Capítulo 9

1792 Palavras
NICKOLAS P uta merda. Eu não me lembrava do quão bom era beijar Luane até agora. Não me lembrava de ser tão… tão… ah, sei lá, merda. Nem tenho como descrever. É só… gostoso demais. Como se ela tivesse sido feita sob medida pra mim. Uma pena que um relacionamento entre nós não tenha dado certo. Mas pelo menos nós podemos aproveitar a parte física da coisa. Sinto o cheiro feminino e perfumado dela invadir completamente minhas narinas quando ergo mais sua camiseta, explorando seu corpo. Luane se mexe, deixando a posição em que estava para sentar-se no meu colo. P uta merda. O volume que começa a crescer em minhas calças é imediato. Luane geme mais uma vez contra a minha boca, me levando à loucura. Então, quando não aguento mais, tiro sua regata com rapidez, sentindo o calor dentro de mim multiplicar ao visualizar seus s eios sob o sutiã. Seu cabelo castanho cobre-o um pouco, caindo sobre os ombros, e a respiração dela está totalmente descontrolada ao me encarar. Não consigo evitar ao abrir um sorrisinho, ao mesmo tempo em que começo a puxar a alça de seu sutiã para baixo. — Senti sua falta — eu murmuro, extasiado por tê-la em meu colo. Ah, e como senti. Lua não sorri de volta, apenas inclina-se mais sobre mim de modo a roçar o corpo em meu p ênis. Eu me arrepio. — Também senti — murmura ela em meu ouvido, pouco antes de voltar a me beijar. Solto meu corpo sobre o sofá, deixando que meu pescoço relaxe sobre o encosto, quando sinto o gosto maravilhoso de sua boca na minha outra vez. Não demora muito pra que ambos estejamos gemendo nos lábios um do outro. Lua, porém, o faz mais alto, conforme começa a rebolar em meu colo de modo a me levar à loucura. Sinto nela, e no calor de seu corpo, que também está implorando por mais, querendo e querendo me explorar mais profundamente. A ideia de vê-la tão descontrolada assim, tão excitada por mim, me deixa ainda mais necessitado. Ainda mais louco por ela. — Isso, linda — eu sussurro contra seus lábios, incentivando-a a rebolar mais. — Continua, vai… mata toda a saudade. Para a minha total perdição, Lua realmente o faz, e eu aproveito a deixa pra começar a beijar seu pescoço. Como minhas mãos estão livres, uso-as para tirar o resto da peça que ainda está sobre seus s eios, começando a acariciá-los. É delicioso sentir sua maciez, a forma como são grossos e perfeitos e todos meus agora. Ela geme mais alto com meu gesto, enquanto beijo seu ombro e passo meus lábios por sua pele. Continuo com os movimentos sobre seus s eios, até que, repentinamente, sou forçado a parar quando sinto os dedos de Luane no zíper da minha calça. Paro com os beijos, me afastando para observar o que ela vai fazer. Estamos ambos arfantes, e sua visão, completamente nua da cintura pra cima em meu colo, é maravilhosa para mim, embora seja forçado a desviar o olhar dela quando a vejo puxar minha calça com violência, parecendo desesperada. Solto uma risada baixa, me divertindo com sua pressa em me ver sem roupa. Ela não para até que tenha puxado meus jeans para baixo, levando sua mão macia até meu m embro e começando a acariciá-lo por cima da cueca. E é neste exato instante que eu perco totalmente a noção do que quer que esteja ao meu redor. Um pico gigante de adrenalina é liberado pelo meu corpo, e o t esão se quadruplica dentro de mim. Não consigo me concentrar em mais nada, apenas em sua mão acariciando meu p ênis. Agora sou eu quem não é capaz de parar os gemidos roucos que começam a me escapar. Jogo a cabeça para cima, sentindo-o ficar cada vez mais e mais ereto. Como eu senti falta das suas mãos… quase consigo focar um pouco no passado, me lembrar das primeiras vezes que pude ser tocado por Lua. Nas primeiras vezes que suas mãos conheceram meu corpo e o fez se viciar nela. Quando a garota que eu via todos os dias na frente da escola, conversando com as amigas e rindo, gemeu pra mim pela primeira vez. Caralho. Como pude passar tanto tempo sem isso? Como pude me esquecer do quão viciado era nela e deixá-la partir? — Você… é incrível — eu arfo. — Incrível. Mas não é o suficiente. Por isso, ergo a cabeça novamente e encontro seus olhos, ao mesmo tempo em que pego sua mão e a tiro dali; levando-a para dentro da minha cueca. O olhar de Lua sofre uma leve alteração, embora eu não saiba exatamente o que ela está sentindo agora. Talvez, como eu, seja puro desejo. Volto a gemer baixinho com o simples toque de seus dedos em meu p ênis. Estou a ponto de explodir, a ponto de perder o sentido das coisas. Lua aumenta seus movimentos, arrancando mais e mais arfadas de mim. Quero mais, quero mais dela. Quero sentí-la completamente. Até porque, morando juntos, terei todo o tempo do mundo pra ela me m asturbar. Agora, tudo o que quero, é fazer Luane g ozar. Por isso, sou ágil quando levanto minhas mãos repentinamente e começo a puxar seus shorts para baixo. Lua não me impede, saindo de meu colo por um momento