CAPÍTULO14

991 Palavras
- Hum acordada, já estava ansioso para começar a brincadeira – diz ele com um sorriso psicopata. Ela respira e lágrimas escorrem em seu rosto. - Não chore ainda, você vai precisar dessas lágrimas em breve – sorrir sínico. Ele pega uma de suas facas, mas afiadas e vai se aproximando dela devagar e assobiando com seu sorriso sínico. Ela começa a se debater feito louca, não queria morrer. - Porque esse medo todo Chery, você deveria saber que é muito perigoso caminhar sozinha pelas ruas com um assassino a solta. - Sai daqui, não me machuque por favor. A ponta do objeto cujo está em suas mãos rasgou de leve a pele de Chery, surgindo um pequeno segmento e sangue que escorreu para todo seu peitoral até se perder na barra de sua legging. Ela estava com os olhos fechados, por conta da dor que estava sentindo. - Ora Chery, nem tá doendo tanto assim. - Aaaah! Ela grita ao sentir a lâmina em contato com sua pele novamente, seus gritos eram como música para ele, ele deixa o corpo de Chery marcado de cortes, ela grita de dor durante a tortura. Ele não queria mata-la tão rápido, pois tinha planos para ela. - Pare por favor, para – ela pede desesperada e com muita dor. - Ora, ora Chery, estou apenas testando a sua resistência de aguentar a dor. - Acabe logo com isso, ela grita e lágrimas descem em seu rosto. Ele coloca a faca rente ao seu peito e diz bem rente ao seu ouvido. - Seria muito fácil, vamos ver como está o noticiário do seu sumiço. Ele some por algumas horas, e depois volta com as chaves para abrir o cadeado, junto das correntes que a prendiam. - Vou lhe colocar em teste de sobrevivência, se tentar fugir eu te mato. Ele fecha a porta do porão e a deixa ali! Sua manhã naquele lugar estava angustiante. Passados algumas horas Isabel fica angustiada, pois não tinha notícia alguma de Chery, Elizabeth e Liza estavam em sua casa, e Andrew e Sharon já estavam a caminho da cidade para saber o que houve. Assim que eles chegam, Isabel fala que o celular de sua filha está dando fora da área de serviço e que ela não é de deixar o celular assim. - Eu tenho certeza que ele a pegou, minha filha agora está nas mãos dele, ela deve está sofrendo, façam alguma coisa eu peço – diz Isabel desesperada, ela estava muito histérica com o sumiço de sua filha. - Calma, nós já vamos colocar uma equipe de busca, agora me diz onde sua filha costuma caminhar e quando foi a última vez que a viu – pergunta Andrew. Ele estava com uma bermuda listrada e uma camisa de manga preta, não deu tempo de trocar de roupa. - Ela acordou cedo para fazer sua caminhada, eram umas sete horas da manhã, eu não queria que ela fosse, mas Chery as vezes é teimosa, e depois daí não a vimos mais – diz Stive. - Vamos fazer de tudo para encontra-la Isabel – Diz Sharon, que estava com uma caça jeans e uma camiseta azul listrada, e um tênis. Eles fazem uma equipe de busca, já se passavam das 18 horas e não tinham nenhuma notícia de Chery. Andrew manda rastrear o celular de Chery. Enquanto isso W.H volta ao porão. - Pensei que estava morta. Ela não tinha força para falar. Ele resolve da água para ela beber. - Levanta – diz ele. - Eu não consigo. - Levanta logo, ele a puxa pelo braço. Durante a noite ele cuida de seus ferimentos que ele mesmo causara, não queria que ela morresse ainda. - Deve estar se perguntando, porque estou fazendo isso! Ela apenas negou com a cabeça. - Estou fazendo porque eu quero. Enquanto isso eles encontram um celular jogado no bosque, e percebem gotas de sangue pelo chão nas folhas. Será se ele a matou? Diz Sheron Não, acredito que não, diz o comandante Adam, ele deve ter tentado fugir e deve ter escorregado, tem marca de sapatos que batem com o que ela estava usando segundo sua mãe, e tem outras marcas que devem ser a dele correndo atrás dela, ela tentou fugir. Na manhã seguinte... Mais um corpo foi encontrado no museu, não se tem detalhes, os policiais chegaram em pouco tempo, mas se recusaram a falar sobre o que aconteceu, mas parece que foram encontrados dois corpos. Enquanto isso Andrew e Sharon são chamados para irem até River Rild. Ligação On. Spencer: Preciso de vocês aqui agora. Andrew: estamos resolvendo o desaparecimento de uma garota aqui em Amitivilly, o detetive Charles pode assumir o caso. Spencer: Eu quero você agora aqui Andrew, deixe alguém responsável para fazer isso e venha para cá, vá direto para o museu, pois foi encontrado mais corpos lá. Andrew: ok, vou pegar um vôo, em alguns minutos chego aí. Ligação off. Andrew chama Sharon no canto e diz que Spencer havia ligado. Andrew: Eu vou ter que voltar o mais rápido, outro corpo foi encontrado no museu, eu acho que ele só está querendo nos tirar do foco. Sharon: eu vou ficar aqui, mas eu acho que ela deve estar em River Rild Andrew, ele só queria nos tirar de lá e conseguiu. Andrew: eu vou na frente depois você aparece por lá tudo bem? Sharon: claro, se cuida. Algumas horas depois... - Dois corpos foram encontrados no museu? Pergunta Andrew. Os peritos já estavam trabalhando com a hipótese de ter dois serial killer a solta. - Ele não está trabalhando só Andrew – diz Charles. - Mas que droga! Ele grita. URGH! Como ele comete dois crimes em um museu, e não é visto? O povo dessa cidade ficou cego de repente? Ele não está trabalhando sozinho tem mais alguém com ele, que miserável – diz Andrew irritado.
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