Amara cruzou os braços, observando Samael com um olhar desconfiado. Ele parecia relaxado demais, quase despreocupado, algo que ela estava começando a temer. Um homem como Samael nunca estava realmente relaxado, ele era como uma fera na selva, sempre alerta, mesmo quando parecia inofensivo. — Afinal, por que voltou tão rápido? — Ela perguntou erguendo suas defesas. — Pensei que tinha “negócios” importantes para resolver. Samael sorriu, aquele mesmo sorriso de canto que era tão irritante quanto encantador. — Me deram uma folga. — Ele disse casualmente, enquanto se recostava na cadeira. — Disseram que eu deveria aproveitar minha... lua de mel. — Falou daquele jeito irônico que a irritava. — Lua de mel? — Amara repetiu, estreitando os olhos. — E desde quando você aceita ordens? — Normalme

