Alfonso Acordo com a campainha tocando e Anne se mexe também acordando. - Quer que eu atenda? - ela suspira sonolenta. - Não, eu vou. - beijo sua testa e com cuidado me afasto. Meu corpo todo protesta quando me levanto, parece que fui jogado dentro de um moedor de carne. Encaro Anne dormindo na minha cama e sinto meu peito se aquecer. Volto pra perto dela e lhe dou um beijo antes de me afastar. Ela sorri de olhos fechados e eu dou as costas e desço. Quando abro a porta da casa todo meu bom humor desaparece ao dar de cara com meu pai. Ele me encara com espanto, provavelmente surpreso com meu estado. - O que o senhor faz aqui? - Podemos conversar, filho? - Pelo jeito já tá sabendo de tudo né? - cruzo os braços, sendo irônico com ele. - Posso entrar? Resmungo uma resposta e apont

