capítulo 3

1348 Palavras
nayla Miller ⭐ Meus olhos se iluminam quando vejo o castelo brilhando bem a minha frenre. Um sorriso surge em meu rosto. Era meu sonho de criança, ver o castelo de perto, saber como era dentro, descobrir cada pedacinho dele. Olho para layla, ela balança seu grande r**o animada, coloco minha máscara branca, antes de sair. O homem abre a porta da carruagem, saio devagar para não cair e layla pula do meu lado. - a entrada é logo a frente, senhorita!- fala o homem dando um leve sorriso. Fico bem em frente aos grandes portões. Engulo um seco, muito tempo depois da morte do meu pai, jurei a mim mesma que não iria mais pensar meus pés nesse terreno e eis-me aqui, com o coração a milhão, respiração ofegante, me preparando para seguir em frente. Olho para layla, ela vira a cabeça, sigo meu caminho pela frente. Passo pelos grandes portões, sigo o grande corretor. O corretor era cheio de pinturas da família real, dou um sorriso ao ver um gatinho preta e branca em um dos quadros. Bato três vezes na porta que estava fechada, ela se abre e já me dou de cara com o salão cheio de pessoas. Suspiro, entro e desço as escadas devagar. Me sentia em um sonho, como se eu tivesse mergulhado em um dos meus sonhos de criança. Um paraíso na terra. Acho que todas as crianças já sonharam em estar vestidas como princesas, ter seu amiguinho de estimação inseparável e chegar em um baile de verdade. Último degrau e estou definitivamente dentro do salão. Era enorme. Suas paredes com tons de dourado, um claro, outro mais escuro, grandes cortinas vermelhas. Tinha o espaço da dança e o canto onde se distribuía comida e bebidas. Ando pelo salão, viajando nos meus sonhos de criança. Sinto meu corpo se colidir com algum corpo firme, forte - parabéns nayra, m*l chegou e já está esparrando nas pessoas. - eu sinto muito!- falo me virando. Um homem de máscara preta, olha para mim. Seus olhos eram verdes como os meus, a única diferença que era bem mais escuros, e intensos. - eu perdoo e está bela senhorita que trombou em mim, me dê a honra desta dança!- fala ele. Dá um sorriso, suas covinhas aparecem na mesma hora, meu coração acelera. - eu não sei dançar muito bem!- minto. Não sei porquê, mas minha cabeça não pensou bem quanto ele me olhou. - tenho certeza que dança lindamente!- fala estendendo a mão. Dou um sorriso, pego sua mão e olho para seus olhos esverdeados. O homem mascarado me leva até o centro do salão. Ele fica a dois passos longe de mim, me olhando, todoa abrem espaço e começam a nos observar. Não entendi porquê começaram a nos olhar, já que somos apenas duas pessoas que vão se diverti um pouco. Logo o som da música começa a soar. Mordo meus lábios, ele mostra suas covinhas novamente, me passando coragem. Damos um passo na direção do outro, erguemos nossas mãos até chegarem bem perto uma da outra, mais não chegam a se tocar, começamos a andar em circulos sem se tocar, trocamos as mãos e fazemos a mesma coisa. Logo ele passa sua mão na minha cintura, eu ainda não tocava nele, demos um passo para trás, outro para frente, me viro de costas e seguimos o mesmo ritmo. Ele fica na minha frente, pega minha mão e me faz rodopiar. Me puxa, fazendo nossos corpos se colidirem, ergo minha cabeça e nossos rostos ficaram próximos um do outro. Coloco minha mão no seu ombro, a outra eu seguro sua mão. - pronta?- perguntou. - pronta!