Olívia. Ele já não respondia mais, meu Moraes, meu namorado, meu coração em forma de gente, ele não estava mais me olhando, ele não estava mais ali, me deitei sobre o peito dele, a respiração fraca. Olhei para ele e segurei em seu rosto, as lágrimas inevitável não paravam de escorrer em meu rosto e como esperado o morro estava sendo invadido, beijei ele que já estava ficando gelado. — Ta tudo bem amor, tá tudo bem. — Vi alguns vapores correndo para perto. — Vem, vamos tirar ele da rua. Alguns dos meninos me olharam, não falaram nada, apenas pegaram ele com cuidado e entramos em casa, levamos ele para o quarto e colocamos ele na cama. — Preciso de um médico, ou enfermeira, correndo. — Um dos meninos saiu correndo e o outro ficou me olhando, entreguei a chave do carro. — Tira daqui

