CAPÍTULO 13

675 Palavras
- Ele está jogando Andrew, só que agora está mais ousado ainda, ele está entrando nas casas das vítimas, e a mãe dele, algum sinal? Ela não ligou mais, será se ele a matou? Ou ela resolveu ajuda-lo? Diz Sheron apavorada. - Não se teve mais notícias, ela não entrou mais em contato com o departamento, já deixei avisado se tiver alguma ligação suspeita para me avisarem imediatamente. Uma semana depois... as 07:00 da manhã, o despertador tocou Chery iria caminhar, ela se levanta espreguiçando e então faz sua rotina e quando ela acaba tudo no banho, coloca sua legging azul com listra branca na lateral, um croped azul do conjunto, prende seus cabelos castanhos fazendo um r**o de cavalo. Chery é a melhor amiga de Liza, ela ainda tenta ligar para Liza mais seu celular toca e não atende a sua chamada. Ela desce as escadas para tomar seu café, e encontra seus pais conversando na cozinha. - Bom dia Mãe, Pai – ela fala coçando os olhos e seus pais dão um sorriso. - Bom dia filha acordou cedo – fala sua mãe - Chery: Vou dar uma caminhada por aí, ela pega uma maça e uma garrafinha de água. - Toma cuidado filha, tem um psicopata a solta você sabe. - Chery: Eu sei mãe eu vou me cuidar, não se preocupe, eu sempre faço minhas caminhadas no fim de semana e não acontece nada, eu sempre estou atenta. - Se cuida filha e leve seu celular – diz seu pai. - Eu estou com ele pai. Logo ela está andando nas ruas de Amitivilly, ela vai caminhando olhando para os lados, a rua estava vazia só tinha ela andando por ali, as pessoas que moravam por ali, estavam com medo do perigo, em caminhar e não voltar mais. Até mais a frente ela vê um montinho de pessoas conversando. Também tinha uma viatura da polícia rondando o bairro. Chery vai caminhando e começa a passar por uma estrada dentro do bosque onde sempre costumava caminhar, ela coloca o fone de ouvido conectado ao seu celular que estava em volta a sua cintura e vai caminhando. Mas de repente ela sente algo estranho, como se estivesse sendo seguida, ela olha para os lados e não vê ninguém, até que dá uma parada e quando resolve voltar, ela percebe que havia um homem todo de preto com uma máscara olhando-a. Correr era a sua única opção, e não havia muito onde se esconder, o pânico acelerava seu coração e sua respiração estava ofegante demais, ele era mais rápido e estava alcançando-a. - Ora, Ora, vai continuar correndo? Ele fala não tão ofegante como ela estava. Ela se distrai e acaba escorregando e caindo no chão, se ralou toda e rasgou seu braço, antes de se levantar e sair correndo de novo, ele segura seu cabelo a erguendo no ar. - Ora, ora, Chery até que enfim consegui te pegar – ele dá um sorriso sarcástico. Antes dela gritar ele insere uma agulha em seu pescoço e segundos depois ela apaga. Ele a coloca em seu ombro e segue para seu carro, ele a amordaça e segue para uma casa afastada da cidade. Chegando na casa, ele a leva para o sótão e a amarra, para quando ela acordasse começasse seu show de horror. Horas depois... - Isabel mãe de Chery: já se passaram duas horas e Chery ainda não chegou. Eu tentei ligar no eu celular mas não atendeu. - Stive pai de Chery: Calma querida logo ela estará de volta, deve ter passado na casa de Liza, ela sempre faz isso. Passado umas 4 horas do sumiço de Chery, Isabel resolve ligar para Elizabeth para saber se Chery estava com Liza. Chery acordou em um lugar escuro, m*l conseguia se mexer, ela estava presa a um tipo de cama de aço. Eu estava presa a um tipo de cama de aço, minhas pernas doíam muito e eu m*l conseguia respirar direito. Logo depois ouço assobios dentro do cômodo.
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