medo. Ele, o policial que deveria ser o guardião da ordem, tornou-se a personificação do terror em minha vida. Suas mãos, que deveriam oferecer proteção, transformaram-se em garras que dilaceraram minha paz. Nas vielas apertadas, corro, mas o ar parece escapar dos meus pulmões, como se o próprio ambiente conspirasse contra mim. A Comunidade, agora é palco de um pesadelo que se desenrola em câmera lenta. Meu filho, em algum lugar dessa escuridão, é uma lembrança constan

