Capítulo 4

1955 Palavras
Benicio Lambertti Não sou uma pessoa violenta , mas também não sou de ferro, por isso não pensei duas vezes para partir para cima do i*****l que estava agarrando a morena. Meu sangue ferveu ainda mais quando percebi que ele estava chapado, mas as coisa não pararam por aí,o filho da p**a ainda quis ser malandro e me dá o bote,porém gracas ao aviso da morena que até então estava com o olhos conectados os meus,viu o momento que o i****a partiu para cima de mim, eu fui rápido e certeiro e dei um soco no infelix que logo caiu no chão . Rapidamente os seguranças chegaram com o Timóteo que ainda quis tirar uma com a minha cara , o malandro foi levado e espero que o infeliz não apareça mais na minha frente. Enfim descobri o nome da morena e p**a merda ela e ainda mais lindo de perto , seus olhos são fascinantes, brilham e hipnotizam de tão lindos , o tom azul parece um mar relaxante. Ela parece uma boneca de porcelana , mas antes que eu pense que ela seja frágil, me mostra que é forte e dura na queda, afinal afrontou e respondeu as piadinhas do Timóteo a altura o que me fez rir internamente, Voltamos para o bar e ela pediu uma bebida e fomos nos conhecendo, chegou a pensar que sou mochileiro, e isso me fez rir, aliás tudo o que ela diz e faz me faz rir, nem me reconheço. Logo uma amiga dela apareceu e meio que se jogou para cima de mim , mas por mais que ela seja bonita, não me atraiu como a boneca que está a minha frente. Logo voltaram para pista de dança e claro Timoteo me perturbou, afinal não parei de olhar para ela enquanto dançava . — c*****o cara, acho que alguém te fisgou hein - debocha , mas ignoro a sua gracinha — porque não falou que a conhecia quando me viu a olhando antes ,talvez ela nem tivesse passado pelo transtorno que passou, pois poderíamos estar nos conhecendo - indago e ele bebe um gole da sua cerveja e me encarar — Difícil, meu amigo vai por mim, aquele lá iria atrás dela de qualquer forma, eu já havia avisado para ela que o desgraçado só está esperando uma oportunidade para dar o bote, mas ela , me ignorou, não a julgo, afinal o filho da p**a sai com a irmã dela - sinto uma certa revolta e amargura na voz do meu amigo , fora que fico perplexo com o que escuto , mas não consigo perguntar muita coisa , pois elas voltam e a morena diz que está indo embora , e quando o Timóteo joga o charme dele para a amiga , aproveito e digo que estou indo também. E após a Samanta aparecer saímos da boate e vamos embora . Assim que chegamos no estacionamento e destravo o carro ,a doidinha da Samanta abre a porta de trás do carro e pisca para a amiga que a fuzila com o olhar , percebo a interação delas , e acabo rindo internamente , entro no carro e ela já está do meu lado e p**a que pariu seu cheiro logo impregna em mim , percebo que me olha de r**o de olho quando coloca o cinto de segurança. É nítido que ela fica tensa ao meu lado e acabo gostando de causar este efeito nela. Seguimos e SAMANTA não para de falar da CIDADE, dos pontos turísticos que tenho que conhecer e mais uma vez joga a amiga no fogo , ao dizer que ela seria ótima para ser minha guia turística . Enfim chegamos na sua casa, que é bem simples assim como ela , vejo que ela vai abrir a porta, mas peço para esperar, saiu rapidamente do carro dou a volta e abro a porta , percebo que ela fica meio sem jeito , acredito que nenhum homem tenha sido um cavalheiro com ela antes, o que é normal afinal hoje em dia os homens nem fazem mais isso para as mulheres. Se ajeita para sair e quando dá um passo à frente tropeça no degrau da calçada e como estou atento a todos os seus movimentos eu a seguro. Puta que pariu não sei o que acontece , mas sinto meu corpo pegar fogo, por estar com ela tão perto assim , nos encaramos e sinto que sua respiração fica falha . — VOCE SE MACHUCOU - PERGUNTo sem a soltar , ela demora alguns segundos para me responder , mas logo responde que não ,então ela se ajeita e agora sabendo que ela está bem a solto. — Obrigada e desculpe por todo transtorno que te dei hoje - sua voz sai suave , coloca uma mecha atrás da orelha e isso demonstra que ela está nervosa. —- Não precisa agradecer, foi um prazer te ajudar e te trazer em csa , assim já pude conhece-la .- sou sincero e ela sorri timidamente - aliás espero que aquele homem não a perturbe mais , acho ate que deveria fazer uma denuncia contra ele - digo ao me lembrar que ele vive no conviveu dela — NÃO SE Preocupe aquele infeliz não vai chegar mais perto - diz firmemente , então se aproxima de mim e me da um beijo no rosto o que faz nossos olhares se conectarem ao se afastar, mas não muito, pois ainda estamos próximos , minha vontade e de agarrá la , mas não quero assustá la , deixo ela se afastar , e assim ela caminha para a sua casa e eu para o carro , nos olhamos mas uma vez antes de ela entrar ,então após eu saber que ela está segura entro no carro, só não estava preparado para o susto que levo , Samanta já está no banco da frente sentadinha