- falo. Ele começa a guiar meus passos, mais nossos olhos não se desgrudam um do outro, como se fossem ímãs. Nossos pés pareciam que sabiam dançar essa música a anos. Logo ele me ergue do chão, coloco minhas duas mãos nos meus ombros, comigo no ar, ele começa a girar, me coloca no chão e voltamos a posição Inicial. Nós afastamos um do outro, fazemos uma reverência e dos começam a aplaudir. Ele fala sem sair som da sua boca " você foi demais". Dou um sorriso animada. O portador dos olhos esverdeados, faz um aceno com a cabeça para mim seguir ele. Ando na direção que ele estava indo, saimos do salão do baile. - não deveríamos estar lá dentro?- pergunto olhando para trás. - tem muitas pessoas, não vão sentir nossa falta!- fala ele. Continuo andando até minha cabeça fazer mais perguntas querendo respostas. - você pode andar pelo castelo? Não é proibido?- pergunto. Ele ia falar mais um homem super bem arrumado aparece, e anda até o homem. Penso que estamos encrencado. - vossa alteza, tem que estar lá dentro!- fala ele. - meu Deus!- deixo soltar sem pensar. O mascarado me olha rapidamente, se vira para o homem e fala algo em seu ouvido. Logo o tal homem sorri para mim, se vira e vai embora. - você é o príncipe!- falo me ajeitando para se curvar. - não, por favor pequeno diamante, não se curve pra mim!- fala ele me impedindo. - por isso estava todos nos olhando!- falo lembrando desse detalhe. - sinto muito. Mais se eu falasse, você iria dançar comigo só porquê eu sou um príncipe e você " tem" que obedece!- fala ele. Mordo meus lábios. Escuto um miado, me viro e vejo layla chegando perto de um gato preto e branco, o mesmo da foto. - esse é jacob, meu gato!- apresenta príncipe seu gato. - está é layla, minha gatinha!- falo olhando pra ela. - posso te levar aonde eu queria?- perguntou ele entendendo sua mão como fez na dança. Já quebrei minha regra de não pisar no castelo após a morte de meu pai, mais ficar tão próxima da realeza, nunca imaginei que vir a esse baile chegaria a esse ponto. Mordo meus lábios e por impulso, minha mão segura a sua, suas lindas cuvinhas aparecem e me puxa devagar para continuarmos andando. Nossos gatos nos seguiram, lado a lado, como se conhecessem a muito tempo. O príncipe abre a porta e um jardim aparece logo a frente, ele me da espaço para mim entrar. Entro e dou um sorriso. Era cheio de flores, avia um pequeno lago, o mato no chão era bem pequeno e bem verde. Vejo um banco logo a frente. - vem!- fala colocando a mão nas minhas costas, para continuar andando a frente. Nos sentamos nesse banco, abro um sorriso mais logo esse desmucha. Por que estou aqui? Por que ele me chamou pra dançar? Por queme trouxe aqui? - não gosto de ficar em um lugar onde as pessoas sentem a obrigação de falar ou dançar comigo, quando percebi que não me reconheceu, vi uma oportunidade de ser só o que eu sou, sem a coroa de príncipe. Sinto muito não ter falado!- diz ele. Ergo meu rosto para olha-lo. - eu entendo. Não gosto de ser o centro das atenções também!- falo calmamente. - henry!- fala ele. - sou nayra!- falo e dou um sorriso. - nayra, lindo nome, bem diferente!- fala ele. Mordo os lábios, estava nervosa de estar com o príncipe. Olho para o céu, observando as estrelas, uma delas brilhava mais que as outras. Meu coração se aquece, foi como se meu pai me falasse que tudo iria fica bem. - como é o campo?- perguntou ele. Olho para o lado e vejo que henry avia tirado a máscara. Sua pele era amorenada, seus cabelos negros como a noite, tinha algumas pintinhas espalhadas pelo seu rosto, sem contar com seus belos olhos. Ele era simplesmente lindo. - é bom morar no campo, é calmo, cheio de natureza, sem muitas pessoas!- falo. Quando me viro pra ele, estava me olhando fixamente. Henry ergue sua mão, toca no meu rosto, dando um leve carinho no meu rosto. - vossa alteza, está na hora!- fala o memo homem de antes. Henry me olha, fala vamos e eu respondo que sim, ele pega minha mão e voltamos para dentro.
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