Noah deu risada, não era nada especial, nem tinha uma marca que o fizesse único. O tapete que a menina estava procurando costumava ficar no quarto do rapaz. Lis comprou para que o filho pudesse ficar no chão jogando. A primeira vez em que fizeram amor, foi sobre ele e Anne pediu para levar o tapete. Ele a ajudou, mas nem se lembrava mais que existia. Só se deu conta quando foi limpar o quarto da namorada e o encontrou. Separou para que Júlia não lavasse. — Está no seu armário, corujinha. Eu guardei. Anne abraçou o namorado. — É importante. Noah a segurou mais forte, até aquele dia achava que só tinha importância para ele. — É sim, Anne! E vamos levar ele para nossa casa quando a gente se casar. Ela quase reagiu, estava acostumada a reagir dizendo que isso não aconteceria