com cinto de segurança — Achei MELHOR passar pelo vão , não queria sair do carro e atrapalhar o momento de vocês - Balanço a cabeça e acabamos rindo, em seguida ligo o carro. Chegamos na pousada, dona Joelma ainda está acordada e agradece por eu ter trazido sua filha. Depois vou para o meu quarto, troco de roupa e me joga na cama. Porém não consigo dormir, não paro de pensar no que houve com a morena e no que o Timóteo me disse. (...) —- Bom dia meu querido - chego para o café da manhã e dona Joelma me recebi com carinho - imaginei que iria dormir até mais tarde hoje - diz c Me servindo o café — Não sou de dormir até tarde gosto de aproveitar bem meu dia - tomo um gole e continua - acredito que a Samanta ainda dorme - Digo rindo e ela balança a cabeça em positivo — Aquela lá só funciona mais tarde, ainda mais no fim de semana — Ela não ajuda a senhora aqui na pousada - questiono mas peço desculpa em seguida por estar sendo invasivo. —Magina querido tudo bem, sei que acabamos de nos conhecer, mas já gosto de você - diz toda simpática - ela me ajuda sim e bastante, então não ligo quando ela dorme até mais tarde. Minha filha e meio doidinha, mas é uma boa garota - diz toda boba, concordo com ela e depois ela pedi licença e me deixa tomar meu café. —- E aí o que pretende fazer hoje? - estou finalizando meu café, quando o telefone toca e vejo que é o Timóteo,” parece que não fui o único a acordar cedo “-penso —- Bom-dia para você também, pelo humor não deve ter acaba a noite com uma certa loira - debocho, afinal ele adora tirar uma com a minha cara também — Estou de ótimo humor, pois ao contrário de você que foi direto para casa, pois sei que a Ceci não te deu trela e a Samanta… é só uma moleca que sei que não faz seu tipo, enfim sim fodi a Grazi, mas foi no meu carro mesmo enfrente a casa dela, então não fui dormi tarde, fora que já estou acostumado a acordar com a galinhas - Acabo rindo, pois sei que ele é caipira e aqui eles tem o costume de acordar cedo. — Entendi, mas me diz aí qual a boa para hoje, afinal na escola só iremos conseguir ir durante a semana e como hoje é domingo, me conta o que se faz por aqui num domingo ensolarado. - indago e ele logo me diz que em vinte minutos está passando para me pegar, pois iremos para a fazenda dos pais dele almoçar e lá poderemos andar a cavalo. Então assim acaba sendo meu domingo, numa fazenda, onde eu comi deliciosos queijos, comi doces de leite e ainda andei a cavalo até um rio próximo. Foi um domingo diferente do que vovó na grande São Paulo, afinal aqui é tudo bem calmo. Ao final do dia voltamos para o centro, onde ele mora e eu estou hospedado, mas antes de me deixar combinamos de ir cedo na escola, quero vê os talentos de lá e quem sabe descobrir mais sobre esta artista que me trouxe até aqui. Chego, vou para o meu quarto, pois já jantei, tomo um banho quentinho e depois me troco para dar uma volta, aqui tem uma praça bem movimentada, então coloco uma bermuda e um camisão. Desço e vejo a Samanta ajudando a mãe com o jantar, assim que ela me vê já dá um jeito de escapar do trabalho, pois me pergunta se vou sair e digo que irei dar uma volta, logo se oferece para me acompanhar para mostrar as redondezas e claro que sua mãe deixa. Passeamos, tomamos sorvete e vou conhecendo um pouco mais dela, a garota e espevitada, mas é pé no chão, pelo que conta estuda, faz cursos, pois não tem como pagar faculdade, diz que seu sonho é ser professora de educação infantil, pois adora crianças. É assim vamos conversando até que avisto uma silhueta que já conheço bem, afinal passei uma noite toda a observando, ela está perto do carrinho de pipoca com uma garotinha linda que pelo o que consigo ver está meio triste, Samanta percebe para onde estou olhando e imediatamente me puxa na direção delas, me deixando sem tempo de recusar, afinal não queria chegar assim do nada perto delas. — Eita o que a Flavinha tem que está triste - Samanta já chega, chegando, sem nem cumprimenta las. A pequena pula no colo da Samanta que a segura, como a morena está de costas não me viu ainda, então responde a amiga — A maluca da Celina prometeu que sairia com ela hoje, e que iriam comer, pipoca, sorvete, enfim várias guloseimas e ela já comeu a pipoca, mas o sorvete não vai rolar e ela tem que entender, afinal dinheiro não cai de árvore - percebo que o tom da sua voz sai cansado e também um pouco chateado no final. Até que ela percebe que as duas estão olhando para um ponto atrás dela e é aí que ela se vira e olha para mim e tenho certeza que nesta hora sua vontade é de fugir dali, já que seu rosto queima, fica vermelho de vergonha —Boa noite Morena - a cumprimento e ela engole seco. “ Aí aí morena sua bochechas coradas me deixam com os pensamentos um pouco maliciosos, afinal acabo de descobrir que irei adorar deixa lá assim mais vezes, mas não só por estar com vergonha, mas quando eu consegui te - lá todinha em meus braços Continua
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