para que eu jogue a peça ao chão, levando sua calcinha junto dela. Então, a puxo para mim novamente, me deliciando com a cena de vê-la assim, toda nua. — Nik… — grunhi Lua, atingindo uma parte especialmente profunda de mim ao me chamar pelo meu antigo apelido. O apelido que só fora usado em nossos mais profundos momentos de i********e. — Nós não… Levo um dedo aos seus lábios para calá-la, enquanto, com o outro, procuro por aquela parte de que tanto senti falta. Sua i ntimidade, que já encontra-se molhada acima de meu p au. — Shh… não fala — eu sussurro, vendo sua boca se abrir sobre meu dedo assim que a toco de leve. Me lembro bem disso… de como Lua sempre fora tão sensível. Com um simples toque e ela já estava derretida. Parece que algumas coisas nunca mudam… — Só… aproveita. E, assim, eu coloco um dedo dentro dela, arrancando um gemido alto de Lua. Coloco mais um, e mais outro, e já começo a movimentá-los. — Nik… ahhh… A forma como ela geme meu nome leva outra pontada de e xcitação direto até meu p ênis. p***a… não consigo aguentar com Lua. Nunca consigo. Chega até a ser engraçado pensar em dividir um apartamento com ela e não acabarmos assim, cavalgando um no outro. Acho que, daqui pra frente, posso ter certeza que não sou um ser desenvolvido o suficiente para me controlar perto dela. E, sinceramente, acho que nunca vou ser. E acho que nem quero. Aumento ainda mais meus movimentos, masturbando-a cada vez mais forte e mais fundo. Os gemidos de Lua devem ser ouvidos por todo o andar do prédio. Ela se move sobre meu colo, rebolando, com as mãos apoiadas em meus ombros. Abro um sorriso malicioso ao vê-la assim, entregue a mim, vulnerável, sem esconder nem fingir nada. Recebendo prazer pelas minhas próprias mãos. Cara, estou tão e xcitado. Não sei como ainda aguento. Vê-la assim é demais pra mim. Demais. — Ahh, Nik… eu vou… ahhh… AHHH… Mantenho meu olhar nela enquanto a vejo atingir o clímax. Lua fecha os olhos, a boca aberta, conforme termino de movimentar dentro de sua b uceta, movendo e movendo. Ela passa mais um tempo gemendo, até que vai diminuindo, diminuindo… Lua abre os olhos quando termina, seu corpo relaxando um pouco acima do meu. Ficamos um tempo em silêncio. Mas é claro que eu preciso falar alguma coisa. — Você fica tão sexy quando geme pra mim… — murmuro. Pareço hipnotizado por sua visão, simplesmente pelo fato de ela estar aqui, sentada sobre mim, deixando-me e xcitado. Lua olha para baixo, seu rosto vermelho; talvez de calor. Ela coloca uma mecha de cabelo atrás da orelha, e sou atraído pela visão de seus s eios fartos ainda descobertos. Eu sei o que Luane está pensando. Sei que ela tem dúvidas sobre isso, sei que está arrependida e provavelmente fugiria daqui o mais rápido possível se pudesse. Sei que, pra ela, eu não passo de um ex i****a, um cara que apenas sabe levá-la à loucuras no s exo. Mas só. Nada mais. Por isso, quando vejo que ela está prestes a se levantar do meu colo, a seguro pelos braços, impedindo-a de sair. Lua ainda está sentada exatamente na posição que me e xcita. E eu não vou deixá-la sair desse sofá até que tenhamos matado a saudade de todas as formas possíveis. Até que tenhamos terminado o que começamos. — Miller… — ela começa a falar, um tom fraco de repreensão na voz. — Eu preciso… — Não, Lua — eu grunho, balançando a cabeça devagar. — Você não vai sair daqui e me deixar desse jeito. Ela morde os lábios, embora tente esconder o gesto de mim. — Assim como? — A voz rouca e baixa de Luane só aumenta meu t***o. Demoro um pouco para responder, de propósito, me divertindo enquanto a encaro. — Assim. Completamente e xcitado por você. Meu p au sentiu saudade. Como eu planejava, ela dá risada, batendo em meu rosto de brincadeira. — Seu i****a… Abro um sorriso também, puxando-a para mais perto. — Rebola mais um pouco, vai… Lua revira os olhos, voltando a apoiar as mãos em meus ombros. — Você não presta, Miller — diz baixinho, voltando a fazer movimentos sobre o meu p au. — E tá me levando pro mesmo caminho… Agora sou eu quem mordo o lábio, sorrindo m aldosamente. Lua retribui meu olhar, um brilho de malícia passando por seus olhos ao ver minha expressão. Antes que eu possa pensar no que isso significa, sinto suas mãos macias irem até o elástico da minha cueca. — Tudo bem, então… — ela volta a falar, a voz em um sussurro atraente. — Vou te dar o que você quer. Fico surpreso, mas não tenho tempo pra pensar no que isso quer dizer; pois, poucos segundos depois, Luane puxa minha cueca para baixo, liberando meu p ênis ereto. E xcito-me ainda mais vendo a forma como ela olha para ele. Pergunto-me se sentiu falta das vezes em que a provoquei… das vezes em que a deixei tocá-lo, beijá-lo… de quando a fiz gritar… — Fecha os olhos, Miller — ordena Lua num murmúrio. E é claro que eu a obedeço, agradecendo aos céus por ter chegado a este apartamento.
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