Desculpa não é borracha

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Ed ficou feliz, achou que seria mais difícil, mas se tudo o que precisava fazer era convencer Lis, estava disposto a levar mais alguns chutes. Aquela altura o medo de Ed não estava mais na aposta, nem no sequestro, mas sabia que se Pablo tinha conseguido encontrá-los no ar, dentro de um avião particular do PCC, com certeza Dayse já sabia como ele tinha conseguido a foto que o fez ganhar a aposta. Achou que ela jamais falaria com ele, mas se o problema era só a Lis... Não existia um problema. — ED!? O que está fazendo? — Su..a Soltou o ar, não conseguia falar sem que a dor parecesse que iria estourar seus ouvidos, mas valia a pena. Pegou o celular, escreveu uma mensagem na primeira conversa que abriu. Não pretendia mandar, era para ela. Dayse, eu falo com a sua mãe, com o seu

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