Ulisses | Galego do coque 😎 - Coque | Recife 🌙
Cheio de ódio na mente, o dia todinho Manoela pesando na minha c*****o, com papo de ir embora, que não fazia mais sentido eu segurar ela aqui, já que arrumei outra, se fosse em outros tempos eu pensaria que era ciúmes e esse carai tudo, mas não é, ela só quer se ver livre de mim, não aguenta mais viver presa e eu até cogitei em liberar ela, mas p***a, eu não consigo, só de imaginar ela vivendo solta por aí, com outro, fazendo família e eu aqui preso dentro da minha própria comunidade, com a vida apaca eu volto atrás.
Tá muito recente, a cachinhos chegou na minha vida de ontem pra hoje, eu não posso arriscar, gostei pra c*****o dela, da b*******a apertada e quente, mas a Manoela é a Manoela, não abro mão c*****o, vai ter que saber lidar com a concorrência e pronto.
__ namoral, eu vou sair de casa pra não perder a sanidade com tu, tu sabe que quando eu pego é pra valer né? Esqueceu da última? - perguntei já jogando uma blusa no ombro, p***a, quase onze da noite e a n**a comendo minha mente.
__ eu só quero ir embora Ulisses, são dez anos já, estou com saudades dos meus pais, dez anos sem ver, abraçar ou ao menos ouvir a voz, cê tem noção disso? - perguntou já chorando e saindo de perto de mim, indo para o banheiro, melhor assim, antes que eu surte e acabe descontando nela.
Bufei vestindo a p***a da blusa do meu time, Santa Cruz, o maior de Pernambuco, não tem pra nenhum outro, joguei uma corrente no pescoço, o relógio no pulso e joguei meu Malbec no corpo, deixando o cheiro exalar pelo quarto.
__ tô saindo, vê se tu come alguma coisa, o dia todo sem comer, depois tá desmaiando aí e eu não vou levar, nem liberar ninguém pra ir para o hospital. - falo saindo do quarto, passando na porta do banheiro que é em frente ao quarto.
Pego a chave da minha moto e a da casa, ela não é doida de sair, mas também não vou dar sorte para o azar.
Saio de casa trancando tudo e pegando minha moto que fica parada em frente a minha casa, ninguém é doido de mexer.
Eu nem ia brotar lá na outra casa agora, mas de tanto Manoela comer minha mente, eu vou, vou passar a noite com minha cachinhos, e quem saber meter um pouquinho, relaxar a mente que já tava a mil de novo.
__ se liga no movimento aí, qualquer coisa passa o fax. - ligo a moto já mandando o papo para os caras que ficam de vigia por ali, é como falei, Manoela não se arrisca, como ela falou, já tá comigo há dez anos, sabe muito bem como funciona as coisas, mas eu também não quero arriscar, então, atenção redobrada sempre.
Nem deixo os caras responder nada e sai guiando com a moto, minha casa principal fica no meio da comunidade, nem tão pra cima e nem muito pra baixo, já a que eu coloquei cachinhos, fica no alto mesmo, no topo, quero ninguém de olho no que é meu.
Do jeito que eu tava pilotando nem demorou pra eu chegar, os caras ainda faziam a segurança, não se ouvia os gritos histéricos e pedidos de socorro da minha novinha mais, foi osso pra fazer ela calar a boca, tive que mandar um dos caras entrar, coisa que eu não gosto de fazer, não quero ela, nem Manoela de conversinha com ninguém, mas os vizinhos precisavam descansar, chegaram do corre cansados e Tâmara gritando feito maluca.
__ boa noite. - falo com os caras e já vou entrando, a chave tava no portão, só fiz girar e empurrar ele, entrei no quintal e no mesmo segundo escuto passos correndo pela casa vindo até o terraço, era ela, com o pijama que eu mandei trazer, tava linda, mas o rosto tava inchado, acho que passou o dia chorando, é f**a! - Eae minha cachinhos, tá de boa? - perguntei antes de abrir aquela p***a, não queria me estressar mais ainda.
Ela só balançou a cabeça em positivo, gosto assim, quando sabe que bater de frente não vai adiantar muita coisa, eu odeio papo de comparação, mas quando foi Manoela na vez dela, o primeiro dia foi um inferno, tentou me matar e tudo, e aí eu tive que mostrar a ela quem manda, foi parar no hospital e tem a cicatriz até hoje no pescoço, não me orgulho, pelo contrário, fiquei na mágoa um bom tempo, mas baixar cabeça pra mulher tá fora de cogitação.
Abro a porta e entro vendo ela parada no mesmo lugar, respiro fundo tentando não me estressar por já ver ela chorando, bagulho chato, até hoje de manhã tava sentando gostoso pra mim, agora tá aí pagando de doida.
__ galego..- ela me chama pelo vulgo com a voz embargada, cruzo os braços olhando pra ela, próximo a porta de vidro ainda. - eu preciso ir embora, por favor, eu juro que volto quando você quiser, fico somente com você, mas eu preciso ir. - falou toda nervosinha e eu rir, o povo acha que me passa pra trás tá ligado?
Quem me garante que ela vai voltar se eu aceitar essa palhaçada dela? Quem me garante que quando ela brotar os pés fora da comunidade, nem pra trás ela vai olhar, eu prefiro não arriscar, tá fazendo tempestade em copo d’água, até ontem tava se divertindo pra c*****o no rolê, fugindo dos pais e agora quer agir como se amasse os pais, se amasse e respeitasse mesmo, não teria fugido de casa pra sentar pra bandido.
__ não vai rolar cachinhos, e eu vou te mandar o papo, não tô bom hoje, estressado de verdade, então pra não dar caô pra teu lado, fica namoralzinha, vim aqui na mó boa vontade, afim de te ver, matar a saudade que eu já tava de você, eu não tô te maltratando pô, tô? - pergunto descruzando os braços me aproximando dela que engole em seco e n**a com a cabeça me olhando nos olhos, o medo exalava nela, mas p***a, não era isso que eu queria, queria ela entregue igual ontem de madrugada. - então pô, vamos curtir o bagulho igual ontem, vamo? - segurei o maxilar dela fraquinho, as lágrimas ainda caiam no rosto, mas eu não liguei, juntei nossas bocas em um selinho demorado e logo pedi passagem com a língua, ela demorou, mas cedeu, deixou eu fazer o que tava com vontade desde que vi ela, bem mansinha ela retribui o beijo, e era assim que eu queria ela, entregue e de boa curtindo nosso bagulho.