Pré-visualização gratuita CAPÍTULO 01
MARTIN BIANCHI
Eu sempre conquisto os meus objetivos e saber que ela teria que ser conquistada só aumentou o interesse.
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Preciso de uma noiva para satisfazer o conselho o problema é que nenhuma das candidatas me interessa, um casamento mostra que sou um homem sério, com comprometimento, o que é bom para a minha imagem.
Não tem alguém com mais de vinte anos nessa lista? - pergunto ao Santiago que está parado na minha frente
- Sabe que o conselho exige que a mulher seja pura e as com mais idades já passaram pelas mãos de alguém- me responde e joga uns amendoins para o alto e pega com a boca
- palhaçada- joguei as fotos em uma lixeira
- Tire uma freira de um convento, será uma virgem e uma mulher mais velha como você quer- sugeriu se levantando da poltrona
- Está brincando né? - perguntei esperando que sim- uma freira e pior que uma menina
- Porque não casou antes então, assim teria uma mulher da sua idade que o conselho aprovaria, no entanto, você não casou, agora pare de frescura e escolha logo uma- chutou a lixeira com as fotos para perto dos meus pés
- Um dia ainda mato você - Santiago é um irmão para mim, coloco meu coldre para sairmos
Fui filho único por vinte anos, Elisa hoje tem dezesseis anos, felizmente tenho os knut para chamar de família.
- Estarei preparado- Responde com ironia
Tenho uma reunião com o Benito hoje. Ainda arrumarei um jeito de acabar com esse conselho, espero ansioso por esse momento.
O velho está acamado terei que fazer uma viagem de mais de quatro horas para Bolonha.
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O meu celular é o do Santiago vibra no mesmo momento, nos olhamos já sabendo que algo tinha acontecido.
A notícia que a esposa do Ramon havia falecido.
- Vai, vai conhecer seu sobrinho e dê a assistência que seu irmão precisa, irei logo após a reunião- ele partiu
Saio do escritório subo até o meu quarto para preparar uma pequena mala, assim que eu souber o que o Benito tem de tão urgente para falar viajo para o México.
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Como eu imaginava o Benito quer me empurrar uma de suas netas, até que ela é bonita, assim que cheguei a casa dele ele pediu que ela servisse uma dose de whisky para mim, hora ou outra a moça vinha nos oferecer algo.
- Está sem empregados ou está me oferecendo a sua neta Benito- perguntei colocando o copo na bandeja que ela segurava
- Direto como sempre Martin- ele estava sorrindo já a moça estava visivelmente desconfortável com todo o circo- ela está em idade de casar, é bonita e as propostas estão chegando, mas você é a minha escolha para ela, como sou um m****o importante no conselho eu seria um bom parente, não acha?
- Não acho, não vejo vantagem nenhuma nesse casamento para mim, aceite as propostas, recomendo que aceite antes que descubram as fugidas que suas netas dão a noite
Sempre estou bem informado sobre todos e já imaginando as intenções do Benito fiz uma pesquisa sobre as mulheres de sua família, foi bom ver o velho nervoso, ela saiu apressada da sala, parecia querer esconder um sorriso.
- Eu não compro carros usados, até mesmo a casa em que eu vivo mandei fazer para que eu fosse o primeiro dono, por que acha que seria diferente com a mulher que me casarei?
- Não ofenda a minha família Martin, estou te oferecendo um acordo que considero bom- se levantou com a ajuda de sua bengala.
— Recuso - me levanto também- se não tiver mais nada para tratar estou de partida
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Assim que sai da casa um dos seguranças que me acompanhou veio até mim.
— Algum problema?
- A moça entrou no seu carro, não sei se está ciente que ela está a sua espera
Dou um aceno de cabeça para ele e entro no meu carro. Ela sorri, assim que me olha, um sorriso cheio de segundas intenções.
— Deixa eu recompensar o tempo que você perdeu na viagem?
- Como pretende com isso? - digo já ligando o carro, mas não saio sem uma resposta
- Pretendo acabar com o bom nome da família como diz meu avô - uma gargalhada escapa e ela cobre a boca com a mão- me ajuda?
Não vou Perder de zero essas quase cinco horas de viajem, a moça é bonita e oferecida, sem falar que Estarei ajudando a dar desgosto para o Benito.
- Pode começar então- desligo o carro e ela sorri se curvando para abrir minha calça.
Pensei que ela fosse querer sair do estacionamento da casa do avô, mas a safada não estava nem aí, me fez um boquete com uma verdadeira profissional, quando eu estava prestes a finalizar ela tirou a boca.
- Imagino que não seja o suficiente para uma viagem, mas quer rir tem que fazer rir não é mesmo senhor Martin?
- O que você quer? - pergunto encostando minha cabeça no banco sentindo as mãos dela subir e descer pelo meu comprimento.
— Quero ser livre do meu avô, me arrume um casamento com um velho importante e me dê sua palavra que não precisarei me casar novamente quando ele partir- Ela afundou a boca me engolindo por inteiro essa sabe pedir.
- Seu futuro marido vai ser um homem de sorte- O que ela me pediu não é difícil- Eu não arrumo casamentos
- Eu já arrumei, só preciso que seja autorizado, e como o capo pode fazer isso.
Ela tirou do sutiã uma camisinha, jogo a dela no chão do carro e pego uma das minhas no porta luvas, não sei se ela furou, ela pega coloca em mim com a boca, deitou todo o banco do carona se ajoelhou e levantou o vestido, exibindo uma bela Bundaa com um plug anal.
— A minha virgindade eu estou guardando para o meu futuro marido.
— Cachorra- sem sombra de dúvidas essa é a melhor negociação que eu já fiz
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Já estava saindo da propriedade do Benito quando a mulher mais linda que já vi passou correndo com umas crianças, ela usava com vestido florido rodado, os longos cabelos negros balançavam em quando ela corria.
— É a Branca, noiva do meu irmão- disse Telma ajeitando o vestido para sair do carro.
Branca sorria e corria livremente com as crianças.
— Noiva? Por pouco tempo.- falei para mim mesmo.